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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Márlon Reis volta à cidade onde iniciou sua luta contra a corrupção eleitoral

Imagem: Reprodução1(Imagem:Reprodução)VOLTA AO COMEÇO!   Juiz Márlon Reis retorna à cidade de Alto Parnaíba (MA) para lançar o livro "O Nobre Deputado"

Amanhã, sábado, 2 de agosto, acontecerá o lançamento do livro “O Nobre Deputado” em Alto Parnaíba, no extremo-sul do Maranhão, onde no início dos anos 2000 o juiz de Direito Márlon Reis iniciou a brilhante carreira de magistrado e já lutando contra a corrupção eleitoral.

A obra do juiz Márlon Jacinto Reis, que vem causando grande mobilização social por revelar os bastidores de práticas que levam corruptos ao Congresso Nacional, será lançada na Câmara Municipal de Alto Parnaíba, a partir das 17h, com transmissão pela Rádio Comunitária Rio Taquara FM, da vizinha cidade de Santa Filomena, no Estado do Piauí.

Fruto de pesquisas para apresentação de doutoramento, em que foram ouvidas quase uma centena de pessoas que participaram e participam ativamente de campanhas políticas e se saíram vitoriosas, o livro é um marco na luta pela reforma do sistema político brasileiro.


Imagem: Reprodução2(Imagem:Reprodução)O convite, postado no Facebook pelo próprio Márlon Reis, está sendo feito a todos de Alto Parnaíba e Santa Filomena

Em "O Nobre Deputado", Márlon Reis apresenta os resultados de uma pesquisa inédita: ele conseguiu ouvir pessoas que participam dos meandros da política brasileira, sobre como se define a eleição de um deputado federal ou estadual. Mas para que isso fosse possível, foi necessário lhes assegurar o mais absoluto anonimato.

O resultado da pesquisa não é apresentado de forma acadêmica, nem enfadonha. A história foi construída baseada em um personagem fictício, chamado de Cândido Peçanha, que encarna ele próprio as condutas descritas nos depoimentos reais colhidos por Reis.

No livro de Márlon o (e)leitor conhecerá de forma viva, curiosa e, por vezes, engraçada, a rotina de alguém disposto a fazer tudo para alcançar e permanecer no poder.
 
Imagem: José Bonifácio/GP13(Imagem:José Bonifácio/GP1)Sob o tema "A Reforma Política por iniciativa popular", a palestra de Márlon Reis começará às 17h, na Câmara Municipal

Segundo o advogado cearense Djalma Pinto, Márlon Reis é o Montesquieu do mundo contemporâneo, devido à sua incansável luta por um processo eleitoral sem corrupção.

“Em 1748, Montesquieu lançou o Espírito das Leis para combater a autoridade tirânica. Márlon lançou O Nobre Deputado, livro em que explica como nasce, cresce e se reproduz um corrupto na política brasileira, para concluir: o poder arrecada o dinheiro que vai alçar os candidatos ao poder", disse Djalma Pinto. E acrescentou: “Márlon Reis é um magistrado comprometido com a moralização das eleições, marcadas por abusos e uso indevido dos meios de comunicação, em benefício de candidato, inclusive, com veiculação de pesquisas tendenciosas”.


Imagem: Reprodução4(Imagem:Reprodução)Natural de Pedro Afonso (TO), Márlon Reis já é considerado maranhense, por conta da sua atuação no território timbira

Um brasileiro que dá orgulho
– Faço minhas também as palavras do jornalista Diego Emir, que afirmou: “Em um país que jogadores de futebol e cantores sertanejos são disparados os mais idolatrados pela população, entrar no debate da política brasileira e mostrar seriedade nesse tratamento, torna-se um desafio dificílimo, mas o juíz Márlon Reis enfrentou tudo isso e alcançou seu status de ser um ídolo de alguns brasileiros, que, entre eles, estou eu”.

De fato, o tocantinense radicado no Maranhão, já considerado maranhense, por conta de sua atuação no estado (juíz da Comarca de João Lisboa) e do próprio título de Cidadão concedido pela Assembleia Legislativa, ainda nos enche de esperança por mudanças e como o próprio citou Ariano Suassuna: "O otimista é um tolo. O pessimista um chato. Bom mesmo é ser realista esperançoso". Ainda acreditamos na modificação do sistema político brasileiro.


sábado, 8 de dezembro de 2012

Juiz Márlon Jacinto Reis é premiado pela Convenção das Nações Unidas

Imagem: DivulgaçãoMárlon(Imagem:Divulgação)Márlon Reis recebendo "Prêmio UNODC", das mãos de José Manoel Martinez Morales, do escritório das Nações Unidas 

Um dos redatores da minuta da Lei da Ficha Limpa, o juiz maranhense Márlon Jacinto Reis, titular da 2ª Vara de João Lisboa, foi premiado ontem, sexta-feira (7), com o “Prêmio UNODC”, da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção. A honraria se deu em razão da sua mobilização e luta no combate à corrupção.

O destacado magistrado recebeu o Prêmio UNODC das mãos de José Manoel Martinez Morales, Oficial do Escritório das Nações Unidas Unidas sobre Drogas e Crime.

Márlon Reis é integrante cofundador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e um dos idealizadores e redatores da Lei da Ficha Limpa. O prêmio da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, desde 2008, é concedido a pessoas ou instituições que tenham contribuído significativamente no combate à corrupção, levando em consideração práticas específicas do país que possam contribuir para uma estratégia internacional.

Natural de Pedro Afonso (TO), Márlon Jacinto Reis é juiz maranhense, fundador e presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abramppe); coidealizador e corredator da Lei da Ficha Limpa. O magistrado já foi também vencedor do Prêmio Innovare, o maior prêmio da Justiça brasileira.

Márlon Reis já esteve à frente das Comarcas de Alto Parnaíba e Olho d"Água das Cunhãs, ocupando o cargo de juiz titular. Atualmente, é juiz titular na 2ª Vara da Comarca de João Lisboa, município com 21 mil habitantes, localizado na Mesorregião Oeste Maranhense.


Fonte: MEARIN NET