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sábado, 2 de novembro de 2013

Esdras Avelino já é o prefeito que mais fez calçamento em Santa Filomena

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)RUA ANTONINO FREIRE:  Só foi calçada no primeiro mandato do prefeito Esdras Avelino Filho, com 340 metros lineares

O primeiro prefeito eleito de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, foi João Lustosa da Cunha. Ele governou de 1947 a 1951. De lá para cá, outros 10 cidadãos governaram a terra colonizada por José Lustosa da Cunha, primeiro e único ‘Barão de Santa Filomena’, conforme levantamento do escritor Nilton Neres Bezerra, publicado no livro “Santa Filomena na História”.

Assim, o segundo prefeito eleito foi Antonio Luis Avelino (1952/1955), se reelegendo por mais dois mandatos (1964/1967, 1978/1982), portanto, governando o município durante 13 anos.


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)AV. SANTO ANTONIO: Calçada no primeiro mandato de Almérico Alencar, é repavimentada pelo prefeito Esdras Avelino

Também se elegeram prefeitos de Santa Filomena: Carlos Lustosa do Amaral (1956/1959); Gumercindo Saraiva Ribeiro (1960/1963); Caio Lustosa de Alencar (1968/1971, 1974/1977); Estevan Robinson Dias, o “Rubim” (1972/1973); Almérico Lustosa de Alencar (1982/1988, 1993/1996); Quirino Lustosa Avelino (1989/1992); João Lustosa Avelino (1997/2000); Ernani de Paiva Maia (2001/2004, 2005/2008); e Esdras Avelino Filho (2009/2012, 2013 ...).

Curiosamente, durante esses quase 66 anos de emancipação política do município de Santa Filomena, já são 44 anos de supremacia das famílias Avelino (26 anos) e Alencar (18 anos).


Imagem: José Bonifácio/GP13(Imagem:José Bonifácio/GP1)AV. PRES. GETÚLIO VARGAS:   Calçada no 1º mandato de Almérico Alencar e asfaltada no 2º mandato de Esdras Filho

Por outro lado, dos 11 (onze) prefeitos eleitos por Santa Filomena, apenas 06 (seis) deles investiram em calçamento: Almérico Lustosa de Alencar, Antonio Luis Avelino, Ernani de Paiva Maia, Esdras Avelino Filho, Estevan Robinson Dias e Quirino Lustosa Avelino.

E, segundo nos consta, o atual prefeito, Esdras Avelino Filho (PTB), já é o que mais investiu nessa área estruturante. Em quase 5 anos de mandato, pavimentou 5 quilômetros de vias.

São 3.490 metros lineares de calçamento com pedra paralalepípedo, 1.300m de asfalto AAUQ (Areia Asfáltica Usinada a Quente) e 290m de asfalto TSD (Tratamento Superficial Duplo).


Imagem: José Bonifácio/GP16(Imagem:José Bonifácio/GP1)Trecho da Av. Pres. Getúlio Vargas, entre o antigo Mercado Público e a ponte sobre o Riacho Tapuio, agora com asfalto
Praça Barão de Paraim (Praça da Matriz)(Imagem:José Bonifácio/GP1)Pça. Barão de Paraim (Pça. da Matriz), contornada com asfalto TSD (Tratamento Superficial Duplo) desde agosto último

Acompanhe a relação das obras de pavimentação executadas pelos referidos gestores:

ESDRAS AVELINO FILHO (2009/2013):

CALÇAMENTO - 3.490 metros lineares, sendo:

Rua Prefeito Caio Alencar – 660 m;
Av. Santo Antonio (As 02 Pistas) – 540 m;
Rua 15 de Agosto – 500 m;
Rua Tabelião Bemvindo Nogueira – 450 m;
Rua Antonino Freire – 340 m;
Rua 12 de Outubro – 320 m;
Rua Ângelo de C. Rocha – 270 m;
Rua 7 de Setembro – 230 m;
Rua Boa Vista – 180 m.

ASFALTO - 1.590 metros lineares, assim distribuídos:

Av. Presidente Getúlio Vargas – 900 m;
Av. Barão de Santa Filomena – 400 m;
Praça Barão de Paraim – 290 m.

TOTAL: 5.080 metros lineares.


Imagem: José Bonifácio/GP17(Imagem:José Bonifácio/GP1)RUA LEÔNIDAS MELO:   Bem no centro da cidade, foi calçada no mandato do ex-prefeito Almérico Lustosa de Alencar

ALMÉRICO LUSTOSA DE ALENCAR (1982/1988, 1993/1996):


CALÇAMENTO – 2.060 metros lineares, sendo:

Av. Presidente Getúlio Vargas – 900 m;
Av. Santo Antonio (As 02 Pistas) – 540 m;
Rua Leônidas Melo – 290 m;
Rua Padre Piage – 200 m;
Rua Ângelo de C. Rocha – 130 m.


Imagem: José Bonifácio/GP18(Imagem:José Bonifácio/GP1)RUA ÂNGELO DE CASTRO ROCHA: Calçada com pedra paralalepípedo, no primeiro mandato do ex-prefeito Ernani Maia

ERNANI DE PAIVA MAIA (2001/2008):

 
CALÇAMENTO - 1.200 metros lineares, sendo:

Rua Ângelo de C. Rocha – 470 m;
Rua 15 de Agosto – 240 m;
Rua Boa Vista – 180 m;
Rua Prefeito Caio Alencar – 90 m;
Rua Leônidas Melo – 90 m;
Rua 12 de Outubro – 80 m;
Av. Pres. Getúlio Vargas – 50 m.

Imagem: José Bonifácio/GP19(Imagem:José Bonifácio/GP1)AV. BARÃO DE SANTA FILOMENA: Calçada em 1966 por Antonio Luis Avelino e asfaltada em 2013 por Esdras Avelino

ANTONIO LUIS AVELINO (1952/1955, 1964/1967, 1980/1982):

 
CALÇAMENTO - 400 metros lineares, sendo:

Av. Barão de Santa Filomena (As 02 Pistas) – 400 m;

Imagem: José Bonifácio/GP110(Imagem:José Bonifácio/GP1)RUA MARQUÊS DE PARANAGUÁ: Calçada pelo ex-prefeito Quirino L. Avelino, irmão do atual prefeito, Esdras Avelino

QUIRINO LUSTOS AVELINO (1989/1992);

 
CALÇAMENTO - 160 metros lineares, sendo:

Rua Marquês de Paranaguá – 160 m.

Imagem: José Bonifácio/GP111(Imagem:José Bonifácio/GP1)RUA LEÔNIDAS MELO: Esse trecho, próximo à Beira-Rio, foi calçado pelo ex-prefeito Estevan Robinson Dias, o "Rubim"

ESTEVAN ROBINSON DIAS, "RUBIM" (1972/1973):

 
CALÇAMENTO - 110 metros lineares, sendo:

Rua Leônidas Melo (até a Beira-Rio) – 110 m.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Prefeitura de Santa Filomena investe R$ 340 mil em pavimentação asfáltica

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Final da Av.  Presidente Getúlio Vargas, uma das saídas para Gilbués, à altura da "Pousada e Restaurante Lá em Casa"

A prefeitura de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, prossegue investindo em melhoria da qualidade de vida da população. E um dos principais eixos desse avanço está sendo dado em obras de asfaltamento de ruas, inicialmente na área central, e depois nos bairros.

Santa Filomena, sempre criticada, tanto pelos visitantes como pelos próprios moradores, devido à ausência de urbanização, está ficando literalmente de “cara nova”, melhorando a circulação de veículos e pedestres, além de criar locais mais saudáveis e valorizados.


Imagem:José Bonifácio/GP14(Imagem:j)
2(Imagem:José Bonifácio/GP1)A principal via pública da cidade de Santa Filomena acaba de receber mais de 700m lineares de pavimentação asfáltica

“Como morador a mais de 25 anos neste endereço, posso afirmar que tinha vergonha da minha rua, pois mesmo sendo a principal avenida da cidade, sempre teve um péssimo calçamento. Era o pior trecho para se andar de carro”, diz o comerciante Paulo Lustosa.

O prefeito Esdras Avelino Filho (PTB) conta que desde que assumiu o município, em janeiro de 2009, estabeleceu como uma de suas metas principais pavimentar a cidade, com asfalto britado ou usinado, ou mesmo com pavimento convencional, usando paralalepípedos. “Vamos dar orgulho a muita gente, de morar e viver em Santa Filomena”, disse o gestor municipal.


Imagem: José Bonifácio/GP14(Imagem:José Bonifácio/GP1)Início da Avenida Presidente Getúlio Vargas, trecho entre a Avenida Barão de Santa Filomena e a Rua Antonino Freire

A Prefeitura de Santa Filomena, município situado na Microrregião do Alto Parnaíba Piauiense, havia iniciado o asfaltamento das primeiras ruas no começo do último mês de Agosto. Naquele momento, foram revestidos 3.000 m2 de vias com TSD (Tratamento Superficial Duplo).

A quantidade foi suficiente para contornar a Praça Barão de Paraim (Praça da Matriz) e uma pequena parte da Avenida Barão de Santa Filomena, no trecho onde não havia calçamento.

Imagem: José Bonifácio/GP15(Imagem:José Bonifácio/GP1)Início da Av. Barão de Santa Filomena, onde estão situadas a Câmara de Vereadores e a Prefeitura de Santa Filomena

Segundo o secretário municipal de Finanças, Júnior Rosal, na primeira etapa, realizada por meio de Carta-Convite (instrumento contratual resultante de um processo licitatório), a Prefeitura de Santa Filomena aplicou recursos da ordem de R$ 99 mil.

Agora, no asfaltamento de aproximadamente 10 mil metros quadrados (1.270 metros lineares de vias), a municipalidade está investindo cerca de R$ 340.000,00 (Trezentos e Quarenta Mil Reais), incluindo as Avenidas Presidente Getúlio Vargas e Barão de Santa Filomena.


Imagem: José Bonifácio/GP16(Imagem:José Bonifácio/GP1)Final da Avenida Barão de Santa Filomena, em frente ao Educandário São José, bem próximo da Praça Barão de Paraim

“O revestimento asfáltico é mais barato do que o calçamento com as tradicionais pedras em paralalepípedo. Enquanto o metro quadrado de TSD, sem o meio-fio, custa em torno de R$ 33 e o AAUQ (Areia Asfáltica Usinada a Quente) sai por R$ 34, o de calçamento com meio-fio não sai por menos de 58 reais”, assegura o secretário Júnior Rosal.

Os recursos utilizados, por volta de R$ 439.000,00 (Quatrocentos e Trinta e Nove Mil Reais), são oriundos de ISS - Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, ITBI - Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e FPM - Fundo de Participação dos Municípios.


segunda-feira, 29 de julho de 2013

Asfalto da estrada Gilbués/Santa Filomena terá apenas 5 anos de vida útil

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1) Construída com revestimento betuminoso do tipo TSD, a estrada Gilbués/Santa Filomena terá vida útil de apenas cinco anos

Conforme já disse o governador Wilson Martins, se referindo à implantação/pavimentação da rodovia BR-235/PI, trecho de 130 quilômetros, entre as cidades de Gilbués e Santa Filomena, “o sonho de mais de 100 anos está se tornando realidade”.

Entretanto, é importante esclarecer que na construção da tão sonhada rodovia está sendo utilizado o revestimento betuminoso do tipo Tratamento Superficial Duplo (TSD), sobre uma superfície imprimida, de acordo com alinhamentos, greide e seções transversais do projeto.

Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Pista de rolamento da estrada Gilbués/Santa Filomena, pavimentada com agregado mineral (brita), submetido à compressão

3(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Primeiro recebe a brita com espessura de 19mm; depois a brita de 12mm, após 2 aplicações seguidas de ligante betuminoso

4(Imagem:José Bonifácio/GP1)
No acostamento é realizado o Tratamento Superficial Simples (TSS), utilizando agregado mineral menos denso (Brita 12mm)

A sistemática empregada na execução da importante obra consiste em seis etapas distintas: Terraplenagem; Sub-base (20-22cm); Base (22cm); Imprimação (impermeabilização da base do pavimento); Tratamento Superficial Simples, realizado somente nos acostamentos, com brita de 12mm; e Tratamento Superficial Duplo, apenas nas pistas de rolamento, constituído por duas aplicações sucessivas de ligante betuminoso, cobertas, uma a uma, com agregado mineral (brita 19mm + brita 12mm), submetidas à compressão.

Significa dizer que as faixas de rolamento da estrada Gilbués/Santa Filomena tem a espessura entre 22 e 25 milímetros, ao tempo em que, nos acostamentos, a grossura é de 12 milímetros.

Imagem: José Bonifácio/GP15(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Pista depois das etapas de terraplenagem, sub-base e base, pronta para receber a imprimação (impermeabilizaçõ da base)

6(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Pista recebendo a imprimação asfáltica, feita por caminhão espargidor, limpo e sem quaisquer resíduos de outros produtos

As principais funções desse tipo de revestimento são: oferecer uma camada de rolamento de pequena espessura, mas de alta resistência contra o desgaste; impermeabilizar o pavimento; proteger a infraestrutura; e, por fim, proporcionar uma pista com revestimento antiderrapante.

Em todas as Rodovias de Baixo Volume de Tráfego (RBVT), pavimentados com revestimento em Tratamento Superficial Duplo (TSD), a vida útil estimada em projeto é de 6 a 10 anos. Já em rodovias de alto volume de tráfego, como será o trecho de 130 quilômetros da BR-235/PI, entre as cidades de Gilbués e Santa Filomena, sua utilidade gira em torno dos 5 anos.

Imagem: José Bonifácio/GP17(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Estoque de brita com granulometria de 19 milímetros, utilizada na pavimentação das 2 pistas de rolamento, antiderrapantes

8(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Estoque de brita com a espessura de 12 milímetros, empregada nos acostamentos e também usada nas pistas de rolamento

Mas de acordo com Ramon Santos, engenheiro civil da Norconsult, empresa que acompanha, gerencia, fiscaliza e controla as obras, a construtora responsável pela obra é obrigada a fazer a manutenção preventiva do trecho durante cinco anos, medindo o grau de deformidade da pista antes que ele se torne visível, a fim de garantir as boas condições do pavimento.

Ainda conforme o consultor Ramon Santos, já está sendo projetada pelo DNIT/PI a aplicação de uma capa selante em todo o trecho, com asfalto AAUQ (Areia Asfalto Usinada a Quente), mistura asfáltica que demanda basicamente os mesmos equipamentos em sua execução, diferenciando-se, basicamente, em relação aos agregados minerais utilizados na mistura.

Enquanto o agregado atualmente utilizado no CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente) é a brita, na AAUQ emprega-se areia grossa, permitindo a impermeabilização do pavimento e a melhoria das condições de rolamento, obedecendo aos padrões de qualidade exigidos pelos órgãos de controle, assegurando assim uma maior qualidade e durabilidade.

Imagem: José Bonifácio/GP19(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Construção da ponte sobre o Rio Taquara, entre as fazendas Cachoeira e Prevenção, a 27 quilômetros de Santa Filomena

10(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Prevista para ser concluída em setembro, a ponte sobre o Rio Taquara terá 55,0 metros de extensão e 11,4 metros de altura

A espessura do segundo revestimento, que poderá ocorrer até 2016, deverá ser de cinco centímetros, no mínimo. Embora o excesso de peso dos caminhões e a chuva em demasia possam diminuir o tempo de vida do material, o asfalto é produzido para durar cerca de 10 anos. Contudo, se não houver manutenção, resiste, muitas vezes, apenas seis anos.

A estrada Gilbués/Santa Filomena tem previsão de ser inaugurada em 22 de março de 2014. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) pretende, até o final do ano, alcançar o riacho Certeza, na altura do quilômetro 112, inclusive com a conclusão das ladeiras (Novas, Cambaúba e Saquinho) e de mais duas pontes (Taquara e Certeza).