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quarta-feira, 26 de abril de 2017

BR-235/PI: Motorista dorme ao volante e tomba carreta próximo a Santa Filomena

BR-235: Com sono excessivo e, provavelmente, muita fadiga, motorista dorme ao volante e tomba carreta


Uma carreta do tipo Bitrem, cor vermelha, com origem e destino não identificados, que trafegava no sentido Gilbués/Santa Filomena, carregada com adubo químico, tombou na madrugada desta quarta-feira (26), após o Brejo do Recreio e antes da Baixa da Califórnia, na altura do KM 430 da BR-235/PI, a 7 quilômetros da zona urbana de Santa Filomena (PI).

De acordo com informações do vereador licenciado e secretário municipal de Educação, senhor Tony Santos, que prestou socorro ao condutor, às 5h45, o motorista do veículo disse que dormiu ao volante e acabou perdendo o controle da carreta, que tombou do outro lado da pista, após uma curva.

O acidente aconteceu a 7 quilômetros da cidade de Santa Filomena, depois da subida do Brejo do Recreio

O motorista do Bitrem não sofreu ferimentos e passa bem. Já a carreta, embora - aparentemente - não tenha ficado destruída, sofreu avarias.

SONO E FADIGA - Acidentes desse tipo só confirmam que nós brasileiros estamos dirigindo com sono. Cerca de 20% dos acidentes de trânsito que ocorrem em todo o país estão relacionados a cansaço e distúrbios do sono, estima a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). 

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

BR-235/PI: Trecho da estrada de Santa Filomena está afundando

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
TERREMOTO? A BR-235/PI nem foi concluída, mas fissuras estão por toda parte, nos acostamentos e pistas de rolamento

A BR-235/PI (trecho Gilbués/Santa Filomena) começou a ser construída em janeiro de 2012 e ainda não foi concluída. Além da ladeira das Novas, com extensão de 2,5 quilômetros, que se encontra deteriorada devido às chuvas e ao sistema de drenagem ineficiente, os últimos 12 quilômetros (entre a localidade Campeira e o Rio Parnaíba, na zona urbana de Santa Filomena) nunca recebeu asfalto: a obra está parada desde fevereiro de 2015.

Como se não bastasse a estrada Gilbués/Santa Filomena estar no rol das inúmeras obras inacabadas deste nosso Brasil, corre o risco de se tornar intrafegável, tanto nos trechos de terra ainda, quanto em alguns pontos pavimentados há mais de 2 anos, onde o asfalto TSD (Tratamento Superficial Duplo) já tem fissuras nos acostamentos e nas pistas de rolamento.

 Imagem: José Bonifácio/GP13(Imagem:José Bonifácio/GP1)A fina camada de TSD (Tratamento Superficial Duplo) está se "desmanchando", não suportando o peso dos caminhões

Andando pela pista, percebemos que um trecho de aproximadamente 500 metros, no km 67 (sentido Gilbués/Santa Filomena), à altura da Fazenda Jatobá, apresenta rachaduras em tosos os sentidos. “Quase 40 por cento da rodovia está fissurada. Isto é uma vergonha!”, disse o empresário Cláudio Saldanha, em vídeo que postamos na rede social Facebook.

Imagem: José Bonifácio/GP1Na ladeira das Novas, que nunca foi pavimentada, (Imagem:José Bonifácio/GP1)
Na ladeira das Novas, que nunca foi pavimentada, processos erosivos (crateras) alertam que o tráfego será interrompido

O caso causa indignação, não só aos que transitam pela BR, mas principalmente para os moradores de Santa Filomena que, ao receberem uma obra mal-acabada e, ainda por cima, inacabada, passam a se sentir como se fossem cidadãos de segunda ou de quinta categoria.
 
Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Na ladeira do Saquinho, próximo ao Povoado Matas e a 42 km de Santa Filomena, pedras soltas indicam desmoronamentos

“É um serviço mal feito, não merecíamos isso”, desabafa o prefeito Esdras Avelino Filho (PTB).

Mas os problemas não param por aí. Há afundamento da pista também em outros pontos, como nas proximidades da localidade Couro e na Fazenda Refresco; erosões na ponte do Riacho Certeza, deslizamento na Pedra Preta; e desmoronamento na ladeira do Saquinho.
 
Imagem: José Bonifácio/GP15(Imagem:José Bonifácio/GP1)
E nos 12 quilômetros restantes da BR-235, os buracos e os bicos de pedras estão atormentando motoqueiros e motoristas

Na ladeira das Novas, as águas pluviais estão abrindo enormes valas na pista cascalhada. Caso as chuvas se intensifiquem e não se tomem providências, o tráfego será interrompido.

Perspectiva - Ainda não se sabe ao certo como irá ficar a situação da estrada Gilbués/Santa Filomena. Vai ser concluída? Quando? Afinal, quem poderia nos dar uma simples explicação?


MAIS IMAGENS DA BR-235/PI (GILBUÉS/SANTA FILOMENA), À ALTURA DO KM 67:

BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)
BR-235/PI(Imagem:José Bonifácio/GP1)

quinta-feira, 2 de abril de 2015

BR-235/PI: Imagem de animais atropelados serve de alerta a motoristas

Imagem: Américo Borges1(Imagem:Américo Borges)Quem anda pela BR-235/PI (estrada Gilbués/Santa Filomena) já vê animais atropelados, servindo de alerta a motoristas

Conforme o Portal GP1/Blog do José Bonifácio já havia denunciado, quem viaja pelos 130 quilômetros da BR-235/PI (estrada Gilbués/Santa Filomena), a qualquer hora do dia ou da noite, com chuva ou com sol, de domingo a sábado, passou a conviver com um problema muito grave: a presença constante de animais na pista, pondo em risco vidas humanas.

Segundo registros do internauta Américo Borges da Silva, divulgados no Blog Folha Mistura Total, agora, mais do que nunca, os motoristas precisam ter cuidado redobrado ao trafegarem pela BR-235/PI,
de Gilbués/Monte Alegre do Piauí (BR-135/PI) até Santa Filomena, sobretudo entre as localidades Matas e Certeza, face à enorme quantidade de animais soltos na rodovia.

Imagem: Américo Borges2(Imagem:Américo Borges)A pena para quem deixa animais soltos em rodovias varia de 10 dias a 2 meses de prisão, mais o pagamento de multa

Para o blogueiro Raildson Rocha, “os motoristas precisam estar atentos aos animais soltos pela pista, são dezenas e as vezes centenas deles. O descuido dos proprietários dos animais parece ser maior do que a população possa imaginar, pois animais como: Bois e cavalos circulam livremente pela pista, como mostra a foto acima, e até cobras são encontradas”.

CRIME – Nunca é demais avisar e/ou lembrar aos proprietários desses animais que deixá-los soltos na pista, além de ser um ato irresponsável, também é crime previsto no CTB (Código de Trânsito Brasileiro). O dono é responsabilizado pelos prejuízos causados ao veículo.

PRISÃO E MULTA - A responsabilidade do dono do animal solto na pista das rodovias federais, como na BR-235, é indiscutível para a Polícia Rodoviária Federal. Quando identificado o proprietário, é encaminhado à Delegacia e passa a responder inquérito.

Imagem: Reprodução3(Imagem:Reprodução)Caso você veja animais soltos na pista da BR-235/PI, ligue para o telefone 191 e denuncie à Polícia Rodoviária Federal
 
De acordo com o artigo 31 da LCP (Lei das Contravenções Penais) - Decreto Lei 3.688, de 3 de outubro de 1941, o qual trata sobre 'Deixar em liberdade, confiar à guarda de pessoa inexperiente, ou não guardar com a devida cautela animal perigoso', a pena prevista para esses casos varia de 10 dias a 2 meses de prisão, mais o pagamento de multa.

Sanções penais também podem aumentar caso o acidente, além de danos materiais, deixe vitimas com lesões ou até seja fatal. Aí, o dono do animal pode responder ainda por lesão corporal culposa ou mesmo homicídio culposo, crime previsto no Código Penal Brasileiro.

Em casos de avistamento de animais soltos na pista de rodovias federais, como a BR-235/PI, o motorista pode ligar para o 191, número de emergência da PRF, para denunciar o descaso.


Fonte: Blog Folha Mistura Total

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

BR-235/PI: Animais na pista ameaçam a vida de motoristas e passageiros

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)As colisões com cavalos são as mais perigosas, pois além de atingirem todo o pára-brisa, podem entrar no automóvel

Quem viaja pelos 130 quilômetros da BR-235/PI (estrada Gilbués/Santa Filomena), a qualquer hora do dia ou da noite, com chuva ou com sol, de domingo a sábado, já começa a conviver com um problema que consideramos grave: a presença constante de animais na pista.

Em diversos trechos da estrada, usuários da BR-235/PI enfrentam essa triste realidade, que pode provocar acidentes e gerar, desde prejuízos financeiros, até perdas de vidas humanas.

A presença de eqüinos, bovinos, muares e asininos é comum em todo o trecho, principalmente do quilômetro 92 (Povoado Matas) ao Riacho Certeza, a 18 quilômetros de Santa Filomena.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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2(Imagem:1)Os animais costumam ficar em pontos perigosos da BR, como na curva do Riacho do Couro, onde bovinos até dormem

O problema é mais grave porque os semoventes costumam ficar em pontos perigosos da estrada Gilbués/Santa Filomena, como na curva do Riacho do Couro – onde, inclusive, eles dormem – e próximos da ponte sobre o Rio Taquara, em locais de ultrapassagem proibida.

Na última segunda-feira (05/01), em uma viagem que fizemos a Gilbués, nos deparamos com cavalos, vacas e jumentos, parados na pista ou pastando ao lado dos acostamentos, às vezes em meio às curvas mais perigosas da rodovia, como na do Couro, depois da Fazenda Marcos.

Foram onze locais em que encontramos animais na pista da estrada Gilbués/Santa Filomena, da Vereda Comprida (a menos de 20 km da BR-135/PI) ao Riacho da Certeza. QUE PERIGO!


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)

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2(Imagem:1)SERÁ MESMO? Para a maioria dos criadores, é melhor ficar com o prejuízo do animal do que pagar os danos no veículo

CRIME
– Nunca é demais avisar e/ou lembrar aos proprietários desses animais que deixá-los soltos na pista, além de ser um ato irresponsável, também é crime previsto no CTB (Código de Trânsito Brasileiro). O dono é responsabilizado pelos prejuízos causados ao veículo; só que raramente alguém paga, pois nunca aparece para resolver. Para a maioria dos criadores, é melhor arcar com o prejuízo do animal morto do que ter que pagar os danos no automóvel.
 

Mas a obrigação de manter o animal fora das rodovias é do seu proprietário, sendo esse quem irá responder civil e criminalmente, caso ele venha a provocar acidentes nas pistas.

Imagem: Sandra Regina Lopes1(Imagem:Carlos Biah)

2(Imagem:1)Não guardar, com a devida cautela, animal que oferece perigo, é crime e pode resultar em prisão de 10 dias a 2 meses

PRISÃO E MULTA
- A responsabilidade do dono do animal solto na pista das rodovias federais, como na BR-235, é indiscutível para a Polícia Rodoviária Federal. Quando identificado o proprietário, é encaminhado à Delegacia e passa a responder inquérito.

De acordo com o artigo 31 da LCP (Lei das Contravenções Penais) - Decreto Lei 3.688, de 3 de outubro de 1941, que trata sobre “Deixar em liberdade, confiar à guarda de pessoa inexperiente, ou não guardar com a devida cautela animal perigoso”, pena prevista para esses casos variam de 10 dias a 2 meses de prisão, mais o pagamento de multa.

Sanções penais também podem aumentar caso o acidente, além de danos materiais, deixe vitimas com lesões ou até seja fatal. Aí, o dono do animal pode responder ainda por lesão corporal culposa ou mesmo homicídio culposo, crime previsto no Código Penal Brasileiro.


segunda-feira, 29 de julho de 2013

Asfalto da estrada Gilbués/Santa Filomena terá apenas 5 anos de vida útil

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1) Construída com revestimento betuminoso do tipo TSD, a estrada Gilbués/Santa Filomena terá vida útil de apenas cinco anos

Conforme já disse o governador Wilson Martins, se referindo à implantação/pavimentação da rodovia BR-235/PI, trecho de 130 quilômetros, entre as cidades de Gilbués e Santa Filomena, “o sonho de mais de 100 anos está se tornando realidade”.

Entretanto, é importante esclarecer que na construção da tão sonhada rodovia está sendo utilizado o revestimento betuminoso do tipo Tratamento Superficial Duplo (TSD), sobre uma superfície imprimida, de acordo com alinhamentos, greide e seções transversais do projeto.

Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Pista de rolamento da estrada Gilbués/Santa Filomena, pavimentada com agregado mineral (brita), submetido à compressão

3(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Primeiro recebe a brita com espessura de 19mm; depois a brita de 12mm, após 2 aplicações seguidas de ligante betuminoso

4(Imagem:José Bonifácio/GP1)
No acostamento é realizado o Tratamento Superficial Simples (TSS), utilizando agregado mineral menos denso (Brita 12mm)

A sistemática empregada na execução da importante obra consiste em seis etapas distintas: Terraplenagem; Sub-base (20-22cm); Base (22cm); Imprimação (impermeabilização da base do pavimento); Tratamento Superficial Simples, realizado somente nos acostamentos, com brita de 12mm; e Tratamento Superficial Duplo, apenas nas pistas de rolamento, constituído por duas aplicações sucessivas de ligante betuminoso, cobertas, uma a uma, com agregado mineral (brita 19mm + brita 12mm), submetidas à compressão.

Significa dizer que as faixas de rolamento da estrada Gilbués/Santa Filomena tem a espessura entre 22 e 25 milímetros, ao tempo em que, nos acostamentos, a grossura é de 12 milímetros.

Imagem: José Bonifácio/GP15(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Pista depois das etapas de terraplenagem, sub-base e base, pronta para receber a imprimação (impermeabilizaçõ da base)

6(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Pista recebendo a imprimação asfáltica, feita por caminhão espargidor, limpo e sem quaisquer resíduos de outros produtos

As principais funções desse tipo de revestimento são: oferecer uma camada de rolamento de pequena espessura, mas de alta resistência contra o desgaste; impermeabilizar o pavimento; proteger a infraestrutura; e, por fim, proporcionar uma pista com revestimento antiderrapante.

Em todas as Rodovias de Baixo Volume de Tráfego (RBVT), pavimentados com revestimento em Tratamento Superficial Duplo (TSD), a vida útil estimada em projeto é de 6 a 10 anos. Já em rodovias de alto volume de tráfego, como será o trecho de 130 quilômetros da BR-235/PI, entre as cidades de Gilbués e Santa Filomena, sua utilidade gira em torno dos 5 anos.

Imagem: José Bonifácio/GP17(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Estoque de brita com granulometria de 19 milímetros, utilizada na pavimentação das 2 pistas de rolamento, antiderrapantes

8(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Estoque de brita com a espessura de 12 milímetros, empregada nos acostamentos e também usada nas pistas de rolamento

Mas de acordo com Ramon Santos, engenheiro civil da Norconsult, empresa que acompanha, gerencia, fiscaliza e controla as obras, a construtora responsável pela obra é obrigada a fazer a manutenção preventiva do trecho durante cinco anos, medindo o grau de deformidade da pista antes que ele se torne visível, a fim de garantir as boas condições do pavimento.

Ainda conforme o consultor Ramon Santos, já está sendo projetada pelo DNIT/PI a aplicação de uma capa selante em todo o trecho, com asfalto AAUQ (Areia Asfalto Usinada a Quente), mistura asfáltica que demanda basicamente os mesmos equipamentos em sua execução, diferenciando-se, basicamente, em relação aos agregados minerais utilizados na mistura.

Enquanto o agregado atualmente utilizado no CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente) é a brita, na AAUQ emprega-se areia grossa, permitindo a impermeabilização do pavimento e a melhoria das condições de rolamento, obedecendo aos padrões de qualidade exigidos pelos órgãos de controle, assegurando assim uma maior qualidade e durabilidade.

Imagem: José Bonifácio/GP19(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Construção da ponte sobre o Rio Taquara, entre as fazendas Cachoeira e Prevenção, a 27 quilômetros de Santa Filomena

10(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Prevista para ser concluída em setembro, a ponte sobre o Rio Taquara terá 55,0 metros de extensão e 11,4 metros de altura

A espessura do segundo revestimento, que poderá ocorrer até 2016, deverá ser de cinco centímetros, no mínimo. Embora o excesso de peso dos caminhões e a chuva em demasia possam diminuir o tempo de vida do material, o asfalto é produzido para durar cerca de 10 anos. Contudo, se não houver manutenção, resiste, muitas vezes, apenas seis anos.

A estrada Gilbués/Santa Filomena tem previsão de ser inaugurada em 22 de março de 2014. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) pretende, até o final do ano, alcançar o riacho Certeza, na altura do quilômetro 112, inclusive com a conclusão das ladeiras (Novas, Cambaúba e Saquinho) e de mais duas pontes (Taquara e Certeza).