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quarta-feira, 16 de julho de 2014

BR-235/PI: O sonho de várias gerações está se tornando realidade

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)DUAS GERAÇÕES! O entusiasmo de Damasceno Nogueira e Flávio Nogueira na ladeira do Saquinho, no Povoado Matas

Essa batalha é muito antiga. Há pelo menos três ou quatro décadas a necessidade por investimentos em logística para a região de Santa Filomena, pioneira na exploração do cerrado piauiense, passou a ser um assunto que chamou a atenção de políticos do Piauí.
 
Várias gerações de filomenenses sonharam com a estrada Gilbués/Santa Filomena. As lutas para materializar esse desejo não foram poucas. Porém, o sonho da construção começou a virar realidade quando a bancada federal (deputados e senadores), principalmente o senador Wellington Dias (PT-PI), interveio junto ao ex-ministro Alfredo Nascimento, dos Transportes, em busca da federalização, transformando a PI-254 em BR-235/PI. Aí, a estrada se tornou apta a receber recursos do Governo Federal, via PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Mas o processo de federalização só pôde ser efetivado após a manifestação da Assembléia Legislativa do Estado do Piauí (ALEPI), em maio/junho de 2011. Para tanto, o governador da época, Wilson Martins, teve que enviar mensagem ao Legislativo Estadual, 'doando' todo o percurso da rodovia estadual PI-254 – de Caracol a Santa Filomena – ao Governo Federal.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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2(Imagem:1)Com 3 pistas de rolamento, a ladeira do Saquinho contém uma base de brita com espessura superior a 40 centímetros

O conjunto de ações resultou na parceria entre o Governo do Estado e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), totalizando um investimento de mais de R$102 milhões. E até o final de 2014 será entregue o trecho, que ao todo soma 130,20 quilômetros de via, o qual está sendo asfaltado em Tratamento Superficial Duplo (TSD).

Isso é, sem nenhuma dúvida, a transformação do sonho e a necessidade de milhares de pessoas em realidade. A luta é do povo de Santa Filomena e de toda bancada federal piauiense. A vitória é do Piauí, em especial, dos filomenenses, nativos e/ou adotivos.


VÍDEO: Flávio Damasceno Santos Nogueira opina sobre importância da BR-235/PI

 
Como bem diz o professor e advogado Flávio Damasceno Santos Nogueira, que nasceu em Santa Filomena, mas reside e trabalha em Balsas (MA), a estrada é um sonho secular e foi objeto de promessas de candidatos a Prefeito, a Deputado, a Senador e a Governador.

Muitas gerações compartilharam o sonho de ver a região de Santa Filomena independente. Esse sentimento separatista tinha justificativas históricas. Todos reclamavam da situação de total abandono, chegando ao ponto de, em alguns momentos, nem se sentirem piauienses.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Rodovia BR-235/PI passando sobre o Rio Taquara, à altura da Fazenda Cachoeira, a 27 quilômetros de Santa Filomena

Era um verdadeiro descaso por parte do Governo Estadual, que sempre esteve - literalmente - com as costas viradas para o povo de Santa Filomena. Até parece que os nossos governantes e representantes, ao longo do Século XX, nunca acreditaram no desenvolvimento da região.

E olha que Santa Filomena é um município rico em todos os aspectos. Além da gigantesca potencialidade agrícola e pecuária, sendo o 5º maior produtor de grãos, um dos 15 maiores criadores de gado bovino do Piauí e uma das 23 maiores economias do Estado, a Terra colonizada por José Lustosa da Cunha detém belezas naturais raras, encantadoras.
 
Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
2(Imagem:1)E com a pavimentação asfáltica já ultrapassando a Fazenda Refresco, propriedade de Damasceno Lustosa Nogueira

Segundo o internauta Acácio Argus Bonfim Ferreira, são 102 rios e riachos perenes. Há até um rio que submerge em um sopé de Serra e aflora com piso azul numa caverna; inscrições rupestres; uma lagoa de borda circular, possivelmente cone de vulcão; temperatura média de 20 graus, com seis meses de inverno; um geiser; um cemitério de escravos encravado em rochas; cercas edificadas com grandes blocos de pedras; e diversas jazidas de Calcário.

Imagem: Reprodução1(Imagem:Reprodução)Conforme diz o internauta Acácio Ferreira, Santa Filomena possui, além do potencial agrícola, beleza e riqueza natural

Dizem até que existem manchas de Petróleo em Santa Filomena! Será mentira ou verdade?

Realmente, são diversas riquezas e maravilhas que precisam ser divulgadas aos piauienses, como, por exemplo, o afloramento de Atapulgita, um mineral raro e rentável, de coloração amarelada, existente apenas no Brasil e no Fort Benton, no estado de Montana (EUA).

Afinal, o que será toda essa riquíssima região de Santa Filomena com a excelente rodovia que está chegando? Quantas gerações passaram antes que o sonho se realizasse? Com certeza, tudo vem no seu devido tempo. E o tempo veio, agora! Passamos a viver um novo capítulo.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
2(Imagem:1)TÁ CHEGANDO!!! Os serviços de terraplanagem já estão entre as fazendas Certeza e Salto, a 15 km de Santa Filomena

Em síntese, a conclusão da BR-235/PI (estrada Gilbués/Santa Filomena) significa também a realização de um sonho antigo dos produtores rurais locais, dos moradores da vizinha cidade de Alto Parnaíba (MA) e de todas as comunidades instaladas ao longo da rodovia e vicinais.
 

Não somente irá reduzir custos e incentivar os setores agrícola e industrial; a BR-235/PI representa elevada importância social, pois terá grande impacto na educação, na saúde, na segurança, na produção e na geração de emprego e renda para as famílias de toda a região. 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Moradores do Povoado Matas prometem festa para a chegada do asfalto

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Distante 40 km da cidade de Santa Filomena, moradores do Povoado Matas estão saindo do isolamento, que parecia eterno

Os moradores do povoado Matas, a 91 quilômetros de Gilbués e a 40 quilômetros de Santa Filomena, não conseguem mais esconder a euforia com a proximidade da chegada ao local do asfalto da BR-235, a conhecida estrada Gilbués/Santa Filomena.

Um dos mais populosos do município de Santa Filomena, o povoado abriga mais de 300 moradores e uma das mais importantes jazidas de calcário da região, capaz de atender à demanda por cerca de 100 anos. O difícil acesso, no entanto, dificultava a comercialização do produto, indispensável na correção do solo das fazendas dos cerrados.

“Isso aqui é muito isolado”, reconhece Maria Expedita, 48 anos e dona de uma pequena venda de comida caseira, no Bairro dos Nazários, à saída para Gilbués. “Moro aqui há quinze anos e a vida é sempre essa aqui, parada, muito devagar”.

Imagem: Paulo Barros2(Imagem:Paulo Barros)
Maria Expedita, dona de uma venda de "Comida Caseira", bota muita fé de que a vida no Povoado Matas vai melhorar muito

Expedita, no entanto, tem uma certeza: a chegada do asfalto vai mudar completamente não só a sua, mas a vida de todos os moradores da comunidade. “Eu boto muita fé nessa estrada. Tenho certeza que a vida vai melhorar muito”.

Com as obras chegando à sua porta, ela reconhece que alguma coisa já mudou no Povoado Matas. “De uns dias para cá, o movimento vem aumentando, de repetente apareceu mais gente e comecei a vender mais”.

Maria Expedita, como a maioria dos moradores do Povoado Matas, nunca acreditou que a estrada fosse feita. “Aqui ninguém acreditava, achava que era só conversa de político, mas a estrada taí, chegando”.

Fonte: Francisco Leal (http://www.piaui.pi.gov.br)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Bitrens com mais de 100 toneladas de peso já ameaçam vida útil da BR-235

Imagem: José Bonifácio/GP1Carretas retornando para o Ceará(Imagem:José Bonifácio/GP1)Carretas serpenteiam na estrada Gilbués/Santa Filomena, abarrotadas, com mais de 100 toneladas de soja ou calcário

Como centopeias alopradas, os gigantescos caminhões apelidados de Bitrens já serpenteiam ao longo da rodovia BR-235 (estrada Gilbués/Santa Filomena), entre a Serra das Guaribas e  a BR-135 (Monte Alegre/Gilbués), abarrotados de soja, com destino à Bahia e/ou ao Ceará.

Claro que é bonito a gente ver esses gigantes transportando a “riqueza” da região, gerando empregos e todas as polissemias que a palavra desenvolvimento pode nos oferecer. Mas por trás desse progresso, veículos de 9 eixos e 34 pneus estão trafegando com cargas acima do permitido por lei. Assim, vão danificar o asfalto da tão sonhada estrada, ainda em construção.


Imagem: José Bonifácio/GP10(Imagem:José Bonifácio/GP1)Se não for instalada balança de pesagem, em pouco tempo a BR-235 estará danificada, cheia de trilhos e trepidações

As transportadoras carregam os bitrens com 100 e até 120 toneladas, quando é permitido apenas 74 ton por carregamento. Desse jeito, o que era para ser uma estrada de primeira qualidade, em poucos anos poderá se transformar num verdadeiro “caminho de rato”, cheio  de trilhos e trepidações, que resultarão em um treme-treme frenético nos carros de passeio.

Preocupado com essa situação, o agricultor Erno Marcos Scherer, proprietário da Fazenda Jatobá, na Serra das Guaribas (Santa Filomena), informa que flagrou uma carreta com 100 toneladas de carga, transportando calcário do Ceará com destino a uma fazenda da região.


Imagem: ReproduçãoComentário(Imagem:Facebook)Comentário postado pelo agricultor e agrônomo Erno Marcos Scherer, no GP1/Blog do José Bonifácio, via Facebook

Segundo ele, temos que provocar as autoridades ou até mesmo a construtora responsável pela obra, a fim de que seja logo providenciada alguma forma de controle. “Estão transitado com a nota do peso tolerado e escondendo a outra do sobrepeso”, alerta Erno Scherer.

Na verdade, o ideal seria que a Polícia Rodoviária Federal instalasse - e com urgência - um Posto de Fiscalização no encontro da BR-235 com a BR-135, entre as cidades de Gilbués e Monte Alegre. Aliás, de Floriano/PI até Barreiras/BA não existe nenhum Posto de Fiscalização da Polícia Rodoviária Federal. São 811 quilômetros de rodovia federal, livres de abordagem, onde os abusos acontecem, a qualquer hora do dia ou da noite, e tudo pode acontecer.


Imagem: José Bonifácio/GP1Que tal uma (Imagem:José Bonifácio/GP1)Que tal um um Posto de Fiscalização da PRF aí, no encontro das BR's 135 e 235, inclusive com balança para pesagem?

É interessante que a Justiça Federal determine à União e ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) a instalação de pelo menos um posto da PRF nesse percurso, com balança de pesagem de veículos. Que tal ali, no encontro das duas BR’s?

O que é um Bitrem? - É uma combinação de dois semirreboques acoplados entre si através de uma quinta-roda situada na traseira do primeiro semirreboque, tracionados por um cavalo mecânico. Esta conjunção permite, em casos especiais, que o usuário transporte apenas um semirreboque, neste caso, o equipamento perde a característica do Bitrem.


Imagem: ReproduçãoOs bitrens(Imagem:Reprodução)O bitrem é composto por 9 eixos e 34 pneus, com 25 a 30 metros de comprimento, e peso máximo de até 74 toneladas

Os bitrens tradicionais são compostos por sete eixos, sendo o cavalo mecânico do tipo 6X4 ou 6X2 e mais dois semirreboques de dois eixos cada. O limite máximo de PBTC (Peso Bruto Total Combinado) varia de acordo com a legislação de cada país. No Brasil, o limite permitido é de 57 toneladas, com a capacidade de carga útil de 38 a 40 t, dependendo do peso do veículo.

Já os bitrens de nove eixos são obrigatoriamente tracionados por uma unidade tratora do tipo 6X4, e possuem três eixos em cada semirreboque. Aqui no Brasil o PBTC máximo que a atual legislação prevê é 74 toneladas, sendo o comprimento de 25 a 30 metros. 

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Usinas de Santa Filomena irão ofertar 1,6 milhão de toneladas de calcário em 2013

As três usinas de calcário já em pleno funcionamento no município de Santa Filomena, situado no sudoeste do Piauí, deverão produzir 430 mil toneladas de calcário para a safra 2012/2013, na produção de arroz, soja, milho e algodão no cerrado piauiense.

Essa produção de calcário nas usinas das mineradoras SAFICOL (Santa Filomena Indústria e Comércio de Calcário Ltda.), MCM (Mineradora de Calcário Matas) e INCAL (Indústria de Calcário Ltda.) gera aproximadamente 100 empregos diretos, beneficiando motoristas, tratoristas, operadores de máquinas, mecânicos e outros.

A produção de calcário é acontece durante 24 horas por dia, em ritmo bastante acelerado. As pedras são retiradas das minas, quebradas e levadas em esteiras para serem trituradas. Em seguida, o material passa por uma peneira e vai para um moinho, de onde sai o calcário.

A maior indústria de calcário em atividade é a SAFICOL (Santa Filomena Indústria e Comércio de Calcário Ltda.), de um dos pioneiros na agricultura mecanizada em todo o cerrado do Piauí, Antonio Luis Avelino Filho, em sociedade com os filhos Henrique Avelino e Víctor Avelino.

A produção estimada para o ano de 2012 é de 300.000 toneladas. Mas está sendo ampliada e, segundo informou o sócio-proprietário Henrique Avelino, a indústria deverá produzir 900 mil toneladas de calcário a mais na safra 2013/2014, totalizando cerca de 1.200.000 ton/ano.

Situada na localidade Campo Alegre, à altura do quilômetro 40 da rodovia PI-254 (Santa Filomena/Fazenda Nova Fronteira), a indústria SAFICOL gera 50 empregos diretos (criados pela própria SAFICOL) e outros 100 empregos indiretos (atendem à demanda da SAFICOL, mas são criados por outras empresas, em função da indústria de calcário SAFICOL).

Também estão em operação a MCM (Mineradora de Calcário Matas), no Povoado Matas, com capacidade para produzir 90 mil toneladas anualmente e a INCAL (antiga MINANTA), a primeira a industrializar calcário em Santa Filomena, que desde 1986 produz 40.000 toneladas por ano.

O crescimento do agronegócio no sul do Piauí tem obrigado as usinas de calcário a investir na modernização de equipamentos para aumentar a produção e atender à crescente demanda de mercado. E mais dois novos empreendimentos estão se instalando em Santa Filomena.

Uma dessas empresas é a CALPI (Calcário do Piauí Ltda), em instalação no lugar Malhada, próximo ao povoado Matas, ao lado da INCAL, que deverá produzir 300 mil toneladas ao ano.

A outra indústria a se estabelecer no município de Santa Filomena é a SM Minérios do Brasil, sediada em Fortaleza (CE). Os 03 (três) britadores e os 03 (três) moinhos, que serão movidos por quatro grupos geradores de energia elétrica, estão sendo instalados na Cabeceira do Riachão, também na margem direita da PI-254, a 30 quilômetros da zona urbana.

A empresa estima produzir 250 mil toneladas de calcário/ano. Haverá, inclusive, um sistema de armazenamento de pedras, a fim de que a indústria SM Minérios do Brasil fabrique o insumo durante o ano inteiro.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Estrada ruim dificulta, mais uma vez, o escoamento da soja em Santa Filomena

Durante o período de escoamento da safra de soja em Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, aumenta consideravelmente o volume de carretas nos 70 quilômetros da estrada PI-254, que vai da cidade de Santa Filomena à Fazenda Nova Fronteira, até se encontrar com a BR-235 (estrada Gilbués/Santa Filomena), que se acha em fase inicial de implantação/pavimentação.

Até o final dos trabalhos, cerca de 190 mil toneladas da oleaginosa produzidas na atual safra vão circular em cima de veículos de grande porte, sendo que metade dessa produção deverá ser escoada por essa via, o que equivale à carga de aproximadamente 3 mil carretas. Mas embora as próprias empresas invistam todos os anos na melhoria do trecho, a dificuldade     na hora de transportar o produto se agrava à medida que o estado de conservação piora.

O ponto de estrangulamento da PI-254 continua sendo a ladeira do Brejo das Éguas, situada a menos de 6 quilômetros da zona urbana de Santa Filomena, na qual o Governo do Estado do Piauí já gastou muito dinheiro na tentativa de rebaixá-la, mas, por motivos estranhos ao nosso conhecimento, nunca surtiu o efeito desejado.

No início da manhã de ontem, quarta-feira (11), mais uma carreta enguiçou e atravessou no meio da rampa, permanecendo lá durante todo o dia, obstruindo a passagem e provocando uma fila imensa de carretas. Felizmente, o caminhão - com 37 toneladas de calcário vindo de Araguaina (TO) e que retornaira carregado com soja - não caiu no precipício.

Além das perdas financeiras geradas pelo desgaste do veículo, os motoristas reclamam do cansaço excessivo. O maior prejuízo consiste no custo do frete, tendo em vista que em uma estrada não pavimentada e mal conservada o valor é majorado em, no mínimo, 20 por cento.

“Aqui tem que baixar pelo menos 3 metros, a fim de que os caminhões carregados consigam subir essa ladeira sem correr perigo. Todo ano a gente enfrenta esses mesmos problemas, principalmente na hora de transportar o adubo e a semente, mas parece que ninguém tá preocupado com a situação”, avalia o caminhoneiro Adauton Barbosa de Queiroz.

Segundo Adauton Queiroz, também presidente da comissão municipal do PSB, o partido do governador, um trator da Insolo Agroindustrial S/A permanece de plantão na ladeira, somente para rebocar as carretas. “Faço um apelo ao nosso governador Wilson Martins: pelo amor de Deus, mande rebaixar essa ladeira o mais rápido possível! Não podemos mais continuar arriscando nossas vidas”, reclama o ex-vereador.

Vale ressaltar que a ladeira do Brejo das Éguas está localizada na PI-254 e dá acesso às principais fazendas produtoras de grãos da região de Santa Filomena, como: Insolo, SLC Agrícola, Japurá, Irmãos Polo e Pinesso. E que a estrada Gilbués/Santa Filomena (BR-235) passa pelo Povoado Matas e Vale do Taquara, portanto, em uma rota totalmente diferente.