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terça-feira, 16 de maio de 2017

Levantamento do IBGE diz que Santa Filomena vai colher 237 mil toneladas de grãos

A cultura do milho aparece em segundo lugar, com produção total de 63.287 toneladas, em 9.041 hectares




A produção agrícola do município de Santa Filomena (PI) em 2017 deve chegar a 237.210 toneladas de grãos, conforme estimativa da safra realizada em abril pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O principal destaque na colheita 2016/17 é para a cultura da Soja, que totalizou 170.021 toneladas, distribuídas em 57.929 hectares, com rendimento médio de 2.935 quilos por hectare (48,9 sacas de 60 quilos por hectare).

Em segundo lugar ficou o Milho, que já começou a ser colhido. A produção estimada nos 9.041 hectares é de 63.287 toneladas, com produtividade média de 7.000 kg/ha, que equivalem a mais de 116 sacas de 60 quilos/hectare.


As principais áreas cultivadas com milho se concentram na Serra das Guaribas, margeando a BR-235/PI

E bem atrás, na terceira colocação, aparece o Arroz de Sequeiro, que nas décadas de 1980/1990 foi o carro-chefe do cerrado piauiense, mas que hoje serve apenas para abertura de áreas. Na safra 2016/2017 foram plantados somente 1.715 hectares da gramínea nas terras altas de Santa Filomena. 

Com produção média de 2.160 quilos por hectare (43,2 sacas de 50 quilos por hectare), estão sendo colhidas apenas 3.703 toneladas de Arroz de Sequeiro.

Quanto ao Feijão, o IBGE estima uma produção de 198 toneladas, oriunda da agricultura familiar. Vale lembrar que os mais de 4.000 hectares da leguminosa plantados na Serra das Guaribas, embora próximos da cidade de Santa Filomena, se localizam no município de Baixa Grande do Ribeiro.

O levantamento do IBGE revela ainda que em Santa Filomena há 18 hectares de Fava, 30 hectares de Cana-de-Açúcar e 130 hectares de Mandioca.


quinta-feira, 12 de março de 2015

R$ 27 milhões: Bunge é a primeira trading a investir em Santa Filomena

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Bunge Brasil inaugura a primeira unidade armazenadora em Santa Filomena, com capacidade total para 77 mil toneladas

A holandesa Bunge, no Brasil desde 1905, sendo uma das maiores empresas de agronegócio e alimentos do país, inaugurou no final da manhã da última quarta-feira (11), seu primeiro silo em Santa Filomena, região sudoeste do estado do Piauí, a 905 quilômetros de Teresina.

O evento aconteceu às 11h30, na BUNGE ALIMENTOS S/A, localizada na Serra Cabeceira do Riachão, ao lado da rodovia PI-254, distante 35 quilômetros da cidade de Santa Filomena.


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)O silo metálico tem capacidade para 32 mil ton; já os silos bolsa ou 'bags' suportarão 45 mil, totalizando 77 mil toneladas

Dezenas de agricultores compareceram na solenidade, além de autoridades civis e militares. Na oportunidade, se pronunciaram o gerente nacional da Bunge, senhor Leonardo Molan, e o vereador José Bonifácio Bezerra (PC do B), representando o Poder Legislativo filomenense. Também estiveram presentes à inauguração da Bunge os vereadores Alberto Rocha (PTB), Cristóvão Dias (PSB), Raimundo Firmino (PTB), Renato Vieria (PTB) e Tony Santos (PV)

O prefeito municipal de Santa Filomena, Esdras Avelino Filho (PTB), não pode comparecer ao ato por se achar em Teresina, onde no dia anterior havia se encontrado com o governador Wellington Dias, tratando de assuntos relacionados ao município. Mas esteve representando pelos secretários Mussolini Filho, Pedro Maia, Gilberto Matos, João Lustosa e José Nazário.


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)O desenlace da fita foi feito pelo gerente nacional da Bunge, Leonardo Molan, e pelo pres. da Câmara, Cristóvão Dias

O desenlace ou corte da fita foi feito pelo presidente da Câmara de Santa Filomena, vereador Cristóvão Dias Soares (PSB), e pelo gerente nacional da Bunge, senhor Leonardo Molan, ao lado do colega Sandro Wilsmann, gerente regional da Bunge (PI, MA, TO, PA e parte do MT).

Em seguida, alguns técnicos da companhia se dirigiram às instalações da Bunge Alimentos, explicando aos agricultores e às autoridades os detalhes sobre o funcionamento da Unidade.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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2(Imagem:1)Técnicos da Bunge Alimentos se dirigiram às instalações, explicando aos convidados detalhes sobre o funcionamento

Com 35 hectares de área e investimento de cerca de R$ 27 milhões, o silo tem capacidade de armazenamento de 32 mil toneladas de soja, podendo chegar a 77 mil toneladas com a utilização de silos bags, uma alternativa para ampliar a capacidade de estocagem.

Além do crescimento da capacidade de armazenamento no Piauí, a companhia já mantém quatro silos na região e uma unidade de processamento de soja na cidade de Uruçuí, para onde irá a soja de Santa Filomena, via Elizeu Martins, e de onde o produto - já beneficiado - será transportado para o Complexo Industrial Portuário de Suape, em Recife, Pernambuco.

O investimento em Santa Filomena proporcionará uma logística mais vantajosa com relação à exportação do produto e intensificará a parceria da Bunge com os produtores locais.
 
Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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2(Imagem:1)Diversos convidados, dentre agricultores e autoridades civis e militares, estiveram na inauguração do empreendimento
 
“Os primeiros passos foram dados há 12 anos com a construção da fábrica de esmagamento em Uruçuí, quando, junto com nossos parceiros produtores agrícolas, identificamos o potencial de produção do Estado. Desde então, a Bunge vem impulsionando o crescimento da região com diversos investimentos, como este silo de Santa Filomena. O pioneirismo da empresa, aliado ao empreendedorismo dos produtores rurais, tem levado desenvolvimento aos locais mais remotos do país, com benefícios econômicos e sociais, aliados ao nosso compromisso com o meio ambiente”, explica Leonardo Molan, Gerente Nacional da Bunge Brasil.

No empreendimento, a Bunge deverá gerar dezenas de empregos diretos/indiretos na região.


Imagem: José Bonifácio/GP16(Imagem:José Bonifácio/GP1)Primando pela sustentabilidade ambiental, o secador do Silo Santa Filomena, da Bunge,  só queimará lenha de eucalipto

Sobre a Bunge
- Presente no Brasil há 110 anos, a Bunge é uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do Brasil e uma das maiores exportadoras. Atua de forma integrada, do campo à mesa do consumidor. Desde a compra e processamento de grãos (soja, trigo e milho), produção de alimentos (óleos, margarinas, maioneses, azeite, arroz, farinhas de trigo, molhos e atomatados), serviços portuários até a produção de açúcar e bioenergia.

Eleita empresa mais sustentável do agronegócio pelo Guia Exame de Sustentabilidade, a Bunge conta com cerca de 20 mil colaboradores, atuando em mais de 100 instalações, entre fábricas, usinas, moinhos, portos, centros de distribuição e silos, em 19 estados e no Distrito Federal. Marcas como Delícia, Salada, Soya, Salsaretti, Primor, Cardeal e Bunge Pro estão profundamente ligadas não apenas à história econômica brasileira, mas ainda aos costumes, à pesquisa científica, ao pioneirismo tecnológico e à formação de gerações de profissionais.


Fonte: Aline Brandi/ASCOM

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Bunge Brasil anuncia para 11 de março a inauguração do Silo Santa Filomena

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Unidade armazenadora da Bunge Brasil, instalada ao lado da PI-254, na Serra do Riachão, a 35 km de Santa Filomena

A Bunge Brasil está convidando empresários rurais e autoridades de Santa Filomena para a solenidade de inauguração do Silo Santa Filomena. O evento acontecerá no dia 11 de março de 2015 (quarta-feira), às 11h00, na BUNGE ALIMENTOS S/A, localizada na Serra Cabeceira do Riachão, ao lado da rodovia PI-254, distante 35 km da zona urbana de Santa Filomena.
 

A nova unidade da Bunge Alimentos foi construída em 14 meses, dispõe de uma grande área edificada, em terreno de 35 hectares, e deve gerar dezenas de empregos diretos e indiretos.
 

A capacidade total da unidade de Santa Filomena é de 77 mil toneladas de soja, sendo um silo metálico para 32 mil toneladas, e mais um silo bolsa, capaz de armazenar até 45 mil toneladas.

Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Com capacidade de armazenar 77 mil toneladas de soja, unidade deve gerar centenas de empregos diretos/indiretos

Como haverá rotatividade, o volume anual de armazenamento da unidade equivale a mais ou menos 1,280 milhão sacas de 60 quilos, equivalente à produção de cerca de 26 mil hectares.
 
EMPRESA - A Bunge Alimentos é a principal empresa de agronegócio e alimentos no Brasil. 
Atuando há 110 anos, é líder na comercialização de grãos (sobretudo soja), na produção de farelos, no refino de óleos vegetais, na produção de margarinas, óleos e gorduras vegetais e na fabricação de farinhas de trigo e pré-misturas para a indústria de alimentação/panificação.
 

“A inauguração do Silo Santa Filomena é mais uma conquista, porque a melhor maneira de acreditar no Brasil é construir o futuro agora. Você é nosso convidado especial”, diz o convite da Bunge, enviado a empresários e autoridades, assinado pelo gestor territorial Valder Panta.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Kátia Abreu propõe criação de agência para o desenvolvimento do MAPITOBA

Imagem: Reprodução1(Imagem:Reprodução)Região do MAPITOBA (Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia) deverá ganhar sua Agência de Desenvolvimento já em 2015

Com área de 414.381 quilômetros quadrados, formada pelos estados do Maranhão, Piauí Tocantins e Bahia, a região produtiva do MAPITOBA é considerada a nova fronteira agrícola do Brasil, por ter clima favorável, perfil dos produtores e por esse conglomerado de quatro Estados possuir terras que podem - legalmente - ser abertas para a produção de grãos.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) está propondo, baseado em estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), a criação da Agência do Mapitoba. O projeto visa melhorar os gargalos logísticos da fronteira agrícola, conforme divulgou o site Norte Agropecuário, de responsabilidade do jornalista Cristiano Machado.

A idéia da agência, idealizada pela ministra Kátia Abreu (Agricultura), é criar mecanismos e ações que visem desenvolver a região do MAPITOBA, em termos de logística e infraestrutura.


Imagem: ReproduçãoKátia Abreu, minstra da Agricultura,(Imagem:Reprodução)Kátia Abreu, ministra da Agricultura, vem discutindo com outros ministros ações para melhorar infraestrutura da região

Líderes ruralistas, como o presidente da Associação dos Irrigantes da Bahia (Aiba), Julio César Busato, estão otimistas quanto à agilidade no processo da criação da agência que, baseada em estudos da Embrapa, visa melhorar os gargalos logísticos da fronteira agrícola.

A estimativa para este ano é de aumento de 7,90% na produção de grãos, ante 2014. Já a soma da área destinada aos grãos entre os quatro Estados deverá crescer 4,37% na safra 2014/2015 no comparativo com a safra 2013/2014, saltando de 7,322 milhões de hectares para 7,642 milhões de hectares. A produção saltará de 18,107 milhões de toneladas para 19,539 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional do Abastecimento (Conab).


Imagem: José Bonifácio/GP1Lavoura de soja no município de Santa Filomena, (Imagem:José Bonifácio/GP1)Lavoura de soja no município de Santa Filomena, localizado no sudoeste do Piauí, distante 905 quilômetros de Teresina
 
Entre os quatro estados do MAPITOBA, a Bahia lidera o ranking de produção, com a maior área. A estimativa de produção é de 8,433 milhões de toneladas de grãos em meio a 3,246 milhões de hectares. O Tocantins, prevê a Conab, deve alcançar 3,671 milhões de toneladas na safra 2014/2015, uma elevação de 9,4%. No Maranhão 2,4% e no Piauí 8,8% de aumento.

GRÃOS - Soja é a principal cultura dos quatro Estados. A Bahia deverá ter uma produção de 3,979 milhões de toneladas, um aumento de 20,3% ante a safra 2013/2014. Já para o Piauí, a estimativa é de 1,766 milhões de toneladas (+18,6%). A produção do Maranhão deve crescer um pouco menos: 2,123 milhões (+16,4%); e Tocantins 2,335 milhões de toneladas (+13,5%).


Fonte: Norte Agropecuário

terça-feira, 18 de março de 2014

Santa Filomena deverá colher a maior safra de milho de sua história

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Com cerca de 15 mil hectares plantados, a região de Santa Filomena deverá colher 20% do milho do cerrado piauiense

A estimativa da colheita total de milho do Brasil foi ajustada para 72,6 milhões de toneladas, um volume 4,84% abaixo das 76,3 milhões de toneladas previstas anteriormente. A previsão é que o País produzirá 30,4 milhões de toneladas na primeira safra e 42,2 milhões de toneladas na safrinha, inclusive no sudoeste do Piauí e no sul do Maranhão.

Dos cerca de 130 mil hectares cultivados na região de Santa Filomena, sudoeste piauiense, a soja é o carro-chefe do plantio, com aproximadamente 115 mil hectares. Caso se confirme a produtividade média, em torno de 50 sacas por hectare, a produção pode chegar a 345 mil toneladas, representando 18,3% de toda a produção da oleaginosa no Piauí, estimada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 1,878 milhão de toneladas.
 
Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Já em estágio de emborrachamento e polinização, o rendimento médio da cultura poderá alcançar 10.000 quilos/hectare

Os 15 mil hectares restantes estão ocupados com a cultura do milho, tomando também a área antes plantada com algodão herbáceo. Assim, a safra de verão 2013/2014 em Santa Filomena responderá por quase 20% (150 mil toneladas) da produção do grão nos Cerrados do Piauí, segundo os cálculos da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Piauí (Aprosoja/PI), que projetou o cultivo de 90 mil hectares no Estado, considerando a agricultura comercial.

SUBINDO A SERRA – Apesar dos grandes produtores ainda estarem superando os limites técnicos e de infraestrutura, o milho está migrando dos Baixões Agrícolas para as Serras, responsivo à tecnologia disponível, se tornando uma cultura economicamente viável.

O cerrado de Santa Filomena e de toda a região conhecida como Mapito, compreendendo terras do Maranhão, Piauí e Tocantins, tornou-se uma nova fronteira para a soja na última década, e agora mostra um forte potencial para o plantio de milho. Utilizado inicialmente na rotação de culturas, o milho vem ganhando espaço nas últimas safras no Piauí.


Imagem: José Bonifácio/GP13(Imagem:José Bonifácio/GP1)
2(Imagem:1)Lavouras de milho na Serra das Guaribas, em Santa Filomena, cortadas pela BR-235 (estrada Gilbués/Santa Filomena)

Grandes produtores estão obtendo rendimentos próximos às médias dos Estados Unidos, o maior produtor mundial de milho, com média de 161 sacas/hectare (9.660 quilos/hectare).
De acordo com o pesquisador da Embrapa Meio Norte em Teresina, Milton Cardoso, as condições topográficas e climáticas estimulam o plantio de milho no sudoeste do Piauí, especialmente em Santa Filomena, e também no sul do Estado do Maranhão.

Além disso, o regime de chuvas na região (entre 1.000 e 1.500 milímetros no período de novembro a maio) é favorável ao cultivo de lavouras de 120 a 130 dias, como é o caso do milho, portanto, diferente do regime do semi-árido, com 400 a 700 mm e mal-distribuídos.

Por outro lado, as temperaturas mais amenas na região de serra também favorecem o milho, de acordo com o pesquisador Milton Cardoso. Com altitudes entre 400 e 500 metros, as áreas têm temperaturas noturnas na faixa de 22 graus, excelente para o cultivo do milho.

Fonte: Cerrados do Piauí


sábado, 11 de janeiro de 2014

Volta das chuvas ao cerrado piauiense dá fôlego às lavouras de soja

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Lavoura de soja no município de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, em estágio reprodutivo (início do florescimento)

As chuvas voltaram a cair na região dos Cerrados do Piauí. Apesar de ainda irregulares, trouxeram alívio para a produção agrícola, especialmente à cultura da soja (Glycine max).

Mesmo tendo chovido com regularidade nos meses de novembro e dezembro, de acordo com dados do EMATER, chegando a 634,5 milímetros, as chuvas ocorridas ontem, sexta-feira (10), reanimaram nossos agricultores, que ainda se lembram da seca de 45 dias do ano passado,  durante todo o mês de fevereiro e início de março, comprometendo metade da produção.

Dessa vez, felizmente, foram somente 13 dias de veranico, tendo em vista que a última chuva tinha se verificado em 27 de dezembro. Algumas plantações já começavam a sofrer os efeitos.


Imagem: Marcelo Soares1(Imagem:Marcelo Soares)
2(Imagem:1)Chuva de 41 milímetros, registrada em uma das fazendas localizadas na Serra das Guaribas, às margens da BR-235

Em muitas áreas, como, por exemplo, na Serra das Guaribas, o índice medido foi de 41 mm. Todavia, na cidade de Santa Filomena, os pluviômetros registraram somente 10,5 milímetros.

Segundo o site Accuweather Brasil, um aplicativo de previsão do tempo, onde é possível ficar informado sobre as condições climáticas nos próximos 9 dias e nas próximas 24 horas (http://www.accuweather.com/pt/br/santa-filomena/40463/weather-forecast/40463), até o dia 20/01 teremos na região apenas chuvas ocasionais e trovoadas localizadas.


Imagem: Divulgação1(Imagem:Divulgação)Previsão do site Accuweather Brasil, indicando a ocorrência de chuvas ocasionais e trovoadas localizadas, até dia 20
 
O plantio da soja no extremo-oeste do Piauí começou na segunda quinzena de novembro. Na maioria das áreas, a cultura se encontra em estágio reprodutivo (início do florescimento e/ou pleno florescimento), período em que não pode haver a ocorrência de déficit hídrico.

Santa Filomena é o 5º maior produtor de grãos do Piauí. Dados não oficiais indicam que na safra 2013/2014 estão sendo cultivados quase 130 mil hectares. Como sempre acontece, a cultura da soja é o carro-chefe do plantio, com cerca de 115 mil hectares.

Caso se confirme a produtividade média, em torno de 50 sacas/hectare, a produção geral pode chegar a 345.000 toneladas, representando 12,3% de toda safra de grãos do Estado.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Produção de soja na região de Santa Filomena deve bater novo recorde

Imagem: Reprodução1(Imagem:Reprodução)Com a chegada das chuvas, alguns agricultores de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, já iniciaram o plantio da Soja

A previsão da área plantada na safra 2013/2014 em todo o estado do Piauí será de 1.356.000 hectares, de acordo com o primeiro levantamento da intenção de plantio, realizado no período de 16 a 20 de setembro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A estimativa de crescimento está entre 4,7% e 7%, se comparado à safra anterior, que foi de 1,264 milhão de toneladas. Significa dizer que a produção de grãos no Piauí deve bater um novo recorde, podendo alcançar a inédita marca de 2,8 milhões de toneladas.

Na região do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), o fato da janela de plantio não permitir uma segunda safra (a não ser sob pivô), sinaliza que a demanda reprimida nordestina por milho, será sempre um fator que irá influenciar os preços e a decisão de plantio.

A possibilidade de que a região volte a apresentar um quadro de normalidade climática, impulsiona o produtor local a criar um espaço para o plantio do cereal.


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Quem ainda não deu início ao plantio já está com a área devidamente preparada e deverá começar até o próximo dia 15
 
No município de Santa Filomena, deverão ser cultivados cerca de 130 mil hectares. Como sempre, a soja será o carro-chefe do plantio, com aproximadamente 115 mil hectares. Caso se confirme a produtividade média, em torno de 50 sacas/hectare, a produção pode chegar a 345.000 toneladas, o que representará 12,3% de toda a produção de grãos do Piauí.

Com a chegada das chuvas, a previsão é de que o plantio da soja inicie até o próximo dia 15.

Na área do MATOPIBA (sul do Maranhão, leste do Tocantins, sudoeste do Piauí e extremo oeste da Bahia), o período chuvoso tem início em outubro, cuja média se situa entre 100 e 150 mm. Os modelos indicam que o acumulado deve ficar próximo ou abaixo da média.

Para o trimestre, alguns modelos climáticos indicam que há uma probabilidade significativa de que o acumulado de chuvas fique dentro da sua faixa normal, que é entre 400 e 600 mm no Tocantins, e entre 350 e 500 mm no sul do Maranhão, sul do Piauí e oeste da Bahia.


FONTE: http://www.gp1.com.br/blogs/producao-de-soja-na-regiao-de-santa-filomena-deve-bater-novo-recorde-323973.html 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Santa Filomena se prepara para colher a maior safra de algodão da história

Imagem: José Bonifácio/GP1Fazenda Nova Fronteira, (Imagem:José Bonifácio/GP1)Fazenda Nova Fronteira, cortada pela BR-235/PI (Gilbués/Santa Filomena), foi pioneira no plantio de algodão no cerrado

A partir de agora, sai a soja e entre o algodão. As primeiras áreas plantadas com algodão começarão a ser colhidas nos próximos dias na Serra das Guaribas, em Santa Filomena, no sudoeste piauiense. Apesar da estiagem sofrida, deverá ser a maior safra de todos os tempos.

Segundo estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), o Piauí deve colher 35.813 toneladas de algodão herbáceo na safra 2012/2013, em uma área total de 10.204 hectares. Somente na região de Santa Filomena serão colhidas cerca de 20 mil toneladas, em quase 6 mil hectares plantados.


Imagem: José Bonifácio/GP1Apesar da estigaem de 45 dias, (Imagem:José Bonifácio/GP1)Apesar da estigaem de 45 dias, o município de Santa Filomena (PI) colherá  a maior safra de algodão de toda a história

A falta de chuva verificada no estágio inicial de desenvolvimento vegetativo comprometeu a produtividade média no município, que deverá acusar uma retração na safra em torno de 20%. Mesmo assim, a Fazenda Nova Fronteira, pioneira no cultivo do algodão nos Cerrados do Piauí (desde 2003), terá bom rendimento e mercado garantido para a sua produção.

Isso porque, no mercado brasileiro, a pluma de algodão ocupa um lugar privilegiado. Pelo menos 65% da fibra utilizada na indústria têxtil são de algodão. Já no mercado mundial acontece o inverso; 65% são do mercado sintético e apenas 35% são fibras de algodão.


Imagem: José Bonifácio/GP1c(Imagem:José Bonifácio/GP1)Com previsão de colher 20.000 t na safra 2012/2013, Santa Filomena passa a ser o maior produtor de algodão do Piauí

Portanto, Santa Filomena passa a ocupar o lugar de Picos, conhecida como a “cidade modelo” do Piauí, que já foi o maior polo algodoeiro do Estado. A grande produção daquela região permitiu a instalação de uma usina do Grupo Coelho, um dos mais poderosos da época.

Tal mudança acontece mais de 20 anos depois de ter suas plantações de algodão dizimadas pela praga do bicudo, quando a cultura era denominada pelos sertanejos de “ouro branco”. Aliás, a região do semiárido já foi responsável – até os anos 1980 – por 79,51% da área plantada de algodão no Piauí, garantindo 55,08% da produção estadual dessa fibra.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Defesa Civil reconhece estado de emergência em Santa Filomena (PI)

Imagem: José Bonifácio/GP1d(Imagem:José Bonifácio/GP1)Estiagem de 54 dias ocasionou perdas de 70% na soja, principal atividade agrícola no município de Santa Filomena (PI)
 

A Secretaria Nacional de Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional reconheceu - após pedido do prefeito Esdras Avelino Filho (PTB) - a situação crítica que os agricultores de Santa Filomena estão enfrentando, devido à estiagem prolongada, totalizando 54 dias sem chuva, intercalados entre 14/12/2012 e a segunda semana de março de 2013.
 

Toda a área do município de Santa Filomena, localizado no sudoeste do Piauí, destinada a atividades agropecuárias, tanto na porção que compreende os cerrados (Agronegócio) quanto nas áreas de caatinga - baixões/vales - (Agricultura Familiar e Pecuária), foi bastante atingida.
 

A situação de emergência em decorrência da seca que afetou 100% do município Santa Filomena foi reconhecida na última sexta-feira, 3 de maio de 2013, através da Portaria nº 56, já em vigor, assinada por Humberto Viana (Secretário Nacional de Defesa Civil) e publicada no Diário Oficial da União de 6 de maio de 2013, portanto, na segunda-feira passada.
 

Emergência: As situações de emergência estabelecem uma situação jurídica especial que permite o atendimento às necessidades temporárias de excepcional interesse público, ou seja, resposta aos desastres, reabilitação do cenário e reconstrução das áreas atingidas. No caso de Santa Filomena, o governo estadual também reconheceu situação de emergência.

Imagem: DivulgaçãoPortaria(Imagem:Divulgação)Portaria nº 56, de 03/05/2013, assinada pelo Sec. Nac. de Defesa Civil, Humberto Viana, publicada no DOU de 06/05/13

Causas e efeitos do Desastre:
Estiagem prolongada totalizando-se um período de 54 dias sem chuvas de 15/12/2012 à 31 de dezembro e da ultima semana de janeiro a segunda semana de março) com perdas efetivas estimadas na ordem de 90% da produção de milho, 70% da produção de soja, e 91% da produção de arroz. Todas as demais atividades agrícolas, que dependem do regime de chuvas, também foram afetadas pela estiagem. Na pecuária estima-se que 70% das áreas de pastagens (forragens) foram perdidas, seja na reforma ou na rebrota, com forte tendência de redução de rebanho para os períodos subsequentes.
 

Descrição dos Danos Humanos: Redução da oferta de empregos e de produtos de origem vegetal e animal para o abastecimento e da geração de renda no município.
 

Prejuízos Econômicos Privados: Estima-se a redução de 70 a 90 por cento do valor bruto da produção agrícola de Santa Filomena. Somente na cultura da soja, principal atividade agrícola do município, onde o LSPA do IBGE realizado em janeiro/2013 previu 77.827,0 hectares de área plantada e produção de 238.327,43 toneladas. Estima-se que esta produção tenha sido reduzida em 70% (setenta por cento) somente na soja. Considerando os preços atuais praticados, isso representa um prejuízo aproximado de R$ 145.000.000,00 (Cento Quarenta e Cinco Milhões de Reais), em valor bruto da produção, somente na soja.
 

Além de Santa Filomena, outros 04 municípios piauienses já foram reconhecidos pela Defesa Civil Nacional como áreas em situação de emergência: Bom Jesus, Elesbão Veloso, Francisco Santos e Monte Alegre. Com a decisão, esses municípios vão receber recursos do Governo Federal para recuperar os estragos causados pela maior seca dos últimos 30 anos no Piauí.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Brasil perderá 33 milhões de ha de área produtiva com aprovação do código

Os dados foram confirmados pelo assessor especial do ministério do Meio Ambiente (MMA), Luiz Antônio de Carvalho, ao participar do seminário de capacitação do Guia de Financiamento da Agricultura de Baixo Carbono, na sede da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), em Brasília.

Dados da CNA mostram que tal redução na área destinada à produção de alimentos no Brasil representará uma perda de R$ 46 milhões no Valor Bruto da Produção (VBP), se considerados preços e produção constantes.

A exigência de replantio das margens de rios, na forma como está no texto do Código Florestal em discussão na Câmara, reduzirá em 15% (quinze por cento) o VBP da atividade agropecuária no Brasil.

Essa estimativa de perdas de áreas de produção, confirmada pelo assessor do Ministério do Meio Ambiente, é a causa da preocupação demonstrada pela bancada ruralista na Câmara dos Deputados, diante do texto do Código Florestal aprovado recentemente pelo Senado Federal.

Fonte: Portal do Agronegócio

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O debate sobre a divisão territorial do Piauí: "É crime querer o justo?"

Por que a elite conservadora do norte não quer a divisão territorial do Piauí?
A barragem de Boa Esperança não seria construída, se dependesse exclusivamente da opinião dos tecnocratas, que juravam de pés juntos que o Piauí e o Maranhão jamais absorveriam a energia por ela produzida. E, no entanto, hoje penamos pela falta de energia, tanto que, por esse motivo, não são poucos os empreendedores que desdenham do Piauí para seus investimentos. Pior é que esse mesmo tipo de gente vem emperrando a construção de novas barragens no rio Parnaíba, enquanto no Estado do Tocantins já foram construídas três, nos últimos vinte anos. E outras estão a caminho.

É fácil tecer loas à explosiva produção agrícola dos cerrados piauienses, motivo de orgulho de todos nós, mas omitem que ela é obra exclusiva de anônimos e heroicos produtores. Estes produzem, e engordam nossa pauta de exportações, apesar da falta de apoio dos governos. E poderiam produzir muito mais, se houvesse a infraestrutura necessária, como energia e estradas. É revoltante constatar como esses produtores se sacrificam para manter sofisticadas instalações à base do oneroso diesel. E mais: para não perderem a produção, como se vêem forçados a construir e conservar as estradas que o governo não fez nem conserva. Pois certos governantes (nisto é justo excluir o governador Wilson Martins, que jurou pôr fim às estradas-sonrisal) preferem realizar a política da empulhação: besuntar de asfalto pequenos trechos, embalar a autoestima dos incautos e ganhar o voto dos grotões. Para os truques da propaganda enganosa, quase tudo! Para as obras estruturantes, voltadas para a produção, quase nada! E assim marcha o Piauí, ao longo dos séculos, exibindo os piores índices sociais.

Em tal ritmo, muitos não estão nem aí, por exemplo, para a sorte de milhares de estudantes, os quais, depois de alisarem bancos escolares por anos a fio, não sabem o que fazer com os diplomas que conquistaram com tanto sacrifício para si e suas famílias. E por uma razão tão humilhante quanto constrangedora: as vagas que poderiam ocupar, pelo mérito do concurso público, são entupidas por apaniguados, via pistolão. Muitos também não se abalam ante a necessidade de uma política verdadeira de redução da pobreza e das desigualdades regionais, que deve estribar-se na justa aplicação e distribuição dos recursos públicos. Isto é, em aplicar mais nas regiões mais pobres, de modo a reduzir o abismo entre pobres e ricos. Ao contrário, preferem manter o círculo vicioso da pobreza, dando mais a quem já tem, e enganando os outros com meras esmolas. Por isso, acham natural que o País gaste R$ 50 bilhões na construção da linha de trem-bala entre Rio e São Paulo, ao mesmo tempo em que nega meio por cento desse valor ao metrô de Teresina. Igualmente, preferem distribuir o Bolsa Família (entre R$ 32 e R$ 242 mensais) a milhões de carentes, a promover uma equitativa distribuição dos recursos arrecadados pela União, de modo a abrir oportunidades de trabalho e renda que dignifiquem a cidadania. E não são poucos os travestidos de progressistas que ainda têm a desfaçatez de afirmar que esse é o caminho seguro para o desenvolvimento do Piauí. Por isso, renegando o mandato popular, nada reivindicam ao governo federal, nada trazem de Brasília para o Piauí, esmerando-se em praticar o puxa-saquismo improdutivo.

Pois bem. Tais considerações vêm a propósito da postura de algumas figuras do Piauí face ao movimento pela criação do Estado do Gurgueia. Para combaterem, por sinal com uma odiosidade extremada e injustificável (ameaçam até pegar em armas!), esse projeto redentor concebido por piauienses e voltado para a busca cidadã de uma saída definitiva para a pobreza do Piauí, eles não procuraram aprofundar o estudo do assunto, pois não se esforçaram por pesquisar as causas de nosso processo de empobrecimento; não analisaram nossos humilhantes indicadores econômicos e sociais; as implicações decorrentes da possível criação de outros Estados; os exemplos bem-sucedidos de redivisão territorial nem os ganhos que a redistribuição do bolo tributário nacional traria para as finanças da área territorial que compreende o Piauí, como seria de esperar-se de tantas cabeças doutorais, vaidosas, pedantes, emplumadas. Não! Festivos e preguiçosos como sempre, e preocupados apenas em conservar o poder no qual se refestelam à tripa forra com suas ONGs milionárias (hoje, alvos preferenciais da Polícia por desvios de recursos públicos), recorrem, em busca de opiniões contra o Gurgueia, a determinados tipos de tecnocratas e empresários, sobretudo gente que nada entende do Piauí, não gosta dos piauienses, não conhece nossos problemas nem compreende nossos anseios. Gente que, se tivesse que decidir sobre a viabilidade do Piauí como Estado, por certo o julgaria inteiramente inviável, e até recomendaria sua extinção.

Já não tiraram o Piauí do mapa do Brasil? Já não afirmaram que, se o Piauí fosse extinto, o Brasil nem notaria? Com todo respeito: que esperar, portanto, de gente que, sem ideias próprias, apenas se limita a repetir o que os outros pensam e dizem? Estes, pelo menos, estão a defender seus interesses: não querem que o Nordeste tenha peso econômico e político, permanecendo apenas como fornecedor de mão de obra escrava para suas cozinhas, lavouras e indústrias. E eles? Apenas o tacanho hábito de se conservarem acomodados e pobres, inclusive de espírito.

Um dos argumentos que eles teimam em apresentar diz respeito ao suposto custeio de um novo Estado com novos tribunais, assembleias etc., que estimam em R$ 832 milhões anuais. Ora, bolas, o governo federal, através do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, adquiriu recentemente, por quase R$ 10 bilhões, dois bancos em dificuldades, sediados em São Paulo. Um deles – o Votorantim – pertencia ao grupo de Antônio Ermírio de Moraes, um dos líderes da campanha contra o Gurgueia e porta-voz dos conservadores piauienses. Se aquele for o custo (R$ 832 milhões), que se crie logo o Gurgueia! Não é nada, não é nada, mas o dinheiro jogado no saco sem fundos daqueles bancos daria para mantê-lo por mais de dez anos, com a vantagem de incorporar ao processo de desenvolvimento nacional uma região de grandes potencialidades, infelizmente esquecida dos poderes públicos. E mais: se a conta que fizeram estiver correta, o Gurgueia seria o Estado mais viável do Brasil, pois seu funcionamento custaria menos de um terço do orçamento que teria logo no primeiro ano, estimado em R$ 3 bilhões. Assim, com tamanho superávit financeiro, terá amplas condições de implantar a infraestrutura de que carece para aproveitar adequadamente as riquezas naturais que ostenta, inaugurando nova era de prosperidade para todos – piauienses e gurgueianos.

Convém não esquecer, também, que mais Estados no Norte, Nordeste e Centro-Oeste significa mais dinheiro circulando fora do Sul Maravilha, provocando a desconcentração da riqueza e do poder, interiorizando o desenvolvimento, gerando produção, emprego e renda, abrindo oportunidades para populações marginalizadas, estancando os humilhantes comboios de boias-frias em busca da miragem sulina e fortalecendo a cidadania. É crime querer o justo?

Artigo escrito pelo acadêmico Jesualdo Cavalcanti Barros, presidente do Centro de Estudos e Debates do Gurgueia, publicado na edição de ontem (17/11/2011) do jornal Diário do Povo.