quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Prefeitura entrega tratores e implementos em três comunidades

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Trator, grade aradora e carreta agrícola entregue aos pequenos agricultores da Comunidade Santa Fé, no Vale do Riozinho

Buscando melhorar a qualidade de vida do homem do campo, a Prefeitura de Santa Filomena acaba de entregar uma Patrulha Agrícola Mecanizada, por meio do Convênio SIAFI 782026.

Orçada em R$ 487.500,00 (Quatrocentos e Oitenta e Sete Mil e Quinhentos Reais), tendo como órgão superior o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e como concedente a Caixa Econômica Federal, a Patrulha Mecanizada Rural de Santa Filomena é composta de 03 (três) tratores agrícolas, acompanhados de grade aradora e carreta.

Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Agricultores familiares das comunidades Aldeinha, Fortaleza e Várzea Grande também receberam a Patrulha Mecanizada

O município de Santa Filomena entrou com a Contrapartida de R$ 12.500,00 (Doze Mil e Quinhentos Reais). Assim, o valor total do mencionado Convênio foi de R$ 500.000,00.

As 03 (três) comunidades diretamente beneficiadas são: Aldeinha, Santa Fé e Sete Lagoas.

Segundo o prefeito Esdras Avelino Filho (PTB), as máquinas vão prestar auxílio no trabalho diário das famílias pertencentes a outras comunidades próximas às anteriormente citadas.


Imagem: José Bonifácio/GP14(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Da mesma forma, o prefeito Esdras Avelino entregou a Patrulha Mecanizada aos agricultores da Comunidade Sete Lagoas

O objetivo da Prefeitura de Santa Filomena é promover o aumento da produção e da produtividade nas comunidades rurais, através da mecanização do preparo do solo e do plantio de culturas e de pastagens, além do transporte de insumos e produtos agropecuários.

O aludido convênio, firmado entre o Governo Federal e o Município de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, é fruto de Emenda Parlamentar do senador Elmano Ferrer (PTB-PI).




domingo, 17 de janeiro de 2016

Caminhoneiro de Balsas passa mal e morre de infarto no Piauí

Imagem: Google1(Imagem:Google)

O caminhoneiro Flávio Gonçalves, de 60 anos, morreu na tarde deste domingo (17), na Fazenda Damha, a 60 quilômetros da cidade de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí.

O homem, residente em Balsas (MA), dirigia um caminhão Scania, com placa não informada, e morreu por volta das 14h30. Ele havia carregado de adubo na Fazenda Damha e, como o seu caminhão não conseguiu subir uma ladeira situada próxima à sede da Fazenda, retornou a pé, almoçou e estava assistindo TV, quando caiu de repente. Foi socorrido pelos funcionários da Damha mas, infelizmente, veio a óbito. O corpo permanece na Fazenda Damha, à espera da família, que já se deslocou da cidade Balsas, distante 300 km do local onde ocorreu a morte.

Um funcionário da Fazenda Damha se dirigiu imediatamente à cidade de Santa Filomena, a fim de registrar o BO (Boletim de Ocorrência) na 3ª CIA - 7º BPM da PMPI (Polícia Militar do Piauí).


sábado, 2 de janeiro de 2016

Seca atinge também os pequenos agricultores de Santa Filomena

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
Plantio de melancia de José Soares da Silva (Zé de Augusto), que semeou em setembro e "aguou" até o início das chuvas

Se a seca histórica que está se verificando no cerrado piauiense está atingindo até os produtores de soja, que usam tecnologia de ponta, imagine o que vem ocorrendo com os agricultores familiares, que utilizam o cultivo tradicional e precisam da regularidade climática.

No Vale do Taquara, por exemplo, onde se concentram as terras mais férteis do município de Santa Filomena, as lavouras plantadas em novembro e dezembro se acham perdidas pela ausência de chuvas no período, fato que, segundo os agricultores, nunca tinha acontecido.


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Nessa área de 1,5 tarefa, onde seu Zé de Augusto deveria produzir mais de 2 mil melancias, até os "pés" estão morrendo

Um dos pequenos produtores prejudicados pela seca é o senhor José Soares da Silva (Zé de Augusto), que perdeu quase 3 tarefas de feijão consorciado com milho. Mas o prejuízo maior parece ser no plantio de melancia; sem chuvas há quase um mês, a perda é quase que total.

“Nunca tinha visto uma coisa desta, rapaz. Dessa idade, nunca tinha visto”, diz Zé de Augusto, morador na localidade Várzea, na margem esquerda do Rio Taquara e ao lado da BR-235/PI (estrada Gilbués/Santa Filomena), a 20 quilômetros da zona urbana de Santa Filomena.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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Zé de Augusto: "Nunca tinha visto uma coisa desta, rapaz. Desta idade, eu nunca tinha visto. Eu plantei antes de setembro"

Segundo ele, faz 25 dias que não chove na sua roça. “Eu plantei ela (melancia) antes de setembro”, acrescenta José Soares, informando que na safra passada (dezembro de 2014), produziu e vendeu mais de 2 mil melancias, o que deve ter lhe rendido cerca de R$ 10 mil.

É mais uma comprovação de que essa seca que castigou Santa Filomena e todo o cerrado piauiense prejudicou a produção no campo, tanto o agronegócio quanto a agricultura familiar.

Ressalte-se também que em dezembro de 2015 choveu somente 57,5 milímetros na cidade de Santa Filomena, que equivalem a 23,5% da média histórica de 244,2 milímetros/1984 a 2014). E que, ainda, grande parte do município ficou sem chuvas durante todo o mês de dezembro.


 O total de chuvas em 2015 na sede do município foi de 1.159,0mm (76,6% da média histórica).