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domingo, 20 de setembro de 2015

Maranhense Lucca estreia pelo Corinthians e é decisivo nos dois gols

Imagem: MEU TIMÃO1(Imagem:MEU TIMÃO)Apresentado um dia antes do jogo, alto-parnaibano Lucca foi decisivo nos 2 gols e já recebe elogios da fiel corinthiana

O atacante Lucca, natural de Alto Parnaíba, cidade localizada no extremo-sul do Maranhão, viveu uma manhã iluminada neste domingo (20). O jogador fez sua estreia com a camisa do Corinthians e foi decisivo nas duas jogadas dos dois gols da vitória alvinegra no clássico.

Na saída do gramado, Lucca era só felicidade. Humilde, o novo atacante do Corinthians já mostrou que está no clima do restante do elenco e falou como um verdadeiro corinthiano.

"Eu sei que essa é a oportunidade da minha vida. Estou muito feliz, muito motivado de estar em um clube como esse", declarou o camisa 30, que foi apresentado ontem, sábado (19).

2(Imagem:1)Mesmo jogando só 20 minutos, Lucca foi escolhido como um dos três melhores jogadores em campo, com a média 9,3

"Agora é dar continuidade, com humildade e pé no chão. Foi um jogo importante que a gente venceu e vamos dar seguimento a isso", completou o atacante de apenas 25 anos de idade.

o estreante da tarde, Lucca, foi um dos melhores em campo. Ele, Jadson e Yago foram os mais votados. O melhor em campo foi, claro, o camisa 10, que marcou os dois gols da vitória. Jadson terminou com média 9.6. Lucca, que entrou faltando 15 min, e Yago ficaram com 9.3.

Lucca foi contratado na última terça-feira, vindo do Criciúma, de Santa Catarina. Ele foi relacionado pela primeira vez neste final de semana, entrou logo depois dos 30 minutos no lugar de Malcom e resolveu o clássico paulista para o Corinthians. Boa Sorte, LUCCA!


Fonte: www.meutimao.com.br

quarta-feira, 16 de julho de 2014

BR-235/PI: O sonho de várias gerações está se tornando realidade

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)DUAS GERAÇÕES! O entusiasmo de Damasceno Nogueira e Flávio Nogueira na ladeira do Saquinho, no Povoado Matas

Essa batalha é muito antiga. Há pelo menos três ou quatro décadas a necessidade por investimentos em logística para a região de Santa Filomena, pioneira na exploração do cerrado piauiense, passou a ser um assunto que chamou a atenção de políticos do Piauí.
 
Várias gerações de filomenenses sonharam com a estrada Gilbués/Santa Filomena. As lutas para materializar esse desejo não foram poucas. Porém, o sonho da construção começou a virar realidade quando a bancada federal (deputados e senadores), principalmente o senador Wellington Dias (PT-PI), interveio junto ao ex-ministro Alfredo Nascimento, dos Transportes, em busca da federalização, transformando a PI-254 em BR-235/PI. Aí, a estrada se tornou apta a receber recursos do Governo Federal, via PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Mas o processo de federalização só pôde ser efetivado após a manifestação da Assembléia Legislativa do Estado do Piauí (ALEPI), em maio/junho de 2011. Para tanto, o governador da época, Wilson Martins, teve que enviar mensagem ao Legislativo Estadual, 'doando' todo o percurso da rodovia estadual PI-254 – de Caracol a Santa Filomena – ao Governo Federal.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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2(Imagem:1)Com 3 pistas de rolamento, a ladeira do Saquinho contém uma base de brita com espessura superior a 40 centímetros

O conjunto de ações resultou na parceria entre o Governo do Estado e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), totalizando um investimento de mais de R$102 milhões. E até o final de 2014 será entregue o trecho, que ao todo soma 130,20 quilômetros de via, o qual está sendo asfaltado em Tratamento Superficial Duplo (TSD).

Isso é, sem nenhuma dúvida, a transformação do sonho e a necessidade de milhares de pessoas em realidade. A luta é do povo de Santa Filomena e de toda bancada federal piauiense. A vitória é do Piauí, em especial, dos filomenenses, nativos e/ou adotivos.


VÍDEO: Flávio Damasceno Santos Nogueira opina sobre importância da BR-235/PI

 
Como bem diz o professor e advogado Flávio Damasceno Santos Nogueira, que nasceu em Santa Filomena, mas reside e trabalha em Balsas (MA), a estrada é um sonho secular e foi objeto de promessas de candidatos a Prefeito, a Deputado, a Senador e a Governador.

Muitas gerações compartilharam o sonho de ver a região de Santa Filomena independente. Esse sentimento separatista tinha justificativas históricas. Todos reclamavam da situação de total abandono, chegando ao ponto de, em alguns momentos, nem se sentirem piauienses.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Rodovia BR-235/PI passando sobre o Rio Taquara, à altura da Fazenda Cachoeira, a 27 quilômetros de Santa Filomena

Era um verdadeiro descaso por parte do Governo Estadual, que sempre esteve - literalmente - com as costas viradas para o povo de Santa Filomena. Até parece que os nossos governantes e representantes, ao longo do Século XX, nunca acreditaram no desenvolvimento da região.

E olha que Santa Filomena é um município rico em todos os aspectos. Além da gigantesca potencialidade agrícola e pecuária, sendo o 5º maior produtor de grãos, um dos 15 maiores criadores de gado bovino do Piauí e uma das 23 maiores economias do Estado, a Terra colonizada por José Lustosa da Cunha detém belezas naturais raras, encantadoras.
 
Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
2(Imagem:1)E com a pavimentação asfáltica já ultrapassando a Fazenda Refresco, propriedade de Damasceno Lustosa Nogueira

Segundo o internauta Acácio Argus Bonfim Ferreira, são 102 rios e riachos perenes. Há até um rio que submerge em um sopé de Serra e aflora com piso azul numa caverna; inscrições rupestres; uma lagoa de borda circular, possivelmente cone de vulcão; temperatura média de 20 graus, com seis meses de inverno; um geiser; um cemitério de escravos encravado em rochas; cercas edificadas com grandes blocos de pedras; e diversas jazidas de Calcário.

Imagem: Reprodução1(Imagem:Reprodução)Conforme diz o internauta Acácio Ferreira, Santa Filomena possui, além do potencial agrícola, beleza e riqueza natural

Dizem até que existem manchas de Petróleo em Santa Filomena! Será mentira ou verdade?

Realmente, são diversas riquezas e maravilhas que precisam ser divulgadas aos piauienses, como, por exemplo, o afloramento de Atapulgita, um mineral raro e rentável, de coloração amarelada, existente apenas no Brasil e no Fort Benton, no estado de Montana (EUA).

Afinal, o que será toda essa riquíssima região de Santa Filomena com a excelente rodovia que está chegando? Quantas gerações passaram antes que o sonho se realizasse? Com certeza, tudo vem no seu devido tempo. E o tempo veio, agora! Passamos a viver um novo capítulo.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
2(Imagem:1)TÁ CHEGANDO!!! Os serviços de terraplanagem já estão entre as fazendas Certeza e Salto, a 15 km de Santa Filomena

Em síntese, a conclusão da BR-235/PI (estrada Gilbués/Santa Filomena) significa também a realização de um sonho antigo dos produtores rurais locais, dos moradores da vizinha cidade de Alto Parnaíba (MA) e de todas as comunidades instaladas ao longo da rodovia e vicinais.
 

Não somente irá reduzir custos e incentivar os setores agrícola e industrial; a BR-235/PI representa elevada importância social, pois terá grande impacto na educação, na saúde, na segurança, na produção e na geração de emprego e renda para as famílias de toda a região. 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Jornalista Lindolpho Almeida lança livro retratando a história do Alto Parnaíba

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Servidor da Gráfica do Senado, jornalista Lindolpho Almeida lança livro apontando à história da região do Alto Parnaíba

O jornalista e escritor alto-parnaibano Lindolpho do Amaral Almeira acaba de lançar mais um livro, agora retratando a história de Alto Parnaíba, no extremo-sul do Maranhão, e de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, municípios situados no curso alto do rio Parnaíba.

Sob o título Apontamentos para a História de Alto Parnaíba e Santa Filomena (Ou a criação da freguesia maranhense de N. S. da Vitória em terras do distrito piauiense), a obra constitui, em síntese, uma coletânea de dados sobre a formação histórica das cidades irmãs que Lindolpho Almeida garimpou em museus, bibliotecas e fontes diversas, como relatos orais, velhas cartas trocadas entre parentes e outros documentos esparsos.

Contém um grande volume de informações e materiais compilados durante anos de uma lenta e paciente pesquisa, com um esboço genealógico das famílias Lustosa, Nogueira, Brito, Amaral, Araújo, Vargas e Mascarenhas, pioneiras e fundadoras das duas povoações.

Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Capa do livro APONTANDO PARA A HISTÓRIA DE ALTO PARNAÍBA E SANTA FILOMENA, do escritor Lindolpho Almeida

O LIVRO
– Nasceu, sem demérito, como resultado do apego sentimental do autor à aldeia natal. O objetivo da obra, conforme Lindolpho do Amaral Almeida, é servir, acima de tudo, como um roteiro, uma espécie de banco de dados para os interessados em conhecer os fatos históricos da região alto-paranibana, onde se localizam as duas cidades de Alto Parnaíba e Santa Filomena, colonizadas devido à extensão pecuária a partir do médio São Francisco.

Outros aspectos da historiografia regional são também destacados na pesquisa de Lindolpho Almeida, como: a navegação fluvial que beneficiou ambas as comunidades por muitos anos; a participação de um grupo de moradores de Santa Filomena na sangrenta Guerra do Paraguai; e a questão de limites entre as províncias do Piauí e do Maranhão, no alto rio Parnaíba, quando da criação da freguesia de Nossa Senhora da Vitória.

Os interessados em adquirir o livro Apontamentos para a História de Alto Parnaíba e Santa Filomena (Ou a criação da freguesia maranhense de N. S. da Vitória em terras do distrito piauiense), com 385 páginas e pelo preço de R$ 30, poderão se dirigir ao Comercial Moçambique, à Av. Pres. Getúlio Vargas, no centro comercial de Santa Filomena.


Imagem: José Bonifácio/GP13(Imagem:José Bonifácio/GP1)O livro de Lindolpho do Amaral Almeida pode ser encontrado por R$ 30, no Comercial Moçambique, em Santa Filomena

O AUTOR
– Lindolpho do Amaral Almeida nasceu em Alto Parnaíba, em 8 de setembro de 1951, dia da padroeira de sua cidade. É o quinto filho do casal Raimundo (Mundico) Alves de Almeida, natural de São João dos Patos (MA), e Creusa do Amaral, falecida em 1989, filha do capitão da Guarda Nacional Lindolpho Lustosa do Amaral Brito e de Cândida Lustosa de Brito, primos e integrantes da terceira geração da família fundadora da cidade de Alto Parnaíba.

Lindolpho Almeida saiu de Alto Parnaíba em 1969, acompanhando os pais em mudança para Brasília, onde reside desde então. Servidor público (Senado Federal) e jornalista, em 2009 publicou o livro de crônicas em homenagem ao pai fazendeiro, Personagens do Sertão, o universo pitoresco de Mundico Almeida, no qual retrata o seu modo alegre de viver e a índole burlesca dos sertanejos da região do Alto Parnaíba maranhense e piauiense. 


domingo, 19 de maio de 2013

Alto Parnaíba, no extremo-sul do MA, comemora hoje 147 anos de fundação


Imagem: Reproduçãoo(Imagem:Reprodução)Alto Parnaíba, a cidade mais ao sul do Maranhão, fundada por Cândido Lustosa, comemora hoje 147 anos de fundação


Situada na margem esquerda do Rio Parnaíba, onde primitivamente habitaram os índios "Tapuias", a atual cidade de Alto Parnaíba, no extremo-sul do Maranhão, teve na pessoa de Francisco Luís de Freitas, seu primeiro povoador quando, em busca de uma área adequada ao cultivo agrícola, ali se instalou, dando-lhe o nome de Fazenda Barcelona.

Posteriormente, Cândido Lustosa abandonou o Piauí e fixou-se nas proximidades da Fazenda Barcelona, vindo a se constituir, também, em pioneiro do desbravamento na área, participando na construção da primeira Igreja e de muitas outras atividades, em benefício do lugar. Tempos depois, os povoadores mudaram o nome do lugar para Vila de Nossa Senhora da Vitória.


Cândido Lustosa, fundador da cidade de Alto Parnaíba
A 19 de maio de 1866, Francisco Luís de Freitas e sua mulher Micaela Abreu doaram as terras de sua Fazenda Barcelona à Igreja local. A partir desse momento, a povoação foi se desenvolvendo, até ser criado o município, com o gentílico Alto-parnaibano.

Formação administrativa - Distrito criado com a denominação de Vitória do Alto Parnaíba, pela lei provincial nº 974, de 08-06-1871, subordinado ao município de Loreto. Até aí, quando passou à condição de distrito administrativo de Loreto, Maranhão, Alto Parnaíba pertencia ao município piauiense de Paranaguá (PI), do qual foi desmembrado.

Quase dez anos depois, foi elevado à categoria de Vila, com a denominação de Vitória do Alto Parnaíba, pela lei provincial nº 1227, de 09-04-1881, desmembrado de Loreto. A Vila começou na beira do rio Parnaíba, em frente à atual cidade de Santa Filomena (PI), e logo depois foi se expandindo. Posteriormente, a povoação ganhou uma Praça e a Igreja Matriz.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede, de acordo com as divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII1937. Pelo decreto-lei estadual nº 820, de 30-12-1943, o município de Vitória do Alto Parnaíba passou a denominar-se Alto Parnaíba. No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município já denominado Alto Parnaíba é constituído do distrito sede. Pela lei estadual nº 269, de 31-12-1948, são criados os distritos de Brejo da Porta e Curupá. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Alto Parnaíba, Curupá e Brejo da Porta, assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.


Imagem: José Bonifácio/GP1Igreja(Imagem:José Bonifácio/GP1)Praça Cel. Antonio Luiz e Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe, local onde começou a Vila de Vitória do Alto Parnaíba

Pela lei estadual nº 2168, de 19-12-1961, desmembra do município de Alto Parnaíba o distrito de Brejo da Porta, elevado à categoria de município com a denominação de Tasso Fragoso. Assim, em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município passou a ser constituído de 2 distritos: Alto Parnaíba e Curupá, conforme a divisão territorial datada de 2005.

Alteração toponímica municipal - Vitória do Alto Parnaíba para Alto Parnaíba foi alterado pelo decreto estadual nº 820, de 30 de dezembro de 1943.

A bandeira oficial do município de Alto Parnaíba foi criada através de concurso, que envolveu todos os alunos das redes de ensino municipais e privadas do município. Venceu a criada pelo aluno da 8ª série do CECAP (Centro Educacional Cenecista de Alto Parnaíba), Dhiancarlos Teixeira Pacheco, então com 16 anos de idade, em 19 de maio de 1993.

Imagem: ReproduçãoBandeira Oficial de Alto Parnaíba,(Imagem:Reprodução)Bandeira Oficial de Alto Parnaíba, criada através de concurso, vencido por Dhiancarlos Pacheco, a 19 de maio de 1993

Lista de prefeitos de Alto Parnaíba, desde a sua fundação, em 1866:

1866 a 1871 Candido Lustosa (fundador)
1871 a 1893 Antonio Luiz do Amaral Britto
1893 a 1912 Samuel Lustosa do Amaral Britto
1912 a 1917 Adolpho Lustosa do Amaral Britto
1917 a 1924 João Pereira Lopes
1924 a 1925 Dr. Miguel de Lima Verde
1926 a 1927 Odonel de Araujo Britto
1928 a 1931 Adolpho Lustosa do Amaral Britto
1932 a 1933 Manoel Martins Moreira
1933 a 1934 Adolpho Lustosa do Amaral Britto
10/06/1934 a 4/8/1935 Josué de Moura Santos
5/8/1935 a 14/12/1936 José Soares
15/12/1936 a 15/5/1947 Raimundo Lourival Lopes
16/5/1947 a 15/2/1948 Palmeron do Amaral Brito
16/2/1948 a 1950 José Soares
1951 a 1953 João Borges Leitão
1954 a 1955 Elias de Araujo Rocha
1956 a 1961 José Soares
1962 a 1965 Raimundo Alves de Almeida
1966 a 1970 Antônio Rocha Filho
1971 a 1972 Luiz Gonzaga da Cruz Lopes
1973 a 1976 Corintho de Araujo Rocha
1977 a 1982 Renan Soares
1983 a 1988 Antônio Rocha Filho
1989 a 1992 José de Freitas Neto
1993 a 1996 Adalto Gomes da Silva
1997 a 2000 José de Freitas Neto
2001 a 2004 Raimunda de Barros Costa
2005 a 2008 Raniere Avelino Soares
2009 a 2012 Ernani do Amaral Soares
2013 a 2016 Itamar Nunes Vieira

Imagem: Dhiancarlos PachecoPrefeito Itamar(Imagem:Dhiancarlos Pacheco)Prefeito Itamar Nunes Viera (PSB) e vice-prefeito Raimundo Nonato de França Almeida (PT), eleitos em outubro de 2012

PERFIL MUNICIPAL DE ALTO PARNAÍBA - MA:

Data de instalação: Ano de 1881
População - Censo 2010: 10.765 habitantes
Estimativa da População - 2012: 10.856 habitantes
Crescimento anual da população - 2000-2010: 0,57%
Natalidade 2010: 197 nascidos vivos
Urbanização 2010: 65,29%
IDH - 2000: 0,636
Índice de Gini - 2010: 78,87
Área: 11.132 km2 
Densidade Demográfica - 2010: 0,97 hab./km2

Imagem: José Bonifácio/GP1Antiga Vila de Vitória do Alto Parnaíba, atual cidade de Alto Parnaíba, vista da(Imagem:José Bonifácio/GP1)Antiga Vila de Vitória do Alto Parnaíba, atual Alto Parnaíba, vista da vizinha cidade de Santa Filomena, Estado do Piauí

Quase metade abaixo da linha da pobreza
- No município, de 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a R$ 140,00 reduziu em 33,2%; para alcançar a meta de redução de 50%, deve ter, em 2015, no máximo 33,5%. Para estimar a proporção de pessoas que estão abaixo da linha da pobreza foi somada a renda de todas as pessoas do domicílio, e o total dividido pelo número de moradores, sendo considerado abaixo da linha da pobreza os que possuem renda per capita até R$ 140,00 (Cento e Quarenta Reais). No caso da indigência, este valor será inferior a R$ 70,00 (Setenta Reais).

Imagem: ReproduçãoDe(Imagem:Reprodução)Em 2010, de acordo com o IBGE/IPEA, quase metade da população alto-parnaibana vivia abaixo da linha da pobreza

Renda concentrada
- A participação dos 20% mais pobres da população na renda passou de 3,2%, em 1991, para 0,0%, em 2000, aumentando ainda mais os níveis de desigualdade. Em 2000, a participação dos 20% mais ricos era de 70,9%.

Jovens alfabetizados - No município, em 2010, 13,1% das crianças de 7 a 14 anos não estavam cursando o ensino fundamental. A taxa de conclusão, entre jovens de 15 a 17 anos, era de 41,8%. Caso queiramos que em futuro próximo não haja mais analfabetos, é preciso garantir que todos os jovens cursem o ensino fundamental. O percentual de alfabetização de jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos, em 2010, era de 94,8%.

Imagem: ReproduçãoVista aérea da cidade de Alto Parnaíba, tendo ao fundo o Bairro São José e o campo de futebol Serra Dourada(Imagem:Reprodução)Vista aérea da cidade de Alto Parnaíba(MA), tendo-se ao fundo o Bairro São José e o campo de futebol Serra Dourada

A distorção idade-série eleva-se à medida que se avança nos níveis de ensino. Entre alunos do ensino fundamental, estão com idade superior à recomendada nos anos iniciais (33,0%) e nos anos finais (46,9%) chegando a 55,5% de defasagem nos que alcançam o ensino médio.

No IDEB, o município de Alto Parnaíba está na 4.492.ª posição, entre os 5.565 do Brasil, quando avaliados os alunos da 4.ª série , e na 4.847.ª, no caso dos alunos da 8.ª série.

Mercado de trabalho - Com relação à inserção no mercado de trabalho, havia menor representação das mulheres. A participação da mulher no mercado de trabalho formal era de 44,0% em 2011. O percentual do rendimento feminino em relação ao masculino era de 54,1% em 2011, independentemente da escolaridade. Entre os de nível superior, 38,6 por cento.

Mortalidade infantil - O número de óbitos de crianças menores de um ano no município, de 1995 a 2010, foi 36. A taxa de mortalidade de menores de um ano para o município, estimada a partir dos dados do Censo 2010, é de 33,8 a cada 1.000 crianças menores de um ano. Das crianças de até 1 ano de idade, em 2010, 15,9% não tinham registro de nascimento em cartório. Este percentual cai para 2,9% entre as crianças até 10 anos.

Imagem: Smith RosaSede da(Imagem:José Bonifácio/GP1)Câmara Municipal, sede do Poder Legislativo de Alto Parnaíba, onde os 09 vereadores representam 10.765 habitantes

AIDS e outras doenças
- Alto Parnaíba registrou, de 1996 a 2012, 5 (cinco) casos de AIDS diagnosticados. Com relação às doenças transmitidas por insetos, chamados vetores, como espécies que transmitem malária, febre amarela, leishmaniose, dengue, dentre outras doenças, entre 2001 e 2009, houve 168 casos de doenças transmitidas por mosquitos, dentre os quais nenhum caso confirmado de malária, nenhum caso confirmado de febre amarela, 30 casos confirmados de leishmaniose, 138 notificações de dengue.

Meio ambiente - O município declara ter apresentado ocorrências impactantes observadas com freqüência no meio ambiente nos últimos 24 meses, mas sem alteração ambiental que tenha afetado as condições de vida da população. Alto Parnaíba não possui Conselho Municipal de Meio Ambiente e nem possui Fundo Municipal de Meio Ambiente.
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Mesmo assim, a municipalidade contou com recursos específicos para a área ambiental nos últimos 12 meses, e vem realizando licenciamento ambiental de impacto local.

Saneamento básico - Em 2010, 51,1% dos moradores da zona urbana de Alto Parnaíba tinham acesso à rede de água geral, com canalização em pelo menos um cômodo, e 2,5% possuíam formas de esgotamento sanitário consideradas adequadas.

Imagem: Dhiancarlos PachecoPraça Cel. Adolpho Lustosa, zona central de Alto Parnaíba, (Imagem:Dhiancarlos Pacheco)Praça Cel. Adolpho Lustosa, no centro de Alto Parnaíba, tradicional ponto de encontro da comunidade alto-parnaibana

Urbanização - Como instrumento de planejamento territorial, o município não dispõe de Plano Diretor. Porém declarou, em 2008, não existirem loteamentos irregulares e também favelas, mocambos, palafitas ou assemelhados. Também não há processo de regularização fundiária, assim como não existe legislação municipal específica que dispõe sobre regularização fundiária e sem plano ou programa específico de regularização fundiária.

Não existem moradores urbanos vivendo em aglomerados subnormais (favelas e similares). Em 2010, 68,3% dos moradores urbanos contavam com o serviço de coleta de resíduos e 93,0% tinham energia elétrica distribuída pela CEMAR (Companhia Energética do Maranhão).

Em síntese, Alto Parnaíba é, apesar da concentração de renda, um dos municípios que mais se desenvolvem no Maranhão, rompendo as barreiras do tempo, crescendo e trilhando uma bela história, que é fundamentalmente importante para toda a microrregião do Alto Parnaíba.

Parabéns ao povo de Alto Parnaíba pelo 147º aniversário de fundação da cidade, motivo de júbilo para todo o sul maranhense. Queremos manifestar o nosso mais sincero desejo de que Alto Parnaíba consiga seguir o caminho do desenvolvimento. Mas um desenvolvimento que beneficie não apenas a região, mas, sobretudo, o seu povo, assim como é a vontade de todos os que consideram a felicidade popular como o mais forte objetivo a ser perseguido.

Fonte: IBGE, MEC, Portal ODM e outras