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quinta-feira, 30 de março de 2017

Ausência do Poder Público obriga cidadãos a construírem ponte sobre o Rio Taquara

Já que o Poder Público não atendeu às reivindicações, cidadãos se juntam e constroem ponte no Rio Taquara



Com 24,0 metros de extensão, 5,8 metros de altura máxima e 3,5 metros de largura, a ponte sobre o Rio Taquara, na localidade Ponta da Serra, distante 26 quilômetros da cidade de Santa Filomena, finalmente está sendo concluída a ponte que vai ligar a fértil margem esquerda do Taquara à BR-235/PI.

Na verdade, a margem esquerda do médio e baixo Rio Taquara tem sido esquecida por todas as administrações municipais de Santa Filomena. O último prefeito que pelo menos manteve uma estrada trafegável entre o Fervedor e o Brejo do Curral foi João Lustosa, há 18 anos, no tempo da Associação do Vale do Taquara, que era presidida pelo saudoso Elison Lopes de Sousa. De lá para cá, nada mais; só restou abandono e esquecimento.

Iniciada há quase 4 anos, esta obra está orçada em cerca de R$ 50 mil, segundo o marceneiro "Guerrinha"
Construída pelos senhores Osnni Avelino Vianna, Juarês Pereira de Morais e Celso dos Santos Alves (Guerrinha), com a ajuda dos vizinhos Marcelo Morais, Geraldo, Orlando e Bento, além de alguns outros, a obra, segundo o marceneiro Guerrinha, está orçada em cerca de R$ 50 mil. E ainda faltam as cabeceiras da ponte (cortes e aterros) e as vias de acesso às moradias de Orlando, Pedro Lopes, Marcelo, Juarês, Bento, Ricardo Lopes, Elismar, Damião, Mercês e da família de seu Ita, que tanto sonhou com a ponte.

A ponte foi erguida com poucos recursos financeiros e muita força de vontade, por iniciativa dos cidadãos Osnni Avelino Vianna, Juarês Pereira de Morais e Itamar Lima Lustosa (Seu Ita), com a ajuda de alguns amigos. A obra irá beneficiar a 'esquecida' margem esquerda do Rio Taquara, ligando às localidades Barra dos Patos, Buriti Escuro, Riacho da Areia e Coqueiro, região produtora de alimentos, que fica a 3 quilômetros da BR-235/PI (estrada Gilbués/Santa Filomena) e a 26 quilômetros da cidade de Santa Filomena.

A ponte da Ponta da Serra tem 24 metros de comprimento, até 5,8 metros de altura e 3,5 metros de largura
A mão-de-obra da tão sonhada ponte, sob responsabilidade do senhor Celso dos Santos Alves, o “Guerrinha”, foi paga faz uns 4 (quatro) anos pelo engenheiro agrônomo Osnni Avelino Vianna, que lhe vendeu uma caminhonete Toyota Bandeirante, pelo valor de R$ 15 mil, ficando R$ 6 mil e 500 reais para serem pagos com o serviço da ponte da Ponta da Serra. 

Tudo começou faz uns cinco anos, quando em tinha uma loja de material de construção em Alto Parnaíba. Um dia chegaram lá Juarês e seu Ita, me pedindo uma colaboração para fazer essa ponte; me explicaram que havia sido prometida por um candidato a prefeito, que ganhou a eleição, mas que já tinham se passado quatro anos e nada da ponte, e que por causa disso eles tiveram a idéia de pedir patrocínios. Eu lhes disse que voltassem no dia seguinte para a gente conversar sobre o assunto”, conta Osnni Avelino.

Cabeceira da ponte na margem esquerda do Rio Taquara, que vai precisar de quase 10 metros de aterro


E continua Osnni Avelino Vianna: “No retorno deles, assumi o compromisso de fazer a ponte, sem imaginar que seria uma obra tão grande e em um lugar de difícil acesso. Então chamaram o Guerrinha e novamente me procuraram para conversarmos sobre o custo da mão-de-obra. E ficou acertado que eu pagaria a importância de R$ 6.500,00. Tive que vender uma Toyota Bandeirante ao Guerrinha, pelo valor de 15 mil reais, sendo que, dessa quantia, 6 mil e 500 reais ele me pagaria com a mão-de-obra da ponte”. 

Osnni Avelino - que honrou 100% do seu compromisso - conta ainda que logo no início do serviço, há quase 4 anos, ele comprou uma vaca por R$ 1.480 reais para alimentar os trabalhadores, quando a madeira começou a ser retirada na Vazante Grande e transportada em um caminhão que ele tinha ou no Buriti Escuro e carregada em carro-de-boi, distante uns 3 quilômetros.

OSNNI: "A idéia dessa ponte começou faz uns cinco anos, quando fui procurado por Juarês e seu Ita"


A gestão municipal anterior deu sua contribuição, embora pequena, diante da importância da obra: o transporte de 47 pranchas (vindas da Vazante Grande, região das Matas), pois a maioria da madeira foi retirada no Buruti Escuro e carregada em Carro-de-Boi pelos senhores Marcelo, Juarês e Geraldo; a administração Esdras Avelino contribuiu ainda com 20 sacos de cimento, pagou 20 diárias no serviço de fundação das estacas de sustentação (R$ 1.000,00) e cedeu 08 (oito) horas da Retroescavadeira da Prefeitura.

É importante registrar que diversas outras pessoas - não temos como citar nomes de todas - vêm ajudando, ao longo da construção, com pequenas contribuições (café, açúcar, arroz, chambaril... ). Entretanto, o pequeno agricultor Juarês Morais não tem mais como arcar com as outras despesas; inclusive, está devendo no açougue, na mercearia e em outros comércios.

FALTA MUITO, AINDA! Esperamos que a gestão Carlos Braga se sensibilize e ajude a esses cidadãos


Esperamos que o prefeito Carlos Braga se sensibilize com a causa desses cidadãos e contribua muito mais com essa importante obra. É o mínimo que se pode aguardar. Afinal de contas, ainda faltam as cabeceiras da ponte e as estradas, que irão possibilitar o escoamento da produção agrícola da área.

SINAL VERDE! E segundo assessores e pessoas mais próximas do prefeito Carlos Braga, como o vereador licenciado e secretário municipal de Educação, professor Tony Santos, o Dr. Carlos acaba de sinalizar que irá oferecer todo o apoio que for necessário, a fim de que o sonho dos moradores da margem esquerda do Médio Rio Taquara se concretize por completo.
 

terça-feira, 23 de junho de 2015

Dona Lovina Avelino completa 100 anos de vida e com os 14 filhos vivos

Imagem: Iago Avelino1(Imagem:Iago Avelino)Dona LOVINA LUSTOSA AVELINO, que desde 1970 mora em Taguatinga (DF), está completando hoje 100 anos de vida

Um século de Vida! Um limite de idade que poucas pessoas conseguem alcançar no Brasil. É uma proeza para brasileiros raros, e merece ser comemorada com alegria e muita honra ...
 

Dona LOVINA LUSTOSA AVELINO está recebendo hoje, terça-feira, 23 de junho de 2015, em Taguatinga (DF), os 109 membros descendentes seus para comemorar os 100 anos de vida.

Neta do Coronel José Lustosa da Cunha, mais tarde o “Barão de Santa Filomena”, Lovina Lustosa Avelino nasceu em Santa Filomena, a 910 quilômetros de Teresina, a 23 de junho 1915. Dona Lovina é a genitora do prefeito de Santa Filomena, senhor Esdras Avelino Filho.


 Imagem: Iago Avelino1(Imagem:Iago Avelino) 2(Imagem:Iago Avelino)Segundo relato de filhos, apesar dos 100 anos de idade e do Mal de Alzheimer, Dona Lovina ainda consegue caminhar

Dona Lovina é filha de Cícero Lustosa da Cunha Filho (neto do Cel. José Lustosa da Cunha, o Barão de Santa Filomena) e de Emília Lustosa da Cunha (filha do Barão de Santa Filomena).

Lovina Lustosa casou-se com Esdras Avelino, no dia 05 de janeiro de 1935, com quem teve 14 filhos (7 homens e 7 mulheres), todos vivos: Eva, Emília, Maria Auxiliadora, Cícero, Marly, Quirino, João Lustosa, Elizabeth, Janete, Esdras Filho, Paulo, Anchieta, Tarcísio e Goreth.
 
Imagem: Silvia Avelino1(Imagem:Silvia Avelino)
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2(Imagem:1)Os descendentes de Lovina Lustosa Avelino já somam 109 pessoas: 14 filhos, 46 netos, 47 bisnetos e 02 tetranetos

Mudou-se com a família para Brasília (DF) em 1970, onde até hoje reside, na cidade-satélite de Taguatinga. No ano de 1985, morreu o esposo, Esdras Avelino, após 50 anos de união.

Ao completar 100 anos de vida, Dona Lovina Lustosa Avelino, que há anos vem sofrendo com o “Mal de Alzheimer”, enfermidade progressiva em que os sintomas agravam-se com o passar do tempo, conta com uma numerosa família: 14 filhos, 46 netos, 47 bisnetos e 02 tetranetos.


Imagem: Silvia Avelino1(Imagem:Silvia Avelino)
2(Imagem:1)Desde o útlimo Domingo (21) eles começaram a chegar a Brasília para comemorar do 100º aniversário de Dona Lovina

Dona Lovina Avelino foi funcionária dos Correios e Telégrafos, função na qual se aposentou.

“Dona Lovina sempre foi muito religiosa; e ela teve um papel relevante junto ao Apostolado da Oração de Santa Filomena, grupo constituído por fiéis católicos, tendo exercido a presidência por mais de 20 anos”, conta uma de suas noras, a jornalista Sílvia Amaral Almeida Avelino.

Logo mais às 18h00 será celebrada Missa em Ação de Graças, na residência de Dona Lovina.


Fonte:  Sílvia Amaral Almeida Avelino

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Santa Filomena vai comemorar seu 150º aniversário de fundação

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Apesar dos 150 anos de história, Santa Filomena é uma das poucas cidades que não comemoram a data de fundação

No dia 25 de agosto de 2015 a cidade de Santa Filomena, posicionada no sudoeste do Piauí, distante 910 quilômetros de Teresina, estará comemorando seus 150 anos de fundação.

Mas Santa Filomena é - talvez - a única entre as 5.570 cidades do Brasil que não se habituou a comemorar o aniversário de emancipação política, nem tampouco a data de sua fundação.

E mais; além de não comemorar a criação ou a independência administrativa, Santa Filomena ainda não possui a Bandeira, o Hino ou sequer o Brasão, símbolos oficiais da municipalidade.


Imagem: Reprodução1(Imagem:Reprodução)Em alusão aos 150 anos da cidade, propomos a construção do busto do Barão de Santa Filomena, na Praça da Matriz

Na tentativa de se preencher essa omissão de 150 anos de história e solidificar fragmentos culturais, estamos propondo ao prefeito municipal de Santa Filomena, senhor Esdras Avelino Filho (PTB), e ao secretário municipal de Educação (SEME), professor Pedro Eimard Maia de Sousa, a realização de concurso para que se escolham o HINO, a BANDEIRA e o BRASÃO.

Também sugerimos a construção do BUSTO do fundador da cidade, Coronel José Lustosa da Cunha, mais tarde agraciado com o título nobiliárquico de Barão de Santa Filomena, na Praça Barão de Paraim (Praça da Matriz), como parte das comemorações alusivas ao 150º Aniversário (Sesquicentenário) de criação do município de Santa Filomena com a atual denominação, que deverão acontecer no dia 25 de Agosto de 2015, terça-feira, em conformidade com a Resolução Provincial nº 586, de 25 de Agosto de 1865.


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Praça Barão de Paraim (José da Cunha Lustosa), que era irmão de José Lustosa da Cunha (Barão de Santa Filomena)

Portanto, Santa Filomena foi estabelecida através da Resolução Provincial nº 586, de 25 de agosto de 1865, assinada pelo então governador da Província do Piauhy, Franklin Américo de Meneses Dória (1864-1866), primeiro e único Barão de Loreto, advogado, magistrado, político, orador e poeta brasileiro, membro fundador da Academia Brasileira de Letras (ABL).

A ação governamental, criando oficialmente o município e instituindo a Vila de Santa Filomena, teria sido uma espécie de prêmio pelo embarque em Teresina do 2º Corpo de Voluntários da Pátria, comandado pelo Coronel José Lustosa da Cunha, o Barão de Santa Filomena.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
2(Imagem:1)Avenida Barão de Santa Filomena, única homenagem prestada ao Coronel José Lustosa da Cunha, fundador da cidade

Pelo relevante motivo, Santa Filomena figura nos anais da História-Pátria por sua participação - contribuiu com 234 voluntários, dentre os 404 do efetivo piauhyense - na sangrenta Guerra do Paraguai, o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul, travado entre o Paraguai e a Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai). Iniciada com a invasão da província brasileira de Mato Grosso pelo exército do Paraguai, sob ordens do presidente Francisco Solano López, a guerra estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870.

Aguardamos, pois, que o prefeito Esdras Avelino Filho e o secretário Pedro Eimard Maia de Sousa (Educação) estejam sensíveis às razões do pedido, e tentem viabilizar as festividades alusivas ao 150º aniversário de fundação de Santa Filomena, no Alto Parnaíba Piauiense.

Veja cópia do REQUERIMENTO Nº 026/2015, votado e aprovado em 1º de junho de 2015:


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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Feriado municipal marca os 149 anos de fundação de Santa Filomena

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Praça Barão de Paraim e Igreja Matriz de Santa Filomena, cartão-postal da cidade fundada por José Lustosa da Cunha

Apesar de ainda não haver nenhuma comemoração oficial na cidade, o dia 25 de Agosto é um dos 03 (três) feriados municipais, conforme determina a Lei Orgânica. O município de Santa Filomena, posicionado no Alto Parnaíba Piauiense, foi criado sob a denominação atual pela Resolução Provincial nº 586, de 25 de agosto de 1865, assinada pelo governador da Província, Franklin Américo de Meneses Dória (1864-1866).

A cidade fundada por José Lustosa da Cunha, mais tarde “Barão de Santa Filomena”, e que tende a crescer impulsionada pela força do agronegócio, completa hoje 149 anos de história.

Embora já seja considerada uma das 23 maiores economias do Piauí, e estar passando por um processo continuado de urbanização, promovendo o afastamento das características rurais, Santa Filomena ainda conserva o ar interiorano, fato que conquista os visitantes.


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Avenida Barão de Santa Filomena, em homenagem ao fundador da cidade, o Tenente Coronel José Lustosa da Cunha

Santa Filomena figura nos anais da História-Pátria por sua participação na sangrenta Guerra do Paraguai, o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul, travado entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, composta por Brasil, Argentina e Uruguai. Iniciada com a invasão da província brasileira de Mato Grosso pelo exército do Paraguai, sob ordens do presidente Francisco Solano López, a guerra estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870.

Imagem: Reprodução2(Imagem:Reprodução)Esta é Santa Filomena vista do alto, por satélite, mostrando a cidade fundada por José Lustosa da Cunha, há 149 anos

A esse respeito, diz Pereira da Costa, em sua Cronologia Histórica do Estado do Piauí:

"1865 - Agosto 10 - embarca em Teresina o 2º Corpo de Voluntários da Pátria", sob o comando do Tenente Coronel José Lustosa da Cunha, com destino a campanha do Paraguai.

O corpo seguiu para Parnaíba, de onde partiu para o Maranhão e embarcando ali no Vapor Tocantins, desembarcou no Rio de Janeiro em 9 de setembro. Nesse Corpo seguiu como 2º Sargento a heroína e distinta Jovita Alves Feitosa, impedida pelo Ministro da Guerra, de seguir para os campos de batalha, frustrando-lhes os seus sonhos.

Em sua rota para o sul tocou o 'Tocantins' no Porto de Recife em 01 de setembro; e noticiando o "Diário de Pernambuco" do dia seguinte a passagem do corpo de voluntários piauienses, disse o seguinte:

"... este Corpo comandado pelo distinto senhor Coronel José Lustosa da Cunha, foi organizado pelo mesmo na Vila de Santa Filomena, que demora cerca de 200 léguas distante do litoral e umas 100 da capital da Província".

"... sem embargo de ser uma Vila de recente fundação, e por conseguinte ainda pouco populosa, contribuiu essa localidade para o desforço da Pátria ultrajada com 234 voluntários, que aí seguem reunidos a outros até a comarca de Parnaguá, em número de 404, que foram o efetivo deste brilhoso corpo composto em seu todo de uma mocidade válida e de porte Marcial".


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Rua Presidente Getúlio Vargas, princiapal via de Santa Filomena, ligando a Avenida Barão de Santa Filomena à BR-235
 
Segundo a tradição local, o nome do município foi dado pelo fundador, Coronel José Lustosa da Cunha, mais tarde agraciado com o título nobiliárquico de Barão de Santa Filomena, que teria adquirido na Bahia uma imagem de Santa Filomena para a ser padroeira do lugar e, em homenagem à Santa, pôs o nome de Filomena (Filomena Lustosa da Cunha) em sua filha.

Já o município foi criado com a denominação atual pela Resolução Provincial nº 586, de 25 de agosto de 1865, assinada pelo então governador da Província do Piauhy, Franklin Américo de Meneses Dória, primeiro e único Barão de Loreto, advogado, político, orador, magistrado e poeta brasileiro, membro fundador da Academia Brasileira de Letras.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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2(Imagem:1)Após 149 anos de fundação, Santa Filomena passa por processo de urbanização, afastando as características rurais

A ação governamental teria sido uma espécie de prêmio ao embarque em Teresina do 2º Corpo de Voluntários da Pátria, comandado pelo Ten. Cel. José Lustosa da Cunha.

Parabéns, SANTA FILOMENA, por mais um aniversário! O GP1/Blog do José Bonifácio parabeniza todos os filomenenses. Gente que, com seu trabalho diário, constrói a cidade.

Muitos aqui nasceram, outros aqui chegaram, e constituíram família. Por isso, não medem esforços quando se fala em solidariedade, em busca do bem-estar comum. Orgulhosamente nos inserimos no rol daqueles que saúdam a cidade pelos seus 149 anos de fundação.


sábado, 9 de agosto de 2014

Santa Filomena ganha seu primeiro hotel de luxo e em local privilegiado

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Hotel e Restaurante Santo Antonio, localizado à rua Leônidas Melo, a 30 metros do Rio Parnaíba, em Santa Filomena (PI)

A cidade de Santa Filomena, distante 905 quilômetros de Teresina, e que tem no agronegócio o forte da sua economia, acaba de ganhar o primeiro hotel de luxo, em um local privilegiado.

Está em funcionamento o Hotel e Restaurante Santo Antonio. O investimento já ultrapassa a casa do R$ 1 milhão, com recursos próprios dos irmãos Alano Lustosa Pinheiro e Avelar Lustosa Pinheiro, que durante mais de 30 anos residiram em Parauapebas (PA).
 
Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)
2(Imagem:1)Empreendimento pertencente aos irmãos Avelar Lustosa Pinheiro e Alano Lustosa Pinheiro custou mais de R$ 1 milhão

Localizado na Rua Leônidas Melo, a menos de 50 metros do Rio Parnaíba, o empreendimento começou a atender com 10 suítes (quartos com banheiros exclusivos) e se destina a um público mais ou menos exigente, mas que nem por isso quer pagar mais caro.

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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4(Imagem:3)Imagens internas de uma das suítes, do restaurante, da cozinha e da lavanderia do Hotel e Restaurante Santo Antonio
A obra, iniciada em março de 2013, contará com mais 10 suítes, segundo o sócio-proprietário Alano Lustosa Pinheiro. “Pretendemos concluir nossa obra até o final de Setembro”, conta.

Todos os apartamentos do Hotel e Restaurante Santo Antonio têm TV LED, frigobar, ar condicionado e acesso à internet sem fio (Wi-Fi). A diária custa de R$ 75,00 (Solteiro) a 120,00 (Casal), com Café da Manhã. O restaurante opera das 6h00 às 22h00, diariamente.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
5(Imagem:4)Com um amplo estacionamento, o Hotel Santo Antonio atende na calçada à noite, servindo bebidas, sucos e tira-gostos

“Também temos atendimento na calçada do hotel. Todos os dias, a partir das 5 horas da tarde, servimos bebidas, sucos e tira-gostos, assim como feijoada aos domingos e peixada durante a semana”, diz o sócio-proprietário Avelar Lustosa Pinheiro, acrescentando que esses serviços prestados pela hospedaria estão disponíveis não apenas aos seus hóspedes, mas a toda e qualquer pessoa de Santa Filomena e também da vizinha cidade de Alto Parnaíba (MA).

Com amplo estacionamento, ao lado dos apartamentos, o Hotel e Restaurante Santo Antonio têm à disposição uma lavanderia própria, proporcionando maior comodidade aos hóspedes.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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8(Imagem:7)A Pousada e Restaurante 'Lá em Casa', da empresária Ana Joaquina Alves Pereira, está em funcionamento há 12 anos

POUSADA LÁ EM CASA – Além do Hotel e Restaurante Santo Antonio, a pequena Santa Filomena dispõe da Pousada e Restaurante Lá em Casa, propriedade da senhora Ana Joaquina Alves Pereira, que também morou no Pará e está no ramo hoteleiro há 22 anos, incluindo os 5 anos de experiência vividos em São Félix do Xingu, no sul paraense.

A pousada da Ana Joaquina oferece 17 apartamentos, com TV, frigobar, ar condicionado e acesso à internet sem fio (Wi-Fi). A diária custa de R$ 30,00 (solteiro) a 80,00 (casal), com direito a Café da Manhã. E o self service (restaurante com auto serviço, prestado pelos próprios clientes ou consumidores) funciona das 6h00 às 22h00, de domingo a sábado.


sábado, 2 de novembro de 2013

Esdras Avelino já é o prefeito que mais fez calçamento em Santa Filomena

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)RUA ANTONINO FREIRE:  Só foi calçada no primeiro mandato do prefeito Esdras Avelino Filho, com 340 metros lineares

O primeiro prefeito eleito de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, foi João Lustosa da Cunha. Ele governou de 1947 a 1951. De lá para cá, outros 10 cidadãos governaram a terra colonizada por José Lustosa da Cunha, primeiro e único ‘Barão de Santa Filomena’, conforme levantamento do escritor Nilton Neres Bezerra, publicado no livro “Santa Filomena na História”.

Assim, o segundo prefeito eleito foi Antonio Luis Avelino (1952/1955), se reelegendo por mais dois mandatos (1964/1967, 1978/1982), portanto, governando o município durante 13 anos.


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)AV. SANTO ANTONIO: Calçada no primeiro mandato de Almérico Alencar, é repavimentada pelo prefeito Esdras Avelino

Também se elegeram prefeitos de Santa Filomena: Carlos Lustosa do Amaral (1956/1959); Gumercindo Saraiva Ribeiro (1960/1963); Caio Lustosa de Alencar (1968/1971, 1974/1977); Estevan Robinson Dias, o “Rubim” (1972/1973); Almérico Lustosa de Alencar (1982/1988, 1993/1996); Quirino Lustosa Avelino (1989/1992); João Lustosa Avelino (1997/2000); Ernani de Paiva Maia (2001/2004, 2005/2008); e Esdras Avelino Filho (2009/2012, 2013 ...).

Curiosamente, durante esses quase 66 anos de emancipação política do município de Santa Filomena, já são 44 anos de supremacia das famílias Avelino (26 anos) e Alencar (18 anos).


Imagem: José Bonifácio/GP13(Imagem:José Bonifácio/GP1)AV. PRES. GETÚLIO VARGAS:   Calçada no 1º mandato de Almérico Alencar e asfaltada no 2º mandato de Esdras Filho

Por outro lado, dos 11 (onze) prefeitos eleitos por Santa Filomena, apenas 06 (seis) deles investiram em calçamento: Almérico Lustosa de Alencar, Antonio Luis Avelino, Ernani de Paiva Maia, Esdras Avelino Filho, Estevan Robinson Dias e Quirino Lustosa Avelino.

E, segundo nos consta, o atual prefeito, Esdras Avelino Filho (PTB), já é o que mais investiu nessa área estruturante. Em quase 5 anos de mandato, pavimentou 5 quilômetros de vias.

São 3.490 metros lineares de calçamento com pedra paralalepípedo, 1.300m de asfalto AAUQ (Areia Asfáltica Usinada a Quente) e 290m de asfalto TSD (Tratamento Superficial Duplo).


Imagem: José Bonifácio/GP16(Imagem:José Bonifácio/GP1)Trecho da Av. Pres. Getúlio Vargas, entre o antigo Mercado Público e a ponte sobre o Riacho Tapuio, agora com asfalto
Praça Barão de Paraim (Praça da Matriz)(Imagem:José Bonifácio/GP1)Pça. Barão de Paraim (Pça. da Matriz), contornada com asfalto TSD (Tratamento Superficial Duplo) desde agosto último

Acompanhe a relação das obras de pavimentação executadas pelos referidos gestores:

ESDRAS AVELINO FILHO (2009/2013):

CALÇAMENTO - 3.490 metros lineares, sendo:

Rua Prefeito Caio Alencar – 660 m;
Av. Santo Antonio (As 02 Pistas) – 540 m;
Rua 15 de Agosto – 500 m;
Rua Tabelião Bemvindo Nogueira – 450 m;
Rua Antonino Freire – 340 m;
Rua 12 de Outubro – 320 m;
Rua Ângelo de C. Rocha – 270 m;
Rua 7 de Setembro – 230 m;
Rua Boa Vista – 180 m.

ASFALTO - 1.590 metros lineares, assim distribuídos:

Av. Presidente Getúlio Vargas – 900 m;
Av. Barão de Santa Filomena – 400 m;
Praça Barão de Paraim – 290 m.

TOTAL: 5.080 metros lineares.


Imagem: José Bonifácio/GP17(Imagem:José Bonifácio/GP1)RUA LEÔNIDAS MELO:   Bem no centro da cidade, foi calçada no mandato do ex-prefeito Almérico Lustosa de Alencar

ALMÉRICO LUSTOSA DE ALENCAR (1982/1988, 1993/1996):


CALÇAMENTO – 2.060 metros lineares, sendo:

Av. Presidente Getúlio Vargas – 900 m;
Av. Santo Antonio (As 02 Pistas) – 540 m;
Rua Leônidas Melo – 290 m;
Rua Padre Piage – 200 m;
Rua Ângelo de C. Rocha – 130 m.


Imagem: José Bonifácio/GP18(Imagem:José Bonifácio/GP1)RUA ÂNGELO DE CASTRO ROCHA: Calçada com pedra paralalepípedo, no primeiro mandato do ex-prefeito Ernani Maia

ERNANI DE PAIVA MAIA (2001/2008):

 
CALÇAMENTO - 1.200 metros lineares, sendo:

Rua Ângelo de C. Rocha – 470 m;
Rua 15 de Agosto – 240 m;
Rua Boa Vista – 180 m;
Rua Prefeito Caio Alencar – 90 m;
Rua Leônidas Melo – 90 m;
Rua 12 de Outubro – 80 m;
Av. Pres. Getúlio Vargas – 50 m.

Imagem: José Bonifácio/GP19(Imagem:José Bonifácio/GP1)AV. BARÃO DE SANTA FILOMENA: Calçada em 1966 por Antonio Luis Avelino e asfaltada em 2013 por Esdras Avelino

ANTONIO LUIS AVELINO (1952/1955, 1964/1967, 1980/1982):

 
CALÇAMENTO - 400 metros lineares, sendo:

Av. Barão de Santa Filomena (As 02 Pistas) – 400 m;

Imagem: José Bonifácio/GP110(Imagem:José Bonifácio/GP1)RUA MARQUÊS DE PARANAGUÁ: Calçada pelo ex-prefeito Quirino L. Avelino, irmão do atual prefeito, Esdras Avelino

QUIRINO LUSTOS AVELINO (1989/1992);

 
CALÇAMENTO - 160 metros lineares, sendo:

Rua Marquês de Paranaguá – 160 m.

Imagem: José Bonifácio/GP111(Imagem:José Bonifácio/GP1)RUA LEÔNIDAS MELO: Esse trecho, próximo à Beira-Rio, foi calçado pelo ex-prefeito Estevan Robinson Dias, o "Rubim"

ESTEVAN ROBINSON DIAS, "RUBIM" (1972/1973):

 
CALÇAMENTO - 110 metros lineares, sendo:

Rua Leônidas Melo (até a Beira-Rio) – 110 m.