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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Resgatado corpo que estava desaparecido no rio Parnaíba desde sábado


Uma equipe de Tasso Fragoso resgatou, na tarde desta segunda-feira (17), o corpo do mecânico Luiz Roberto Perkoski, que estava desaparecido no rio Parnaíba.

O acidente ocorreu na noite do último sábado (15), por volta das 23h10, na cidade de Tasso Fragoso, sul do Maranhão, a 140 km de Balsas e a 90 km de Alto Parnaíba.

A caminhonete L200, de cor verde escura e placas JOD 9433/GO, era conduzida por Alvaro Machado Junior (proprietário do carro e da empresa Maquinal). Com ele estavam mais três pessoas: José Alencar Carvalho (Mecânico), Fernanda Patrícia Silva Sousa (Técnico de Segurança) e Luiz Roberto Perkoski (Mecânico).



Após o Corpo de Bombeiros retornar para Balsas (MA), dando por encerrado temporariamente as buscas pela vítima fatal do acidente ocorrido no ultimo sábado, uma equipe composta pelo empresário Kelson Oliveira, pelo senhor "Melechete" e pelo cabo da PM-MA Rondon Dias persistiu nas buscas, desde domingo, e conseguiu o resgate.
 
Das 4 (quatro) pessoas que ocupavam a caminhonete L200, apenas o senhor Luiz Roberto Perkoski não conseguiu sair a tempo do veículo e foi levado pela correnteza. Mas finalmente hoje, segunda-feira (17), por volta da 15h30, foi resgatado e levado à funerária para o translado.

De acordo com informações do repórter Erivaldo Araújo, o corpo do mecânico Luiz Roberto Perkoski foi encontrado a exatos 18 quilômetros a jusante da cidade de Tasso Fragoso (MA),  próximo a chácara denominada Marangaço.


Fonte: Romaryw Borges e Erivaldo Araújo


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Com 163 dias sem chuva, sul do Piauí sofre a maior seca dos últimos 28 anos

Imagem: José Bonifácio/GP1VACA(Imagem:José Bonifácio/GP1)         

A falta de chuva tem prejudicado os criadores em todo o sudoeste do Piauí. No município de Santa Filomena, em plena região do cerrado piauiense, onde costuma chover mais de 1.500 milímetros durante o ano, já são 163 dias sem chuva; ou seja, quase metade do ano.

Desde o dia 18 de maio não chove na cidade de Santa Filomena e, observando a média histórica, já se pode considerar como a pior seca dos últimos 28 anos. Isso pode ser o retrato da ausência de cuidados do homem para com o patrimônio natural. As queimadas são, sem dúvida, as principais causas da falta de chuvas, do clima seco e das altas temperaturas.

Imagem: José Bonifácio/GP1Dona Maria Raimunda(Imagem:José Bonifácio/GP1)       

Passados 303 dias, e faltando 63 dias para findar 2012, o acumulado do ano na cidade de Santa Filomena é de apenas 796,5 milímetros, distribuídos da seguinte forma: janeiro – 222,0 mm; fevereiro – 206,0 mm; março – 221,0 mm; abril – 65,5 mm; e maio – 82,0 mm. A chuva que caiu até agora equivale a 51,6% da média histórica do período entre janeiro de 1984 e dezembro de 2011, de 1.541,4 mm, conforme dados fornecidos pelo escritório do Emater.

Imagem: José Bonifácio/GP1Pastagem(Imagem:José Bonifácio/GP1)

Segundo a meteorologia (http://www.accuweather.com/pt/br/santa-filomena/40463/daily-weather-forecast/40463?day=6), há possibilidade de chuva fraca nos primeiros dias de novembro (2 a 5). Mesmo assim, as precipitações não serão suficientes para amenizar a situação. Enquanto isso, as temperaturas devem variar de 21 graus Celsius a 40 ºC.

Na manhã da última quinta-feira (26), vimos uma cena pouco comum em Santa Filomena. Na localidade Inchu, propriedade situada no vale do Taquara, distante 15 quilômetros da cidade de Santa Filomena, pertencente à senhora Maria Raimunda, acompanhamos o experiente vaqueiro Jesuino Gomes erguendo um “jirau” - espécie de grade de varas, sobre esteios fixados no chão, que serve de cama -, buscando levantar uma vaca. O referido animal havia sido encontrado a cerca de 6 dias, atolado numa vereda, certamente à procura de comida.

Imagem: DivulgaçãoMeteorolgia(Imagem:Divulgação)

Assim como dona Maria Raimunda, diversos outros pequenos criadores da região passam pelos mesmos problemas, pois além da falta de chuvas, praticamente todas as pastagens foram destruídas pelo fogo, tanto a cultivada quanto a extensiva (nativa).

Alguns criadores de Santa Filomena tentam vender parte do rebanho, objetivando salvar o gado restante, mas não conseguem comercializar com os açougueiros, tendo em vista que os bovinos se encontram magros e bastante debilitados, quase sem nenhum valor comercial.