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sábado, 11 de janeiro de 2014

Volta das chuvas ao cerrado piauiense dá fôlego às lavouras de soja

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Lavoura de soja no município de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, em estágio reprodutivo (início do florescimento)

As chuvas voltaram a cair na região dos Cerrados do Piauí. Apesar de ainda irregulares, trouxeram alívio para a produção agrícola, especialmente à cultura da soja (Glycine max).

Mesmo tendo chovido com regularidade nos meses de novembro e dezembro, de acordo com dados do EMATER, chegando a 634,5 milímetros, as chuvas ocorridas ontem, sexta-feira (10), reanimaram nossos agricultores, que ainda se lembram da seca de 45 dias do ano passado,  durante todo o mês de fevereiro e início de março, comprometendo metade da produção.

Dessa vez, felizmente, foram somente 13 dias de veranico, tendo em vista que a última chuva tinha se verificado em 27 de dezembro. Algumas plantações já começavam a sofrer os efeitos.


Imagem: Marcelo Soares1(Imagem:Marcelo Soares)
2(Imagem:1)Chuva de 41 milímetros, registrada em uma das fazendas localizadas na Serra das Guaribas, às margens da BR-235

Em muitas áreas, como, por exemplo, na Serra das Guaribas, o índice medido foi de 41 mm. Todavia, na cidade de Santa Filomena, os pluviômetros registraram somente 10,5 milímetros.

Segundo o site Accuweather Brasil, um aplicativo de previsão do tempo, onde é possível ficar informado sobre as condições climáticas nos próximos 9 dias e nas próximas 24 horas (http://www.accuweather.com/pt/br/santa-filomena/40463/weather-forecast/40463), até o dia 20/01 teremos na região apenas chuvas ocasionais e trovoadas localizadas.


Imagem: Divulgação1(Imagem:Divulgação)Previsão do site Accuweather Brasil, indicando a ocorrência de chuvas ocasionais e trovoadas localizadas, até dia 20
 
O plantio da soja no extremo-oeste do Piauí começou na segunda quinzena de novembro. Na maioria das áreas, a cultura se encontra em estágio reprodutivo (início do florescimento e/ou pleno florescimento), período em que não pode haver a ocorrência de déficit hídrico.

Santa Filomena é o 5º maior produtor de grãos do Piauí. Dados não oficiais indicam que na safra 2013/2014 estão sendo cultivados quase 130 mil hectares. Como sempre acontece, a cultura da soja é o carro-chefe do plantio, com cerca de 115 mil hectares.

Caso se confirme a produtividade média, em torno de 50 sacas/hectare, a produção geral pode chegar a 345.000 toneladas, representando 12,3% de toda safra de grãos do Estado.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Produção de soja na região de Santa Filomena deve bater novo recorde

Imagem: Reprodução1(Imagem:Reprodução)Com a chegada das chuvas, alguns agricultores de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, já iniciaram o plantio da Soja

A previsão da área plantada na safra 2013/2014 em todo o estado do Piauí será de 1.356.000 hectares, de acordo com o primeiro levantamento da intenção de plantio, realizado no período de 16 a 20 de setembro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A estimativa de crescimento está entre 4,7% e 7%, se comparado à safra anterior, que foi de 1,264 milhão de toneladas. Significa dizer que a produção de grãos no Piauí deve bater um novo recorde, podendo alcançar a inédita marca de 2,8 milhões de toneladas.

Na região do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), o fato da janela de plantio não permitir uma segunda safra (a não ser sob pivô), sinaliza que a demanda reprimida nordestina por milho, será sempre um fator que irá influenciar os preços e a decisão de plantio.

A possibilidade de que a região volte a apresentar um quadro de normalidade climática, impulsiona o produtor local a criar um espaço para o plantio do cereal.


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Quem ainda não deu início ao plantio já está com a área devidamente preparada e deverá começar até o próximo dia 15
 
No município de Santa Filomena, deverão ser cultivados cerca de 130 mil hectares. Como sempre, a soja será o carro-chefe do plantio, com aproximadamente 115 mil hectares. Caso se confirme a produtividade média, em torno de 50 sacas/hectare, a produção pode chegar a 345.000 toneladas, o que representará 12,3% de toda a produção de grãos do Piauí.

Com a chegada das chuvas, a previsão é de que o plantio da soja inicie até o próximo dia 15.

Na área do MATOPIBA (sul do Maranhão, leste do Tocantins, sudoeste do Piauí e extremo oeste da Bahia), o período chuvoso tem início em outubro, cuja média se situa entre 100 e 150 mm. Os modelos indicam que o acumulado deve ficar próximo ou abaixo da média.

Para o trimestre, alguns modelos climáticos indicam que há uma probabilidade significativa de que o acumulado de chuvas fique dentro da sua faixa normal, que é entre 400 e 600 mm no Tocantins, e entre 350 e 500 mm no sul do Maranhão, sul do Piauí e oeste da Bahia.


FONTE: http://www.gp1.com.br/blogs/producao-de-soja-na-regiao-de-santa-filomena-deve-bater-novo-recorde-323973.html 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Bitrens com mais de 100 toneladas de peso já ameaçam vida útil da BR-235

Imagem: José Bonifácio/GP1Carretas retornando para o Ceará(Imagem:José Bonifácio/GP1)Carretas serpenteiam na estrada Gilbués/Santa Filomena, abarrotadas, com mais de 100 toneladas de soja ou calcário

Como centopeias alopradas, os gigantescos caminhões apelidados de Bitrens já serpenteiam ao longo da rodovia BR-235 (estrada Gilbués/Santa Filomena), entre a Serra das Guaribas e  a BR-135 (Monte Alegre/Gilbués), abarrotados de soja, com destino à Bahia e/ou ao Ceará.

Claro que é bonito a gente ver esses gigantes transportando a “riqueza” da região, gerando empregos e todas as polissemias que a palavra desenvolvimento pode nos oferecer. Mas por trás desse progresso, veículos de 9 eixos e 34 pneus estão trafegando com cargas acima do permitido por lei. Assim, vão danificar o asfalto da tão sonhada estrada, ainda em construção.


Imagem: José Bonifácio/GP10(Imagem:José Bonifácio/GP1)Se não for instalada balança de pesagem, em pouco tempo a BR-235 estará danificada, cheia de trilhos e trepidações

As transportadoras carregam os bitrens com 100 e até 120 toneladas, quando é permitido apenas 74 ton por carregamento. Desse jeito, o que era para ser uma estrada de primeira qualidade, em poucos anos poderá se transformar num verdadeiro “caminho de rato”, cheio  de trilhos e trepidações, que resultarão em um treme-treme frenético nos carros de passeio.

Preocupado com essa situação, o agricultor Erno Marcos Scherer, proprietário da Fazenda Jatobá, na Serra das Guaribas (Santa Filomena), informa que flagrou uma carreta com 100 toneladas de carga, transportando calcário do Ceará com destino a uma fazenda da região.


Imagem: ReproduçãoComentário(Imagem:Facebook)Comentário postado pelo agricultor e agrônomo Erno Marcos Scherer, no GP1/Blog do José Bonifácio, via Facebook

Segundo ele, temos que provocar as autoridades ou até mesmo a construtora responsável pela obra, a fim de que seja logo providenciada alguma forma de controle. “Estão transitado com a nota do peso tolerado e escondendo a outra do sobrepeso”, alerta Erno Scherer.

Na verdade, o ideal seria que a Polícia Rodoviária Federal instalasse - e com urgência - um Posto de Fiscalização no encontro da BR-235 com a BR-135, entre as cidades de Gilbués e Monte Alegre. Aliás, de Floriano/PI até Barreiras/BA não existe nenhum Posto de Fiscalização da Polícia Rodoviária Federal. São 811 quilômetros de rodovia federal, livres de abordagem, onde os abusos acontecem, a qualquer hora do dia ou da noite, e tudo pode acontecer.


Imagem: José Bonifácio/GP1Que tal uma (Imagem:José Bonifácio/GP1)Que tal um um Posto de Fiscalização da PRF aí, no encontro das BR's 135 e 235, inclusive com balança para pesagem?

É interessante que a Justiça Federal determine à União e ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) a instalação de pelo menos um posto da PRF nesse percurso, com balança de pesagem de veículos. Que tal ali, no encontro das duas BR’s?

O que é um Bitrem? - É uma combinação de dois semirreboques acoplados entre si através de uma quinta-roda situada na traseira do primeiro semirreboque, tracionados por um cavalo mecânico. Esta conjunção permite, em casos especiais, que o usuário transporte apenas um semirreboque, neste caso, o equipamento perde a característica do Bitrem.


Imagem: ReproduçãoOs bitrens(Imagem:Reprodução)O bitrem é composto por 9 eixos e 34 pneus, com 25 a 30 metros de comprimento, e peso máximo de até 74 toneladas

Os bitrens tradicionais são compostos por sete eixos, sendo o cavalo mecânico do tipo 6X4 ou 6X2 e mais dois semirreboques de dois eixos cada. O limite máximo de PBTC (Peso Bruto Total Combinado) varia de acordo com a legislação de cada país. No Brasil, o limite permitido é de 57 toneladas, com a capacidade de carga útil de 38 a 40 t, dependendo do peso do veículo.

Já os bitrens de nove eixos são obrigatoriamente tracionados por uma unidade tratora do tipo 6X4, e possuem três eixos em cada semirreboque. Aqui no Brasil o PBTC máximo que a atual legislação prevê é 74 toneladas, sendo o comprimento de 25 a 30 metros. 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Trecho da rodovia PI-254 será novamente recuperado pelos agricultores

Imagem: José Bonifácio/GP1Empresários rurais de Santa Filomena se quotizam mais uma vez(Imagem:José Bonifácio/GP1)Empresários rurais de Santa Filomena se organizam mais uma vez para recuperar os 70 quilômetros da rodovia PI-254

Os produtores rurais da região de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, irão novamente fazer consertos num trecho de 70 quilômetros da rodovia PI-254, desde a sede municipal até a Pinesso Agroflorestal (encontro com a BR-235, em implantação/pavimentação). Ainda o único caminho para escoamento da safra, comercializada quase na sua totalidade com empresas sediadas na cidade de Balsas (MA), a estrada está praticamente intransitável para carretas.

É por essa estrada poeirenta e cheia de buracos, cuja melhoria está orçada inicialmente em R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) que até o final de maio deverão passar mais da metade das 9.000 carretas necessárias para transportar a produção dos cerca de 90 mil hectares cultivados com soja, que produzirão 270 mil toneladas da oleaginosa.

Além da soja, há 7 mil hectares plantados com milho (56.000 mil toneladas) e 6 mil hectares com algodão (27.000 toneladas ou 1.800 arrobas). Esses agricultores trabalham para fazer do município um dos maiores produtores de grãos do Piauí. Santa Filomena já contribui com 15% da safra agrícola piauiense, que em 2013 deverá ficar na casa dos 2 milhões de toneladas.

Imagem: José Bonifácio/GP1Mais de 100.000 hectares (Imagem:José Bonifácio/GP1)São mais de 100.000 hectares cultivados na região de Santa Filomena, dos quais, 90 mil hectares plantados com soja

As más condições da estrada oneram o frete, e há empresas que se recusam a transportar grãos pela rodovia. O estrago constante nos carros, principalmente em pneus e suspensão, também encarece a vida de quem precisa passar pela via, seja para percorrer as áreas de plantio ou para ir às comunidades rurais ou, também, para comercializar a produção.

Entretanto, o custo maior da recuperação ficará por conta do rebaixamento da “ladeira do Brejo das Eguas”, distante menos de 06 quilômetros da zona urbana de Santa Filomena. Com 200 metros de extensão, o custo da obra está orçado em R$ 350 mil, já que a ideia é rebaixar à inclinação de 7% (está hoje com 14 por cento), colocar 20 cm de piçarra bem compactada, construir canaletas para escoamento das águas pluviais e calçá-la com pedra paralelepípedo.

Na manhã da última segunda-feira (28) houve reunião no local, entre o prefeito Esdras Avelino Filho, agricultores individuais e representantes das grandes empresas agrícolas instaladas no município de Santa Filomena. Participarão da parceria público-privada: a Prefeitura de Santa Filomena; as fazendas Pinesso Agroflorestal, In Solo, SLC Agrícola, Damha Agronegócios, RS, Nossa S. Aparecida, Acart, Guatupá e Irmãos Polo; a Associação dos Produtores da Serra da Fortaleza (APROFORTE); e usinas de Calcário (MCM, CALPI, CALMAPI, INCAL e SAFICOL).

Imagem: José Bonifácio/GP1Recuperação(Imagem:José Bonifácio/GP1)Agricultores afirmam que a recuperação dos 70 quilômetros da rodovia PI-254 está orçada inicialmente em 200 mil reais

A Prefeitura irá participar com as máquinas da Patrulha Mecanizada, bem como fornecer combustível e alimentação. Da mesma forma, as empresas rurais fornecerão óleo diesel, lubrificantes e máquinas, inclusive motoniveladora (patrol) e retroescavadeira.

Segundo o prefeito Esdras Avelino, o Governo do Piauí também irá participar da parceria, mesmo porque a PI-254 pertence à malha rodoviária estadual que, dessa forma, tem a atribuição da conservação. “Tive com o governador Wilson Martins na semana passada e ele me assegurou que iria nos ajudar. Só não falou qual seria a quantia em dinheiro”, informou.

Aliás, o governador Wilson Martins tem sido muito atencioso para com o município de Santa Filomena. Há exatamente um ano - 20 de janeiro de 2012 - ele assinou a ordem de serviço para pavimentação asfáltica da BR-235/PI (Estrada Gilbués/Santa Filomena), na praça central de Monte Alegre do Piauí. A obra, realizada com recursos resultantes de convênio firmando entre a Secretaria Estadual de Transportes (Setrans) e o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre), já chegou à Serra das Guaribas e será concluída ainda em 2013.

Imagem: José Bonifácio/GP1O maior custo(Imagem:José Bonifácio/GP1)Ladeira do Brejo das Eguas terá o custo mais alto, pois será rebaixada, piçarrada, compactada e calçada com pedras

Ocorre que a BR-235/PI (trecho Gilbués/Santa Filomena) foi projetada para dobrar à esquerda no “Mercado do Paraguaio”, passando ao lado do Povoado Matas e seguindo pela margem do Rio Taquara, beneficiando os pequenos agricultores do Vale do Taquara e as Usinas de Calcário do Povoado Matas, que produzem um dos insumos básicos para a agricultura.

Mas existe a possibilidade desses agricultores serem diretamente beneficiados pela BR-235, desde que se consiga viabilizar um aditivo objetivando a construção de 02 (dois) importantes ramais: um de 18 km, partindo do Povoado Matas até o encontro com a PI-254 (Fazenda SLC Agrícola), enquanto que mais 14 km seriam construídos na PI-254, desde o Auto Posto Pires até a Fazenda Irmãos Polo, já que toda obra pública pode ser aditada, conforme previsto no § 1º, II, artigo 65 da Lei n. 8.666/93 (Lei de Responsabilidade Fiscal), em até 25% (vinte e cinco por cento) do seu valor contratual, para obra nova, sem necessidade de processo licitatório.

Apenas é necessário que esses acréscimos contratuais a serem propostos sejam justificados tecnicamente e devidamente motivados, de forma clara e bem definida, com vistas a embasar o instrumento jurídico, nesse caso, o termo aditivo ao contrato em andamento.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Usinas de Santa Filomena irão ofertar 1,6 milhão de toneladas de calcário em 2013

As três usinas de calcário já em pleno funcionamento no município de Santa Filomena, situado no sudoeste do Piauí, deverão produzir 430 mil toneladas de calcário para a safra 2012/2013, na produção de arroz, soja, milho e algodão no cerrado piauiense.

Essa produção de calcário nas usinas das mineradoras SAFICOL (Santa Filomena Indústria e Comércio de Calcário Ltda.), MCM (Mineradora de Calcário Matas) e INCAL (Indústria de Calcário Ltda.) gera aproximadamente 100 empregos diretos, beneficiando motoristas, tratoristas, operadores de máquinas, mecânicos e outros.

A produção de calcário é acontece durante 24 horas por dia, em ritmo bastante acelerado. As pedras são retiradas das minas, quebradas e levadas em esteiras para serem trituradas. Em seguida, o material passa por uma peneira e vai para um moinho, de onde sai o calcário.

A maior indústria de calcário em atividade é a SAFICOL (Santa Filomena Indústria e Comércio de Calcário Ltda.), de um dos pioneiros na agricultura mecanizada em todo o cerrado do Piauí, Antonio Luis Avelino Filho, em sociedade com os filhos Henrique Avelino e Víctor Avelino.

A produção estimada para o ano de 2012 é de 300.000 toneladas. Mas está sendo ampliada e, segundo informou o sócio-proprietário Henrique Avelino, a indústria deverá produzir 900 mil toneladas de calcário a mais na safra 2013/2014, totalizando cerca de 1.200.000 ton/ano.

Situada na localidade Campo Alegre, à altura do quilômetro 40 da rodovia PI-254 (Santa Filomena/Fazenda Nova Fronteira), a indústria SAFICOL gera 50 empregos diretos (criados pela própria SAFICOL) e outros 100 empregos indiretos (atendem à demanda da SAFICOL, mas são criados por outras empresas, em função da indústria de calcário SAFICOL).

Também estão em operação a MCM (Mineradora de Calcário Matas), no Povoado Matas, com capacidade para produzir 90 mil toneladas anualmente e a INCAL (antiga MINANTA), a primeira a industrializar calcário em Santa Filomena, que desde 1986 produz 40.000 toneladas por ano.

O crescimento do agronegócio no sul do Piauí tem obrigado as usinas de calcário a investir na modernização de equipamentos para aumentar a produção e atender à crescente demanda de mercado. E mais dois novos empreendimentos estão se instalando em Santa Filomena.

Uma dessas empresas é a CALPI (Calcário do Piauí Ltda), em instalação no lugar Malhada, próximo ao povoado Matas, ao lado da INCAL, que deverá produzir 300 mil toneladas ao ano.

A outra indústria a se estabelecer no município de Santa Filomena é a SM Minérios do Brasil, sediada em Fortaleza (CE). Os 03 (três) britadores e os 03 (três) moinhos, que serão movidos por quatro grupos geradores de energia elétrica, estão sendo instalados na Cabeceira do Riachão, também na margem direita da PI-254, a 30 quilômetros da zona urbana.

A empresa estima produzir 250 mil toneladas de calcário/ano. Haverá, inclusive, um sistema de armazenamento de pedras, a fim de que a indústria SM Minérios do Brasil fabrique o insumo durante o ano inteiro.