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segunda-feira, 1 de maio de 2017

No ‘Dia do Trabalhador’, fiéis do Povoado Matas festejam o padroeiro São José Operário

Fiéis católicos do Povoado Matas participam de Cavalgada em louvação ao padroeiro São José Operário
Os católicos do Povoado Matas, situado ao lado da BR-235/PI (estrada Gilbués/Santa Filomena) e a 40 km de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, encerrou nesta segunda-feira (01), a festa do padroeiro São José Operário.

Pela manhã, realizou-se a Cavalgada, com a participação de dezenas de moradores, que teve início na BR-235 (Bairro dos Nazários), passou em frente à Escola Municipal Padre João e retornou em direção à Capela de São José Operário, onde o Padre Isaias abençoou os fiéis. E depois das orações, foi servido o "Café da Manhã Compartilhado", patrociando pela Comunidade.



A cavalgada saiu da BR-235, passou pela Escola Padre João e seguiu para a Capela de São José Operário
No final da tarde e início da noite aconteceu a procissão, seguida de homilia, presidida pelo Padre Isaias Pereira, da Paróquia de Santa Filomena. 

Protetor do Trabalhador - A Igreja, nesta data marcada, às vezes, por conflitos e revoltas sociais, cristianizou o 1º DE MAIO, na presença de mais de 200 mil pessoas na Praça de São Pedro, as quais gritavam alegremente: “Viva Cristo trabalhador, vivam os trabalhadores, viva o Papa!” O Papa, em 1955, deu aos trabalhadores um protetor e modelo: São José, o Operário de Nazaré.

Após cavalgada e bênção do Padre Isaias, café da manhã compartilhado, em frente à Capela de São José
São José, protetor da Igreja, assumiu o compromisso de não deixar que nenhum trabalhador de fé – do campo, indústria, autônomo ou não, mulher ou homem – esqueça-se de que ao seu lado estão Jesus e Maria. A Igreja, na festa do trabalho, autorizada pelo Papa Pio XII, deu um parecer sobre todo esforço humano que gera, dá a luz e faz crescer o que o homem produz: “Queremos reafirmar, em forma solene, a dignidade do trabalho a fim de que inspire na vida social as leis da equitativa repartição de direitos e deveres.”

Imagens gentilmente cedidas por LUDMYLLA QUEIROZ


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Morre Cícero Moreno, antigo obreiro da Igreja Católica em Santa Filomena

Imagem: Reprodução1(Imagem:José Bonifácio/GP1)Album da família de Manoel Cícero de Sousa, registrado durante o seu 86º aniversário, no dia 25 de Dezembro de 2013
 

Manoel Cícero de Sousa, conhecido por ‘Cícero Moreno’ ou 'seu Cícero', considerado o mais antigo obreiro na Igreja Católica de Santa Filomena, e que há meses vinha com a saúde visivelmente debilitada, morreu às 20h20 de ontem, terça-feira, 29 de julho de 2014.

Os últimos sinais vitais de ‘Seu Cícero’ ocorreram no momento em que se encerrava a missa da segunda noite da Novena do Bom Jesus, na Capela do Bom Jesus da Lapa, que ele começou a construir em 2002, ao lado de sua residência, à Rua 3 de Outubro.


Imagem: Reprodução2(Imagem:Reprodução)Era de costume toda a família de "Cícero Moreno" se encontrar no dia 25 de Dezembro para comemorar seu aniversário

Manoel Cícero de Sousa, que completou 86 anos de vida no dia 25 de dezembro de 2013, será sepultado logo após a novena de hoje, quarta-feira (30), a partir das 19h30.

A família de Manoel Cícero de Sousa, ao tempo em que comunica o seu falecimento, convida as comunidades de Santa Filomena (PI) e de Alto Parnaíba (MA) para a MISSA DE CORPO PRESENTE logo mais às 17 horas, na Capela do Bom Jesus da Lapa e, em seguida,  já à noite, o sepultamento, após a terceira Novena do Bom Jesus da Lapa.

sábado, 10 de maio de 2014

Família celebra Missa de 7º dia de falecimento de Lúcio Rodrigues

 Imagem: Divulgação1(Imagem:Divulgação)

Na manhã deste sábado (10), familiares e amigos estiveram reunidos na missa de Sétimo Dia de falecimento de Lúcio Rodrigues da Cunha (*05/07/1935 +02/05/2014), pedindo a Deus que o acolha e a toda sua família, dando-lhes forças para superar os momentos difíceis.
 

A celebração, presidida pelo Padre Isaias Pereira, aconteceu às 8h00, entre a Capela de São Francisco de Assis e a Escola Municipal Deocleciano José da Silva, na localidade Campeira.
 

Antes, às 7h30, houve visitação ao túmulo de Lúcio Rodrigues, no cemitério da Campeira.

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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domingo, 4 de maio de 2014

Morreu aos 80 anos e não realizou o sonho de ter luz elétrica em sua casa

Imagem: José Bonifácio/GP1Lúcio, em 2009:(Imagem:José Bonifácio/GP1)Lúcio Cunha, em 12/09/2009: "Sei que vou morrer e não vejo a luz elétrica chegar aqui. Já cansei de ouvir promessas"

Com a modernidade, são poucos os municípios do Piauí que não têm fornecimento de energia elétrica. Mas na zona rural de Santa Filomena, no próspero cerrado piauiense, ainda existe milhares  de moradores que estão à espera dos benefícios do Programa Luz para Todos.

O Programa Luz para Todos, que tem por finalidade atender a população residente no meio rural brasileiro, foi paralisado em setembro de 2012 e até agora só beneficiou 53 famílias no município de Santa Filomena, cuja sede fica a 925 quilômetros de Teresina.

Imagem: José Bonifácio/GP1Quase 5 anos depois,(Imagem:José Bonifácio/GP1)Cinco anos depois, o velório de Lúcio Rodrigues, que sonhava com a chegada da luz elétrica, foi na luz de motor diesel

Embora o coordenador do Programa Luz para Todos na Eletrobras Piauí, Erivaldo Oliveira, tenha dito que o programa seria retomado no município a partir do mês de fevereiro de 2014 (http://www.eletrobraspiaui.com/materia.php?id=817), já estamos em maio do último ano de vigência do PLP e, no entanto, continuamos apenas sonhando com o “Luz para Todos”.

O aposentado Lúcio Rodrigues da Cunha, que residia na localidade Campeira, a apenas 12 quilômetros da cidade de Santa Filomena, morreu na última sexta-feira (2), após passar 40 dias internado em Teresina, sem conseguir contar com o conforto da luz elétrica em casa.

Imagem: José Bonifácio/GP1Corpo de Lúcio Rodrigues(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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3(Imagem:1)Corpo de Lúcio Rodrigues da Cunha saindo da Capela de São Frnacisco de Assis em direção ao cemitério da Campeira

Lúcio Rodrigues, que no dia 5 de julho iria completar 80 anos, era um entusiasta pela chegada da eletrificação rural. Mas se dizia desencantado, pois segundo ele afirmava, já tinha ouvido inúmeras promessas, e que em razão disso, não teria mais motivos para acreditar.

Em reportagem que produzimos para o Portal GP1/Blog do José Bonifácio em 12 de setembro de 2009 (População rural ainda continua sonhando com o 'Luz para Todos'), o senhor “Lúcio da Campeira” fez o seguinte desabafo: “Sei que vou morrer e não vejo a luz elétrica chegar aqui. Já cansei de ouvir promessas. Não acredito em mais nada”.

E ele tinha mesmo motivos de sobra para desacreditar em tudo e em todos, pois a sua residência está a pouco mais 2 mil metros da rede de eletrificação, que se estendeu até a comunidade Barreiras, ainda no final dos anos 1990, por meio de financiamento não reembolsável do PCPR/Governo do Estado, via Associação do Brejo das Ovelhas.

Imagem: José Bonifácio/GP14(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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3(Imagem:1)
4(Imagem:1)Parentes e amigos se despedem de Lúcio Rodrigues da Cunha, que era conhecido na região como "Lúcio da Campeira"

Infelizmente, sua ‘profecia’ veio a se concretizar. Lúcio Rodrigues, que sofria de problemas cardíacos, não resistiu ao AVC (Acidente Vascular Cerebral), também chamado de derrame.  

O corpo de Lúcio Rodrigues da Cunha foi velado na noite de ontem, sábado (3), em sua residência e na Capela de São Francisco, que estavam iluminados a luz de motor diesel.

Seu sepultamento ocorreu na manhã deste domingo, 4 de maio, no cemitério da Campeira.
Dezenas de parentes e amigos compareceram ao ato para o adeus a “Lúcio da Campeira”.