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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Médico Carlos Augusto Braga recebe o título de "Cidadão Filomenense"

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Médico Carlos Augusto Braga, entre Elaine Cristina Aguiar Braga (filha) e Geni Helane Brito de Aguiar Braga (esposa)

O médico ginecologista e obstetra Carlos Augusto de Araújo Braga recebeu da Câmara de Santa Filomena (PI), na noite do último sábado (21), o título de “Cidadão de Santa Filomena”. A homenagem – proposta em 2006 pelo ex-vereador João Damasceno Neres Nogueira – foi uma prova de reconhecimento de uma vida dedicada à saúde pública.

Participaram da solenidade, além dos vereadores Alberto Augusto do Amaral Rocha (PTB), Antonio Santos de Sousa Silva (PV), José Bonifácio Bezerra (PC do B), José Damasceno Nogueira Filho (PSD), José Luis Alves Pereira (PTB), Raimundo Antonio de Queiroz (PTB), Renato Vieira Miranda (PTB) e Reginaldo Pires de Carvalho (PP), o médico Geraldo de Sousa Costa, amigos e familiares do homenageado, que esteve ao lado da esposa, Geni Helane.


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Diploma de "Cidadão de Santa Filomena" conferido ao Dr. Carlos Augusto de Araújo Braga pela Câmara de Vereadores

O presidente da Câmara, Cristóvão Dias Soares (PSB), afirmou estar feliz por presidir a solenidade, na qual foi feita uma justa homenagem ao Dr. Carlos Augusto Braga.

Ao se manifestar, Carlos Braga lembrou algumas passagens durante esses os 13 anos de Santa Filomena, e que sua vinda se deve ao convite feito pelo ex-prefeito Ernani Maia.

Também agradeceu ao ex-vereador João Damasceno Nogueira que há quase 7 anos teve a idéia da homenagem, bem como aos atuais vereadores, que lhe conferiram o título.


Imagem: José Bonifácio/GP13(Imagem:José Bonifácio/GP1)Carlos Braga, o homenageado da noite, fazendo seus agradecimentos e relembrando alguns fatos dos quase 13 anos

QUEM É
- Natural de Monsenhor Gil (PI), Carlos Augusto de Araújo Braga nasceu em 1º de junho de 1963. Filho primogênito de João Francisco Braga e Maria Nilza Pereira de Araújo Braga, Carlos Braga tem mais quatro irmãos, sendo dois homens e duas mulheres.

Carlos Augusto Braga morou no interior de Monsenhor Gil até os 10 anos de idade, deixando seu recanto para estudar em Teresina. Na capital, Carlos Braga estudou numa escola pública, mas concluiu o ensino médio no colégio Andreas, da rede particular.

Prestou vestibular para Agronomia, na Universidade Federal do Piauí, sendo aprovado em 2º lugar, curso pelo qual seu pai sempre sonhou para o filho, embora ainda não fosse a carreira que ele gostaria de seguir. Após quatro anos, prestou novamente vestibular, dessa vez para Biologia, no qual foi aprovado, concluiu e se tornou professor em vários colégios e cursinhos pré-vestibulares de Teresina, dentre eles: SESC, Colégio Sinopse, Cursão, Colégio Cidade, Géo e Objetivo, além de outros cursos preparatórios.


Imagem: José Bonifácio/GP14(Imagem:José Bonifácio/GP1)O vereador Cristóvão Dias Soares (centro) presidiu a Sessão Solene que outorgou o título de cidadania a Carlos Braga

Mas a vontade de Carlos Braga era crescer e vencer na vida, de alcançar seus objetivos e, principalmente, orgulhar seus pais que, com muito sacrifício, o mandou para capital. Assim, com esforço e determinação, em 1987, Carlos Braga passou no vestibular para Medicina, na UFPI, passando a conciliar a carreira de professor com a de acadêmico de medicina.

Foram 8 anos de estudos dedicados à graduação em medicina. Finalmente, formou-se em 1996, tornando-se, desde então, a ser o Dr. Carlos Braga, que agora é cidadão filomenense. Seu primeiro emprego como médico foi no Hospital de Monsenhor Gil, sua cidade natal.


Imagem: José Bonifácio/GP15(Imagem:José Bonifácio/GP1)
6(Imagem:José Bonifácio/GP1)Além dos vereadores e do médico Geraldo de Sousa Costa, amigos e familiares do homenageado estiveram na Câmara

Carlos Augusto Braga casou-se em 8 de janeiro de 1993, com Geni Helane Brito de Aguiar Braga, com quem tem dois filhos: Elaine Cristina Brito de Aguiar Braga e Carlos Augusto de Araújo Braga Júnior. São 20 anos de um matrimônio sólido e feliz.

Em outubro de 1996, no mesmo ano de sua formatura, Carlos Braga recebeu convite do também médico e então prefeito de Paulistana (PI), Luiz Coelho da Luz, para trabalhar no hospital público daquela cidade, onde permaneceu por quatro anos.

No ano de 2000, Santa Filomena o acolheu como filho, a convite do médico Ernani Maia, à época prefeito e atualmente secretário estadual de Saúde. Dr. Carlos Braga, que escolheu a cidade mais ocidental do Piauí para trabalhar e residir, mostrando especial carinho pelo lugar, é um profissional admirado por todos os filomenenses, devido à sua humildade, generosidade e dedicação ao trabalho, sobretudo à frente da Unidade Mista de Saúde de Santa Filomena.


Fonte: Alberto Augusto do Amaral Rocha


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Falta de conservação coloca em risco a vida útil do açude Cajazeiras, em Pio IX

Embora o DNOCS e a Secretaria de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional tenham anunciado a liberação de R$ 151,9 mil - no início de novembro passado - para recuperação do açude Cajazeiras, no município de Pio IX, o sexto maior lago artificial do Piauí se encontra completamente abandonado e, por consequência, em estado crítico de conservação.

Concluído na década de 1950 (salvo engano, em 1958), o barramento Cajazeiras tem capacidade (ou pelo menos tinha, antes do assoreamento) para acumular 24,7 milhões de metros cúbicos de água, perdendo apenas para Boa Esperança (o maior de todos, em Guadalupe), Piaus (São Julião), Caldeirão (Piripiri), Barreiras (Fronteiras) e Ingazeiras (Paulistana).
Além do reduzido volume de água (atualmente está com menos de 12 milhões de metros cúbicos), já que "sangrou" pela última vez em 2006 e nos últimos dois anos quase não acumulou água, devido à irregularidade climática, o Cajazeiras possui vários processos erosivos na parede, onde se percebe fissuras no revestimento construído com pedra/laje e rejuntado com cimento.

Tal situação leva qualquer leigo no assunto a suspeitar de que no maciço do barramento existam galerias abertas, provocando vazamentos, comprometendo cada vez mais sua estrutura e aumentando as chances de rompimento por ocasião dos próximos períodos chuvosos.

O problema maior é que os recursos anunciados recentemente pelo Governo Federal (através do DNOCS) são por demais escassos, insuficientes para os trabalhos a serem efetuados, tendo em vista que há necessidade de recuperação em praticamente todo o maciço (paredão de terra).

Também deverão ser realizados serviços nas estruturas complementares, como: manutenção dos sistemas de comportas das galerias, desmatamento, destocamento e limpeza dos taludes e, ainda, recuperação do sangradouro, da tomada d’água e dos sistemas hidromecânicos.

Em função disso, parece que nenhuma construtora topa executar o serviço de recuperação do Açude Cajazeiras pelo valor oferecido, essa obra erguida na metade do século passado, com a finalidade de armazenar água para os períodos secos na região de Pio IX, no leste do Piauí.