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terça-feira, 21 de agosto de 2018

22 de Agosto de 2018: 20 anos da Rádio Comunitária Rio Taquara 87.9 FM


Sede própria da Rádio Comunitária Rio Taquara FM, construída em 2012, na gestão de Kilson Nogueira
Primeira e única Rádio Comunitária de Santa Filomena, distante 925 quilômetros de Teresina, e uma das pioneiras no Serviço de Radiodifusão Comunitária em todo o Estado, a Rio Taquara FM está celebrando 20 anos de vida, na luta por uma comunicação democrática no sudoeste do Piauí.

Exatamente às 15h25min do dia 22 de agosto de 1998, o eletrotécnico José Augusto Alves Pereira falava - após instalar o sistema irradiante - falou pela primeira vez ao microfone da Rádio Rio Taquara FM, entrando para a história como sendo o primeiro locutor/apresentador da emissora filomenense.

Ata de fundação, solicitação ao MiniCom e primeira licença de funcionamento da Rádio Rio Taquara FM
Inserida e aceita nas comunidades de Santa Filomena (PI) e de Alto Parnaíba (MA), a iniciativa que tivemos de criar uma emissora avançou, graças a Deus e à colaboração de muitos amigos, e se tornou possível depois da publicação da Lei 9.612/98, que instituiu o Serviço de Radiodifusão Comunitária.

A Rio Taquara FM, com prefixo ZYD 349 e frequência 87,9 Mhz, é permissionária da ACRA - Associação Comunitária de Radiodifusão Associadas FM da cidade de Santa Filomena, no Estado do Piauí, fundada em 22/11/1997. O estatuto foi registrado no Cartório do 2° Ofício, pela oficial Francisca Vasconcelos Alcântara Avelino, em 02 de dezembro de 1997.

 Depois,
o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ/MF).

José Augusto Alves Pereira, instalador e primeiro apresentador da Rádio Comunitária Rio Taquara FM
A primeira diretoria da ACRA contou com os seguintes membros: Carlos Sérgio Weber (Presidente), José Ferreira de Carvalho (Vice-Presidente), Excelsa Maria Santos Nogueira (1ª Secretária), Zildamaria Pereira Lima (2ª Secretária), José Bonifácio Bezerra (1º Tesoureiro), Nilton Neres Bezerra (2º Tesoureiro) e o saudoso Gilberto Lustosa de Matos (Relações Públicas).

A atual diretoria da ACRA, com mandato até 08 de novembro de 2018, é formada por: Eroilson Pires de Alencar (Coordenador Geral), Salomão Damasceno Nogueira Neto (Secretário Geral), Alessandro Ribeiro da Silva (Diretor de Programação), Éder Rodrigues de Couto (1º Tesoureiro), Afonso Nogueira Filho (2º Tesoureiro) e Paulo Henrique Santos Nogueira (Diretor de Patrimônio). De acordo com o artigo 15, § único do Estatuto Social, a missão da diretoria é de 4 anos, permitida mais de uma reeleição consecutiva.

Estúdio da Rádio Comunitária Rio Taquara FM, com novos equipamentos, todos doados pela comunidade
O Conselho Fiscal da ACRA, eleito junto com a diretoria executiva, é atualmente presidido pelo senhor Francisco Antonio Vieira de Oliveira (Pastor Oliveira) e tem três Suplentes (Marcelo Soares Nazário, Antonio Francisco Gomes, Carlos Francisco de Oliveira e Marilda de Sousa) e um Secretário (Paulo Lustosa Nogueira), além de um Relator (Nilton Neres Bezerra).

Por determinação da Lei de RadCom e, evidenciando o caráter plural da ACRA, foi instituído e instalado, no dia 19 de dezembro de 2011, o Conselho de Entidades Comunitárias, órgão auxiliar de fundamental importância para o bom funcionamento da RÁDIO COMUNITÁRIA RIO TAQUARA FM.


Ofício do MCTIC comunicando a nova licença de funcionamento da Rádio Rio Taquara FM por 10 anos
O Conselho de Entidades Comunitárias, cujo objetivo principal é acompanhar a programação da Rádio Rio Taquara FM, visando o atendimento do interesse exclusivo da comunidade e dos princípios estabelecidos no art. 4º da Lei nº 9.612 de 1998, é composto por Adão Vieira Ramos, Inácia Luíza Nogueira, José Alves da Silva, Lúcia Maria Nunes Lopes e Moisés Pereira Leite.

UM LONGO CAMINHO – Embora a Associação (ACRA) tenha sido fundada em 22 de novembro de 1997, somente no dia 20 de agosto de 1998 é que conseguimos dar entrada na “solicitação de demonstração de interesse para o Serviço de Radiodifusão Comunitária", na Delegacia Regional do Ministério das Comunicações no Estado do Piauí, em Teresina.

Locutores Eroilson Pires, Tony Santos, Reginaldo Pires, Zé Antonio, Luna, Salomão, Bonifácio e Biah
A licença para funcionamento da estação saiu mais de 4 anos depois, em 21 de março de 2002, emitida pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), após o Projeto de Decreto Legislativo ser aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado. A validade da outorga era até 03 de dezembro de 2004, com renovação automática, fato que vem ocorrendo.

Ao completar 20 anos de existência, a Rádio Comunitária Rio Taquara FM, de Santa Filomena, uma das mais de 101 emissoras outorgadas no Piauí, de um total de 4.756 em todo o Brasil, conseguiu a renovação da outorga junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e a Licença para Funcionamento, com prazo aprovado de 10 anos, conforme o Ofício nº 45559/2017/SEI-MCTIC, de 19/10/2017, assinado eletronicamente por Inalda Celina Madio, coordenadora-geral de Radiodifusão Comunitária.


Pastor Oliveira e Reginaldo Negreiros, apresentadores dos programas da Igreja Assembleia de Deus
20 ANOS DE PARCERIA – A Igreja Evangélica Assembléia de Deus se mantém na programação da Rádio Comunitária Rio Taquara FM desde agosto de 1998, quando a emissora entrou no ar. O Programa MENSAGEM DO AMOR DE DEUS, apresentado pelo Pastor Oliveira, vai ao ar das 17h00 às 18h00, de segunda a sábado. E, aos domingos, das 7h00 às 8h00, tem o MUSICAL BOAS NOVAS, com apresentação de Reginaldo Negreiros.

A RÁDIO RIO TAQUARA FM - A VOZ DE SANTA FILOMENA está no portal Radios.com.br e no aplicativo RadiosNet, para acesso em qualquer parte do Mundo, através do PC ou do celular Android e iOS (iPhone/iPad).

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Eletrobrás desativa antiga subestação mas deixa torre no meio da rua

Imagem: Marcelo Soares1(Imagem:Marcelo Soares)Eletrobrás Piauí desativou antiga subestação de Santa Filomena mas nunca retirou cerca nem a torre de comunicação

A antiga subestação da ex-CEPISA (Centrais Elétricas do Piauí, depois Companhia Energética do Piauí), na cidade de Santa Filomena, instalada ainda no final dos anos 1980, no Bairro Novo Horizonte, foi desativada pela hoje concessionária Eletrobrás Distribuição Piauí.

Mas uma torre com cerca de 30 metros de altura continua no meio da Rua 15 de Agosto, dificultando o trânsito e oferecendo riscos de graves acidentes, como já ocorreu no local.

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Rua 15 de Agosto, ainda com a Subestação da Cepisa, instalada no final dos anos 80, antes da torre de comunicação
Imagem: Marcelo Soares2(Imagem:Marcelo Soares)Rua 15 de Agosto, após desativação da Subestação da CEPISA, mas com torre de comunicação no meio da via pública

Na época, a área ainda era desabitada. Entretanto, já deveria estar planejado de que ali seria o prolongamento da Rua 15 de Agosto, que começa na Rua Antonino Freire. Porém, nem a então CEPISA, muito menos os fiscais da Prefeitura Municipal, atentaram para o fato.

A Rua 15 de Agosto é uma das “portas de entrada” de Santa Filomena para quem chega pela BR-235/PI (estrada Gilbués/Santa Filomena), portanto, com bom fluxo de veículos. O referido obstáculo, promovido pela CEPISA há mais de 20 anos, obriga a uma curva acentuada e ao estreitamento da via pública, tornando-se risco potencial de acidentes com carros e motos.


Imagem: Marcelo Soares4(Imagem:Marcelo Soares)Além do obstáculo, a torre da Eletrobrás Piauí representa grande transtorno a condutores de veículos e/ou transeuntes

Além do obstáculo, não há nenhuma sinalização no local, alertando condutores de veículos e/ou transeuntes. Resta saber quem responde - até que a Eletrobrás Piauí retire a torre - pelos danos decorrentes de eventual acidente de trânsito causado pela deficiência ou inexistência de sinalização indicativa daquele empecilho, que representa sérios perigos.

Segundo relatos de moradores da área, servidores da Eletrobrás Piauí disseram que a torre seria desmontada logo em seguida à desinstalação da subestação. Como tal providência ainda não ocorreu, apelamos à direção da Eletrobrás, para que isso aconteça logo.


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Único orelhão da comunidade Santa Fé está "mudo" há mais de 3 meses

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Faz mais de 3 meses que o único orelhão da Comunidade Santa Fé está "mudo" e os moradores cobram providências
 

Não é mais novidade para ninguém que os orelhões caíram em desuso com a ascensão da telefonia celular (em especial na modalidade de pré-pago). Ainda assim, as concessionárias são obrigadas, por força de lei, a fornecer a chamada Telefonia de Uso Público (TUP) para a população brasileira. É uma prerrogativa existente desde o vespeiro das privatizações.

Entretanto, na zona rural, sobretudo nas localidades remotas, como na Comunidade Santa Fé, distante 106 quilômetros da cidade de Santa Filomena, os “orelhões” ainda são necessários.

Lá na Santa Fé, o único telefone público e, por conseguinte, o meio de comunicação exclusivo existente no povoado, está “mudo” há mais de 3 meses, segundo denunciam os moradores.


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Reunidos com o prefeito Esdras Filho e vereadores, moradores pedem ajuda a fim de que o "orelhão" volte a funcionar

De acordo com o plano geral de metas para universalização, deve haver pelo menos quatro orelhões para cada mil habitantes. Atualmente, o país conta com 4,3 aparelhos para cada mil pessoas, mas as concessionárias estão fazendo pressão para que a meta seja de apenas um telefone público para a mesma população a partir de 2016.

Se que isso vier a ocorrer, pelo menos que dêem a devida manutenção aos telefones públicos existentes, fato que não vem acontecendo com o orelhão da localidade Santa Fé, instalado pela Embratel, hoje pertencente à Claro, cujo serviço de manutenção continua precário.

E se um dos mais de 100 moradores da comunidade Santa Fé precisar usar o telefone para pedir socorro na cidade de Santa Filomena, em uma hora de emergência, como vai fazer?


Imagem: José Bonifácio/GP13(Imagem:José Bonifácio/GP1)Além da Igreja de Bom Jesus dos Aflitos, construída pelo Padre João Myers, em estilo gótico e com teatro de arena, ...

UNIVERSALIZAÇÃO
- A EMBRATEL (Empresa Brasileira de Telecomunicações), adquirida pela CLARO, precisa urgentemente dar cumprimento à meta estabelecida no Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU III), aprovada pelo decreto 7.512, de 30 de junho de 2011.

Conforme a legislação vigente, a empresa - seja ela EMBRATEL ou CLARO - deve instalar Telefones de Uso Público (TUP), em locais acessíveis 24 horas por dia, com capacidade de originar chamadas de longa distância, em todas as localidades do território nacional que tenham entre 100 e 300 habitantes, que ainda não disponham de serviços de telefonia fixa e que estejam distantes no mínimo 30 quilômetros da localidade mais próxima que já dispõe de acessos individuais do STFC (Serviço Telefônico Fixo Comutado).

No caso em tela, o STFC só existe nas cidades de Santa Filomena (PI), Baixa Grande do Ribeiro (PI) e Tasso Fragoso (MA), distantes mais de 100 quilômetros da Santa Fé.


Imagem: José Bonifácio/GP14(Imagem:José Bonifácio/GP1)... a Comunidade Santa Fé, com 63 famílias residentes, tem uma das maiores escolas da zona rural de Santa Filomena

Tentando solucionar o problema, estamos encaminhando, via Câmara Municipal, juntamente com os colegas vereadores Cristóvão Dias Soares (PSB) e Renato Vieira Miranda (PTB), requerimento ao senhor Carlos Bezerra Braga, gerente da ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações, situada na Av. Frei Serafim nº 2.786/Centro, CEP 64.001-020, Teresina (PI), comunicando o fato e solicitando sua intervenção junto à Concessionária, objetivando a manutenção e o conserto do "orelhão" da Santa Fé, no município de Santa Filomena.

O pedido tem por finalidade atender às reivindicações dos usuários do Povoado Santa Fé, os quais reclamam que, quase sempre o orelhão não funciona ou apresenta problemas técnicos.

Cópia do REQUERIMENTO Nº 014/2014, votado e aprovado em 30 de setembro de 2014:

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

VERGONHA! Rádio Senado sai do ar por falta de equipamentos de transmissão

A todos os ouvintes e/ou pessoas que fazem uso do sistema de recados da Rádio Senado Ondas Curtas e ainda a todos os colaboradores que ao longo dos anos participaram da programação da emissora, com entrevistas ou de outras formas, informamos que a Rádio Senado Ondas Curtas lamentavelmente estará fora do ar a partir de hoje, terça-feira, dia 07/02/2012, em razão da não renovação de contrato de utilização dos equipamentos de transmissão entre a EBC (Empresa Brasil de Comunicação) e o Senado Federal.

Segue abaixo texto escrito pelo jornalista José Carlos Sigmaringa sobre o importante trabalho da emissora ao longo desses 12 anos que, aliás, acabam de ser completados:

"A Rádio Senado Ondas Curtas (OC), que transmitia em 5990 Khz, faixa de 49 metros, a partir desta terça-feira, dia 07 de fevereiro de 2012, não irá mais ao ar. A razão é o término e a não renovação do contrato de utilização dos transmissores e do canal de frequência que a emissora alugava. Desde o ano de 2000, o Senado Federal mantinha com a Radiobrás, hoje EBC, um contrato, mediante pagamento de aluguel, de utilização, durante 13 horas por dia, de um transmissor em ondas curtas de alta potencia (250 Kwatts),com antena direcionada para o Norte, instalado no Parque do Rodeador, no Distrito Federal.

Esse contrato foi renovado várias vezes, mas, este ano, até esse momento, não houve entendimento entre as direções das duas entidades para a renovação do aluguel e a ordem da cúpula da Secretaria de Comunicação Social do Senado é não colocar a emissora no ar nesta terça-feira, por não haver mais instrumento legal que garanta a continuidade do serviço.
 

Ao longo desses 12 anos do contrato de aluguel com a Radiobras/EBC, a alta direção do Senado Federal nunca julgou necessário ter equipamentos próprios de transmissão, nem requisitar ao Ministério das Comunicações e à Anatel um canal de transmissão em ondas curtas, mesmo sendo a Rádio Senado Ondas Curtas uma emissora que angariou ao longo dos anos grande audiência em vastas áreas rurais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

A Rádio Senado Ondas Curtas cobre uma área estimada em 3 milhões de km2 do território nacional e atinge fazendas, povoados, áreas indígenas, assentamentos da reforma agrária e outras comunidades isoladas do interior do Brasil.

A principal audiência da Rádio Senado OC é de pessoas que, ou não tem outros meios de comunicação, ou tem acesso difícil a eles, tanto por conta do isolamento geográfico, quanto por suas condições financeiras. Nas cartas que enviam à emissora os ouvintes informam que não têm acesso a telefone e nem mesmo a luz elétrica.

Já houve dias em que ao longo da programação cerca de 200 recados foram ao ar, comunicando fatos os mais diversos como, nascimentos, falecimentos, agendamentos de consultas etc. Não só pessoas físicas, mas também prefeituras, sindicatos, agências de defesa sanitária, secretaria de educação e associações do interior usam o serviço para transmitir comunicados aos moradores da zona rural.

Os ouvintes também mandam cartas para a emissora que são lidas no ar. Em 2011 foram cerca de 1 mil e 500 cartas recebidas e aproximadamente 40 mil recados, viabilizando a comunicação com ouvintes que residem em áreas isoladas.


O carro chefe da programação da emissora é um programa ao vivo - O Senado é Mais Brasil -, transmitido no início da manhã, com 3 horas de duração, que mescla notícias do Senado, informações de interesse da população do interior, leitura de cartas de ouvintes e um quadro que cativa a audiência - O Celular do Sertão. Através desse serviço qualquer pessoa, ligando gratuitamente para o Alô Senado (0800612211), por e-mail ou ligando para o estúdio, pode enviar mensagens para amigos e parentes que residem em regiões que ainda não são servidas pela rede telefônica, nesse imenso Brasil.

Para atender a esse público a Rádio Senado Ondas Curtas mantém no ar programas de prestação de serviço. Um dos mais requisitados é o Pergunte ao Doutor. Os ouvintes escrevem para a emissora relatando um problema de saúde e as dúvidas e perguntas são respondidas por médicos do próprio Senado ou outros profissionais de Brasília.

A emissora produz ainda o Fique Por Dentro da Lei, destinado a tirar dúvidas sobre questões legais e o acesso a programas sociais; Viver da Terra, com orientações sobre agropecuária e Sintonia Ambiental, tendo como tema a proteção do Meio Ambiente. Os programas sempre buscam especialistas nas suas áreas para tratar dos temas.

A Rádio Senado OC atua ainda em radiodramaturgia com o programa Contos que Encantam, fazendo a dramatização radiofônica de peças da literatura nacional e mundial. A continuidade desse trabalho está ameaçada se não houver um entendimento com a EBC ou se o Senado Federal não considerar importante a instalação de um sistema próprio de transmissão. As transmissões em OC alcançam longas distâncias. O sinal emitido pelo transmissor sobe até a ionosfera reflete nessa camada da atmosfera e volta para a terra, reflete novamente sobre a crosta terrestre e ricocheteando consegue contornar o globo terrestre.

O sinal emitido de Brasília é ouvido, com boa qualidade sonora, em simples receptores portáteis (radinhos de pilha) no interior da Amazônia, do Nordeste e do Centro-Oeste e até em partes da região Sudeste, como no norte de MG e interior de SP, mesmo durante o dia, quando as transmissões radiofônicas são afetadas pela radiação solar.

Os estados que mais se comunicam com a Rádio Senado Ondas Curtas são: Pará, Maranhão, Piauí, Tocantins, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A emissora já recebeu também inúmeras cartas de radio-escutas enviadas do Japão, Finlândia, França, Suíça, Estados Unidos, Rússia, Canadá, China, Colômbia, Áustria, Espanha, Holanda, Inglaterra, Itália, Noruega, Suécia, Nigéria e de Goa, antiga colônia portuguesa na Índia.

O Senado Federal tem diversos canais de comunicação com o cidadão pelos quais eles podem fazer críticas sugestões e elogios. As pessoas que queiram se manifestar sobre o fim das transmissões da Rádio Senado Ondas Curtas podem enviar e-mail para os senadores e para a alta direção da Casa que é quem tem a palavra final sobre a viabilização da continuidade do trabalho da emissora.

Os e-mails dos senadores estão disponíveis na página do Senado na Internet em http://www.senado.gov.br/senadores/. As manifestações podem ser enviadas também através do Alô Senado 0800612211. A ligação é gratuita".