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domingo, 17 de novembro de 2013

Obra de recuperação da MA-006 tem problemas e vira alvo de denúncias

Imagem: Maranhão da Gente1(Imagem:Diário de Balsas)Sinalização horizontal da rodovia MA-006, entre Fortaleza dos Nogueiras e a BR-230, passando por cima dos buracos

As obras de recuperação e conservação da MA-006, no trecho compreendido entre a cidade de Fortaleza dos Nogueiras e a BR-230/MA, a 37 quilômetros da cidade de Balsas, no sul do Maranhão, estão sendo realizadas pelo Governo do Estado, com custo de R$ 1.455.370,38.

A recuperação do trecho ainda nem foi concluída, mas já apresenta problemas e virou alvo de denúncias. Segundo vereadores de Fortaleza dos Nogueiras, o asfalto utilizado é de péssima qualidade e o serviço de sinalização já foi concluído, mesmo havendo diversos buracos.


Imagem: Maranhão da Gente2(Imagem:Diário de Balsas)Placa da SINFRA, anunciando que estão sendo investidos R$ 1.455.370,00 na recuperação e conservação dos 53 km

A Rodovia MA-006 é o principal acesso das grandes fazendas produtoras de cana e soja do sul do Maranhão. Por ali passam diariamente centenas de veículos. E quem mora na cidade ou próximo à estrada diz que o problema que parecia ter chegado ao fim, virou um pesadelo.


Imagem: Diário de BalsasComo disse o morador(Imagem:Diário de Balsas)É como diz João Antonio, que mora às margens da MA-006; "nunca se viu sinalizar uma rodovia por cima dos buracos"

“Eu pensei que a estrada fosse ficar perfeita, nós já somos esquecidos pelos Governos, e quando eles fazem uma obra, ainda fazem mal feita? Nunca se viu sinalizar uma rodovia por cima de buracos”, ressaltou João Antônio, morador de uma fazenda às margens da rodovia.

Os vereadores de Fortaleza dos Nogueiras, diante das várias denúncias e reclamações dos moradores, pretendem oficializar um documento e encaminhar para a Assembleia Legislativa do Maranhão, a fim de que uma comissão investigadora venha conferir os trabalhos.


Imagem: Dhiancarlos Pacheco3(Imagem:Dhiancarlos Pacheco)ALERTA! Outra placa da SINFRA indica que serão gastos R$ 337.833,00 nos 90km entre Tasso Fragoso e Alto Parnaíba

É bom que fiquemos em alerta máximo quanto à recuperação que também será feita nos 90 quilômetros que ligam Tasso Fragoso a Alto Parnaíba. Segundo a SINFRA (Secretaria de Estado de Infraestrutura), os trabalhos de recuperação e conservação terão duração de 60 dias e custarão aos cofres públicos do Maranhão a importância de R$ 337.833,05.

Fonte: Diário de Balsas

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Proposta altera área do Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 2618/11, do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), que altera os limites do Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba, nos estados do Piauí, do Maranhão, da Bahia e do Tocantins. A proposta reduz a área total do parque dos atuais 729.813 ha para 718.650 ha, a partir de ampliações em alguns pontos e perdas em outros.

No entanto, segundo o deputado, a modificação não implica “perda líquida de área”. Ele afirma que estarão asseguradas a preservação dos recursos naturais, a pesquisa científica e as atividades educativas. Criado por decreto em 2002, o parque inclui-se no bioma Cerrado.

A área a ser desmembrada localiza-se ao sul da unidade de conservação e é composta por vegetação típica de cerrado em diferentes graus de recuperação. Segundo o deputado, esse território também conta com áreas de cultivo de grãos há vários anos.

“A redefinição proposta, apesar de excluir da unidade algumas áreas de vegetação de Cerrado em bom estágio de conservação, possibilita adequar os limites ao contexto de uso e ocupação do solo, melhorando o processo de gestão da unidade, ao mesmo tempo que garante os atributos de formações naturais de grande sensibilidade ambiental”, assegura o deputado Nelson Marquezelli.

Áreas incluídas - Já as áreas a serem incluídas no parque são as nascentes do rio Corrente, a Serra do Lajeado e parte da Área de Proteção Ambiental do Jalapão. Segundo Marquezelli, no rio Corrente, a inclusão das áreas prioriza a proteção das nascentes e as cabeceiras de seus formadores.

“Trata-se de área com boa disponibilidade de água devido às nascentes que brotam na serra que a circunda. Esse aspecto, no contexto das severas condições do semiárido da região, reforça a importância de proteção das nascentes da bacia”, diz o parlamentar.

No caso da Serra do Lajeado, serão incluídas no parque áreas dos municípios de São Félix do Tocantins e Lizarda, ambos no Tocantins, e de Alto Parnaíba (MA). Marquezelli lembra que a Serra do Lajeado possui nascentes e solo pouco fértil em sua maior parte.

“Em razão da baixa fertilidade dos solos e das dificuldades de acesso, a região possui inexpressiva taxa de ocupação humana. Relatos dão conta da existência de apenas um morador no interior da área sugerida para inclusão.” Além disso, Marquezelli diz que será incluída no Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba uma pequena área em bom estado de conservação situada no Jalapão. Segundo o deputado, essa inclusão permitirá criar um corredor ecológico de áreas protegidas a sudoeste do Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba.

Tramitação - O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fonte: Agência Câmara de Notícias

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba poderá ser demarcado

Está marcado para o dia 6 de fevereiro o início da licitação para a escolha da empresa que fará o serviço de demarcação e levantamento cadastral das pessoas e propriedades existentes no interior do Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba.

Esse parque foi criado em julho de 2002, por decreto presidencial, mas até agora não foi feita a demarcação que registrará no solo os limites exatos dessa unidade de conservação. O Parque das Nascentes do Parnaíba tem 729 mil hectares, distribuídos por nove municípios da região de fronteira entre os estados do Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia.

No último dia 8, o apresentador da Rádio Senado Ondas Curtas, José Carlos Sigmaringa, esteve conversando conosco na Rádio Comunitária Rio Taquara FM, de Santa Filomena (PI), e falou sobre o assunto. Disse que iria procurar informações a respeito, haja vista que o Parque Nacional das Nascentes do Parnaíba ocupa quase metade do município de Alto Parnaíba (MA) e, passados 10 anos, nunca foi demarcado nem definida a situação dos moradores da referida área. O “Sig”, como é conhecido entre os seus ouvintes, também se comprometeu debater o tema no Programa Sintonia Ambiental, na Rádio Senado.

Cumprindo o que havia prometido na Rio Taquara FM, o programa Sintonia Ambiental de hoje (19), que será reapresentado no domingo (22), entrevista a chefe dessa unidade de conservação, Cristiana Aguiar, e o membro da Comissão Permanente de Licitação da Secretaria de Meio Ambiente do Piauí, Genésio Nunes, responsável pela realização da licitação que vai contratar a empresa que realizará o serviço de demarcação e levantamento cadastral das pessoas e propriedades existentes no parque, que serão removidas e indenizadas.

O Programa Sintonia Ambiental vai ao ar toda quinta-feira, às 8h da manhã (horário de Brasília), pela Rádio Senado Ondas Curtas, com reprise aos domingos, também às 8h, dentro do Programa O Senado é Mais Brasil. A Rádio Senado Ondas Curtas transmite em 5990 Khz, faixa de 49 metros.

O Sintonia Ambiental, que sempre discute temas relacionados à conservação do nosso Meio Ambiente, com direção e apresentação do jornalista José Carlos Sigmaringa, está disponível também em: http://www.senado.gov.br/noticias/radio/programas.asp.