segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Obra interminável da Codevasf deixa ruas intransitáveis em Alto Parnaíba (MA)

Ruas esburacadas causam na população o sentimento de abandono
Ruas esburacadas e materiais abandonados nas frentes das residências são a prova do total descaso da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF) com a população de Alto Parnaíba, no extremo sul do Maranhão.

Muitas artérias da cidade estão quase intransitáveis. O não cumprimento do serviço completo de Saneamento Básico, por parte da empresa contratada, que não realizou como devia o recapeamento asfáltico e o calçamento das ruas de Alto Parnaíba, deixou verdadeiras crateras abertas. Com as chuvas caídas nos últimos dias, a situação se agravou ainda mais.

Tanto em Alto Parnaíba (MA) quanto em Santa Filomena (PI), a CODEVASF faz uma obra de saneamento que parece não ter fim. A demora na conclusão do serviço está irritando os moradores. “Estão desde março de 2008 mexendo nessa obra e nunca termina”, reclama um dos moradores do Bairro São José, em Alto Parnaíba, talvez a área mais atingida pela buraqueira naquela comunidade sul maranhense.

No bairro Santa Cruz, as vias públicas estão em péssimas condições
Essa é a atual realidade de quem vive em Alto Parnaíba. Lama, buracos e entulho causam sentimento de abandono. A lentidão ou falta da recuperação têm deixado as vias em péssimas condições de tráfego e, agravadas pelas chuvas do início do período invernoso, causam imenso transtorno a condutores e pedestres.

É preciso uma atitude firme em relação à postura da empresa licitada e da própria CODEVASF, que insistem em não sanar os problemas resultantes das obras que lentamente - a passos de tartaruga - vêm sendo executadas com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do Governo Federal, e do Governo do Estado do Maranhão.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Banco do Brasil de Tasso Fragoso (MA) sofre nova tentativa de assalto

BB de Tasso Fragoso sofre mais uma tentativa de assalto
Sete elementos fortemente armados tentaram roubar o Banco do Brasil da cidade de Tasso Fragoso, localizada no sul do Maranhão, entre Alto Parnaíba e Balsas, distante cerca de 1.000 quilômetros da capital maranhense, São Luis.

A tentativa de assalto ocorreu por volta das 14h00. Felizmente, a Polícia Militar do Maranhão conseguiu interceptar mais um saque àquela agência. O serviço de inteligência da PM-MA detectou a presença dos elementos na região e grande efetivo foi mobilizado desde as primeiras horas do dia, percorrendo a rodovia MA-006, entre Balsas e Alto Parnaíba.

Solon Amaral e Lucas Galdino, assaltantes presos pela PM
Durante a operação policial, que conseguiu interceptar o roubo a menos de 50 metros do Banco, dois elementos foram presos e pelo menos outros cinco ladrões ainda estão foragidos. Inicialmente fugiram em direção ao Piauí, talvez para se esconder no município de Santa Filomena, Ribeiro Gonçalves ou Baixa Grande do Ribeiro.

Informações mais recentes dão conta de que os bandidos foragidos já retornaram ao estado do Maranhão, usando motocicletas como meio de fuga à perseguição policial. A PM acaba de ser avisada sobre a presença dos mesmos no Povoado Paraíso, rumo à cidade de Balsas.

Vista parcial do Banco do Brasil de Tasso Fragoso (MA)
A polícia trocou tiros com a quadrilha de assaltantes de Bancos com 07 elementos de alta periculosidade, comandada pelo bandido Fernando, de Balsas (MA), resultando na prisão de 02 (dois) elementos: Solon Amaral de Sousa, 22 anos de idade, natural de Balsas (MA) e Lucas Galdino da Silva, 18 anos de idade, nascido em Brasilia (DF) mas atualmente residindo na cidade de Carolina (MA).

Houve a apreensão de uma camioneta Chevrolet S-10, cor azul, que fora tomada de assalto no inicio do mês na cidade de Carolina (MA). Também foram apreendidos: 01 (um) revolver calibre 38, com 12 munições; 03 (três) cartuchos calibre 12; e 03 Bolsas de viagem com roupas, além de calçados e produtos de higiene pessoal, uma certa quantia de alimento enlatado, bolachas, farinha de mandioca, arroz, feijão, panelas, pratos e colheres.

Armas, dinheiro, documentos e objetos apreendidos pela PM
Os assaltantes estavam preparados para passarem varios dias amaziados no matagal. Os outros 05 (cinco) bandidos conseguiram enpreender fuga na mata. Entre eles estão Fernando, Dione e outros ainda não identificados. A Policia Militar do Maranhão continua na perseguição dos elementos.

A Policia Militar do Tasso Fragoso (MA), devido aos sucessivos assaltos àquela agência do Banco do Brasil ocorridos nos últimos anos, trabalha com sistema de informação de alta precisão e uma equipe de policiais preparados para o serviço operacional e de inteligencia.

Segundo o Cabo PM Paulo Sérgio, do destacamento de Tasso Fragoso, os indivíduos já são conhecidos da polícia e têm como característica furtar caminhonetes e depois utilizá-las no assalto a agências bancárias. "O Fernando, que ainda está foragido, é um dos que assaltaram o correspondente bancário do Bradesco aí em Santa Filomena, tempos atrás", disse o policial.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Informe publicitário na revista Veja exclui Santa Filomena do agronegócio

INJUSTIÇA! Informe publicitário exclui Santa Filomena do agronegócio
Na edição 2239 da revista Veja, foi publicado um oportuno informe publicitário intitulado PIAUÍ - A FRONTEIRA AGRÍCOLA SE EXPANDE, que ocupa um texto com três páginas na revista mais cara do país e a de maior circulação da américa latina. Ótimo pela divulgação e pela inteligência da matéria.

Entretanto, ao enumerar os municípios que integram a chamada região dos cerrados, de grande produção de grãos e de onde o agronegócio se expande gerando empregos, divisas, riquezas para o Piauí, o município de Santa Filomena, no sul piauiense, não é mencionado. É uma tremenda injustiça.

Santa Filomena produz soja, algodão, arroz e milho, possuindo o mais compacto cerrado piauiense, com cerca de 250.000 hectares de terras aptas ao agronegócio, além da abundância de água perene que circunda as serras produtoras, como do próprio Parnaíba, o maior rio que nasce e chega ao oceano em terras apenas do nordeste, e de afluentes importantes a partir do rio Taquara, sem contarmos com a excelente localização geográfica pela proximidade com a Bahia, o Tocantins e o Maranhão.

Só Uruçuí, B. Jesus, S. Leal, R. Gonçalves e B. G. do Ribeiro estão no cerrado?
Empresas de grande porte já se encontram instaladas e produzindo no município de Santa Filomena e outros projetam seguir o mesmo caminho. Falta, sim, a presença dos governos estadual e federal, principalmente na tão prometida rodovia pavimentada de pouco mais de 130 quilômetros, ligando a histórica cidade de Santa Filomena a Gilbués e daí ao restante do estado e do Brasil. Também necessita da ponte sobre o rio Parnaíba, que possibilitará ainda mais o intercâmbio comercial, econômico, social e cultural com a vizinha Alto Parnaíba, do lado maranhense, e daí ao porto de São Luís, objetivando facilitar a exportação dos grãos.

“É o único pecado do informe publicitário do governo do Piauí. É preciso corrigir, pois sem Santa Filomena o agronegócio piauiense é incompleto e sem suas terras os cerrados perdem em hectares e em boa qualidade”, conclui artigo escrito pelo advogado, historiador e blogueiro Décio Hélder do Amaral Rocha.

Agricultores já conseguem produzir até 200 sacas de milho por hectare
EM TEMPO: Para que os desinformados burocratas do norte do Piauí - que são contra a criação do Gurgueia - tenham idéia da expressiva participação do município na economia estadual, dados da Secretaria de Fazenda (SEFAZ-PI), tendo como referência os repasses de ICMS no mês de março de 2011, mostram que Santa Filomena é a 5ª economia agrícola, perdendo apenas para Uruçuí, Baixa Grande do Ribeiro, Bom Jesus e Ribeiro Gonçalves.

Na safra agrícola 2010/2011, aproximadamente 130 mil toneladas de soja foram produzidas na região de Santa Filomena. Para tanto, mais de 3.000 carretas foram utilizadas para transportar a safra (mesmo sem estrada), cada uma com 40 toneladas. Isso representa quase 11% da produção total de soja no Estado.

Por outro lado, o repasse de recursos do ICMS para Santa Filomena oscilou de R$ 41.350,21 (março/2004) para R$ 150.579,53 (março/2011). Ou seja; em sete anos, houve aumento de 264%, fazendo com que o município saltasse do 30º lugar para a 22ª posição na transferência de arrecadação em todo o Piauí, deixando para traz cidades como Canto do Buriti, José de Freitas, Paulistana e S. J. do Piauí.


Fonte: http://deciorocha.blogspot.com/