EM CIMA DA HORA

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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Moradores da zona rural também serão beneficiados com água encanada

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)O sítio Bacaba será contemplado com água encanada, por meio de uma rede adutora, vinda do Povoado Sete Lagoas

A água encanada vai chegar também às comunidades Pau Seco e Bacaba, situadas na zona rural de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí. O anúncio foi feito na última sexta-feira (12) pelo prefeito Esdras Avelino Filho (PTB), em visita que fez àqueles dois lugares, ao lado do vice-prefeito Adauton Barbosa de Queiroz (PSB) e dos vereadores Cristóvão Dias Soares (PSB), José Bonifácio Bezerra (PCdoB) e Renato Vieira Miranda (PTB).

No Pau Seco serão beneficiadas 08 (oito) famílias, além da Escola, através de uma rede de canos de 40 milímetros de espessura, numa extensão de aproximadamente 3 quilômetros. O poço artesiano, com vazão média de 12 mil litros por hora, tem 100 metros de profundidade, totalmente revestido, com cerca de 63 metros de água, sem bombeamento (nível estático).


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)
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4(Imagem:3)PAU SECO: Poço artesiano e caixa de 10.000 l irão levar água encanada a 8 famílias, através de pequena rede adutora

Já está sendo providenciada a instalação da caixa d’água, com capacidade para 10 mil litros, bem como da rede de canos, segundo informou o prefeito Esdras Avelino Filho. “Cada família do Pau Seco e da Bacaba irá receber uma torneira e um chuveiro”, disse o gestor municipal.

Em seguida, além da Bacaba, que será servida com água encanada vinda do Povoado Sete Lagoas, serão contempladas as famílias do Riacho de Areia (Riozinho) e da Várzea Grande, que sofrem com a escassez de água, sobretudo no período seco, que vai de julho a outubro.

Imagem: José Bonifácio/GP1Assim, o agricultor(Imagem:José Bonifácio/GP1)Assim, o agricultor Antonio Rodrigues Lopes começa a irrigar sua plantação de laranja, que vinha sofrendo com a seca

“Aos poucos estamos levando qualidade de vida para as famílias da zona rural. E aí não será mais preciso carregar lata dágua na cabeça, muitas vezes por longas distâncias, um drama e um sofrimento que tem dia e hora para acabar, assim que entregarmos a obra”, garantiu o prefeito Esdras Avelino, destacando o sofrimento vivido pelo senhor Antonio Rodrigues.

E, emocionado, acrescentou: “Eu via seu sofrimento aqui desde quando Benvindo Nogueira foi candidato a prefeito de Santa Filomena. E eu dizia que se um dia eu chegasse à Prefeitura de Santa Filomena, você ia ter água. E hoje me sinto feliz tanto quanto você”.


Imagem: José Bonifácio/GP14(Imagem:José Bonifácio/GP1)
6(Imagem:5)RIOZINHO: Poucos quilômetros após a nascente, sua água já é poluída no lugar Bacaba, imprópria ao consumo humano

Com sentimento de gratidão e satisfação, o agricultor Antonio Rodrigues Lopes, um dos mais antigos moradores da localidade Pau Seco, fez o seguinte relato: “Teve dia que nós tirava (sic) rato de dentro do poço prá beber, e tinha que beber mesmo, porque não tinha outra opção”.

Quanto à localidade Bacaba, embora sendo entrecortada pelo Riozinho, importante afluente do Rio Parnaíba e que faz a divisa natural entre o município de Santa Filomena e os de Baixa Grande do Ribeiro e Ribeiro Gonçalves, começa a sofrer com a falta de água potável.


Prefeito Esdras, vice Adauton e vereadores comemoram com moradores do Pau Seco
 

Mesmo a Bacaba estando a pouco mais de 5 quilômetros das nascentes do Riozinho, a água que por ali escorre é em pequena quantidade e se apresenta escurecida, poluída pelo uso dos animais (bovinos, suínos, equídeos), portanto imprópria para o consumo humano.

"Uma das principais metas e preocupação do nosso governo é proporcionar melhorias na qualidade de vida das famílias que residem na zona rural. É por isso que começamos a implantar essas pequenas redes adutoras", pontuou o prefeito Esdras Avelino Filho.


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Santa Filomena institui o Programa Municipal de Melhoria Habitacional

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Santa Fé será a primeira comunidade a ter os benefícios do Programa, onde 63 casas receberão cobertura com telhas

O Programa Municipal de Melhoria Habitacional, proposto pela Prefeitura de Santa Filomena, através do Projeto de Lei nº 002/2014, aprovado por unanimidade na Câmara de Vereadores e sancionado pelo prefeito Esdras Avelino Filho (PTB), tem como principal objetivo propiciar a recuperação, conclusão e melhoria à população economicamente carente do Município.

Executado de forma descentralizada, com a participação da Comunidade, das Associações de Moradores e de outras entidades com fins sociais, “o Programa busca atender aos apelos de muitas famílias que não dispõem de recursos financeiros para a recuperação, reforma ou melhoria de suas habitações”, justificou o chefe do Poder Executivo.

O Programa está de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), oficialmente Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, em seu artigo 16, que exige que a criação de despesa deverá ser acompanhado de estimativa do impacto orçamentário-financeiro, no exercício em que entrar em vigor e nos dois anos subseqüentes.


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Embora já contempladas com banheiros e água encanada, 63 residências da Santa Fé ainda são cobertas com palha

Conforme se observa na LOM (Lei Orçamentária Municipal) 2014, foram estimados na dotação número 16.482.000810240000 a aplicação de até R$ 2 mil por família. “Acreditamos serem suficientes para o Programa no momento”, diz o prefeito Esdras Avelino Filho, acrescentando que foram programados os mesmos montantes para os exercícios 2015 e 2016.

O Programa também está compatível com o Plano Plurianual (PPA), conforme disposto no artigo 166, parágrafo 3º, inciso I, da Constituição Federal. Inclusive, pode ser observado no PPA 2014/2017 que existe a previsão de implementação da Meta para o PMMH (Programa Municipal de Melhoria Habitacional), instituído pela Prefeitura de Santa Filomena.


Imagem: José Bonifácio/GP13(Imagem:José Bonifácio/GP1)Prefeito Esdras Avelino (centro), ao lado do vice Adauton Queiroz (esquerda), em visita à Santa Fé do Pe. João Myers

As primeiras famílias a atendidas serão as da Comunidade Santa Fé, fundada pelo Pe. João Myers, distante 106 quilômetros da sede municipal. Lá, ainda existem 63 residências cobertas com palha de piaçava. Agora, todas elas serão cobertas com telhas, por meio do Programa. Assim, a Prefeitura Municipal de Santa Filomena estará investindo R$ 126 mil.

Em seguida, deverão ser contempladas as comunidades Brejo das Ovelhas, Brejo das Meninas, Sete Lagoas e Cabeceiras do Angelim, dentre outras localidades rurais.

“Já que aqui na cidade de Santa Filomena não existem mais casas cobertas com palha, nossa meta é erradicar também as casas de palha em toda a zona rural”, diz o prefeito Esdras Filho.



sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Vereadores cobram mais informações sobre obra de Esgotamento Sanitário

Imagem: José LopesVereadores aprovam por unanimidade o Requerimento nº 013/2014(Imagem:José Lopes)Edis de Santa Filomena aprovaram, por unanimidade, o Requerimento nº 013/2014, solicitando informações à Codevasf

Em sessão ordinária realizada na manhã desta sexta-feira (29), a Câmara Municipal de Santa Filomena (PI) aprovou, por unanimidade, o REQUERIMENTO Nº 013/2014, de nossa autoria (vereador José Bonifácio Bezerra - PC do B), solicitando da assessoria de comunicação da CODEVASF – 7ª Superintendência Regional, cópia dos contratos da obra de implantação do SES (Sistema de Esgotamento Sanitário) da cidade mais ocidental do Piauí, a fim de que os fatos sejam devidamente esclarecidos e não mais restem quaisquer que sejam as dúvidas.

A proposição se deve ao fato da CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba) ter desmentido, de forma veemente, por meio de sua assessoria de comunicação, reportagem que publicamos na última quarta-feira (27), aqui no Portal GP1, intitulada "É essa obra que a Codevasf quer entregar à Prefeitura de Santa Filomena?".

O comunicado diz que “Ao contrário que a referida reportagem tenta mostrar, a obra do SES de Santa Filomena-PI, foi totalmente concluída. Em 18/07/2014 foi realizada, no município, Reunião para recebimento da Obra com a presença da Comissão de Recebimento da Codevasf e os representantes da Prefeitura Municipal Secretário de Obras Sr. José Nazário de Abreu, Secretário de Finanças Mussolini Lustosa Nogueira Filho e o Secretário de Administração Sr. Ciro da Costa Rocha, onde juntos percorreram os trechos com as obras realizadas e ficou constatado que não existiam problemas quanto a serviços de recomposição de pavimentação, bem como demais impactos possíveis de serem gerados pela implantação das redes coletoras de esgotos nas ruas da sede municipal. Assim, quaisquer danos aos serviços realizados foram causados após a realização desta Reunião, pois caso contrário teriam sido evidenciados e notificados pelos representantes da Prefeitura durante a vistoria realizada em conjunto com a Codevasf, em 18/07/2014”.


Imagem: CodevasfO documento(Imagem:Codevasf)Objetivo é obter mais informações sobre o Serviço de Esgotamento Santiário que, segundo a Codevasf, está concluído

O "Direito de Resposta" ressalta ainda que, para o SES (Serviço de Esgotamento Sanitário) funcionar efetivamente, é necessário que sejam implantadas as Ligações Intradomiciliares, que ainda serão executadas pela AGESPISA (Companhia de Águas e Esgotos do Piauí).

Procuramos o secretário de Administração, Sr. Ciro da Costa Rocha, e ele nos afirmou que realmente participou da reunião, juntamente com os colegas José Nazário e Mussolini Filho.

“Participamos da reunião mesmo, mas o que nos foi dito é que a CODEVASF não estava entregando a obra à Prefeitura, mas sim, apenas comunicando a sua conclusão”, disse.

Também entramos em contato com o escritório local da Agespisa em Santa Filomena e fomos informados de que aquela companhia ainda não recebeu a obra do Serviço de Esgotamento Sanitário. Além disso, não existe, sequer, nenhuma previsão de quando isso vai acontecer.

Veja, na íntegra, cópia do REQUERIMENTO Nº 013/2014, interposto por fotos atualizadas:
 

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Obra(Imagem:José Bonifácio/GP1)O Governo Dilma Rousseff investiu quase R$ 6 milhões na obra. Se já está totalmente concluída, por que não funciona?

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2(Imagem:1)Apesar da Codevasf nos contestar, imagens atualizadas mostram o desnivelamento do calçamento em alguns trechos

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2(Imagem:1)Se nem a Prefeitura nem a Agespisa receberam a obra, que já foi entregue pela Codevasf, quem cuida desses danos?

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2(Imagem:1)Por que na placa fixada em março de 2008 (à esquerda) não constava o termo "1ª Etapa", como na de 2011 (à direita)?

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

É essa obra que a Codevasf quer entregar à Prefeitura de Santa Filomena?

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Depois de 6 anos 'se arrastando', o Sistema de Esgotamento Sanintário de Santa Filomena ainda está por ser concluído

Sabemos dos benefícios incalculáveis que um sistema de canalização e tratamento do esgoto sanitário traz para a comunidade contemplada. Quando em funcionamento, merece os nossos aplausos, pois não só livra de uma série de doenças, evitando assim a proliferação de insetos e roedores, como limpa e organiza vias públicas, despolui rios e lagos, com o tratamento dos dejetos que deixam de ser lançados em locais impróprios, diretamente no meio ambiente.

Mas quando o Sistema de Esgotamento Sanitário não funciona, e ainda por cima, deixa várias ruas esburacadas e cheias de precipícios, aí traz é uma imensidão de problemas à população.

E é exatamente isso que está acontecendo na cidade de Santa Filomena, posicionada no sudoeste do Piauí, a 905 quilômetros de Teresina. O Projeto de Implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário, obra do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), iniciado em março de 2008, já consumiu R$ 5.801.000,00 (Cinco Milhões e Oitocentos e Um Mil Reais).


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:1)
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2(Imagem:1)Em vários pontos, o que se vê são estacas sinalizando os buracos; alguns já foram tapados pelos próprios moradores
 
Na obra, de responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, através da CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba), foram investidos R$ 1.761.000,60 (Hum Milhão, Setecentos e Sessenta e Um Mil Reais e Sessenta Centavos), mais um “aditivo” de R$ 4.040.000,00 (Quatro Milhões e Quarenta Mil Reais), cujo objetivo principal seria beneficiar a primeira cidade piauiense banhada pelo Rio Parnaíba.

Passados mais de 6 anos, a interminável obra do Sistema de Saneamento Básico deixou muitos transtornos em Santa Filomena, como bueiros abertos e ruas/avenidas danificadas.

Procurado pela reportagem do GP1/Blog do José Bonifácio, o prefeito Esdras Avelino Filho (PTB) expressou sua indignação com a situação, informando que por diversas vezes contatou a CODEVASF, buscando solucionar o caos, que vem provocando sérios danos aos moradores.

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
2(Imagem:1)Além do Sistema nunca ter entrado em operação, vias públicas ficaram danificadas e Prefeitura pode acionar a Justiça
 
Esdras fez questão de deixar claro que, além de não receber a obra, tendo em vista que a CODEVASF quer repassar toda a responsabilidade para a Prefeitura, pretende acionar o Ministério Público, a fim de que os responsáveis pelo descaso sejam obrigados a deixar o sistema em pleno funcionando, bem como reconstruir todas as vias públicas danificadas.

É bom ressaltar que, a própria CODEVASF, durante os trabalhos, realizou na Câmara de Vereadores uma audiência Pública, na qual se fizeram presentes os diversos segmentos sociais, discutindo cada detalhe do projeto a ser executado, inclusive assegurando aos moradores que tudo se transcorreria de acordo com o que ali havia sido especificado.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
2(Imagem:1)As duas Estações Elevatórias de Santa Filomena ainda continuam sem operação, aguardando a chegada de máquinas
 
Ou seja, o que fosse danificado em função das obras, seria totalmente recuperado, sem nenhum prejuízo aos moradores nem à municipalidade. No entanto, o que se observa hoje, são ruas intransitáveis, verdadeiras crateras, bueiros abertos por diversos cantos da cidade, pondo pessoas em risco, pavimentação irregular e poeira, dentre outras questões relevantes.

E o Poder Legislativo? Assim como tem feito o chefe do Executivo Municipal, a Câmara de Vereadores também irá cobrar, por meio de Requerimento, a ser votado na Casa de Leis, informações da CODEVASF (Companhia Hidrelétrica dos Vales do São Francisco e da Parnaíba) e do Ministério da Integração Nacional sobre a obra do saneamento básico em Santa Filomena, iniciada em março de 2008, através do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para atender ao Projeto de Revitalização do Rio Parnaíba, ainda sem funcionar.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Estação de Decantação do Sistema de Saneamento Básico, com mais de 30 mil metros quadrados, a 3,2 km da cidade

O requerimento - de nossa autoria - será apresentado na Sessão Ordinária do dia 29 de agosto de 2014, portanto, na próxima sexta-feira, solicitando da mesa diretora que o envie para os respectivos representantes da CODEVASF e do Ministério da Integração Nacional.
 

É de conhecimento público que foram gastos quase 6 milhões de reais na execução desses serviços, obra que permanece como inacabada, e o Sistema nunca entrou em funcionamento, prejudicando parte da população. E tá difícil, pois até a presente data, nem sequer foi testado.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Feriado municipal marca os 149 anos de fundação de Santa Filomena

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Praça Barão de Paraim e Igreja Matriz de Santa Filomena, cartão-postal da cidade fundada por José Lustosa da Cunha

Apesar de ainda não haver nenhuma comemoração oficial na cidade, o dia 25 de Agosto é um dos 03 (três) feriados municipais, conforme determina a Lei Orgânica. O município de Santa Filomena, posicionado no Alto Parnaíba Piauiense, foi criado sob a denominação atual pela Resolução Provincial nº 586, de 25 de agosto de 1865, assinada pelo governador da Província, Franklin Américo de Meneses Dória (1864-1866).

A cidade fundada por José Lustosa da Cunha, mais tarde “Barão de Santa Filomena”, e que tende a crescer impulsionada pela força do agronegócio, completa hoje 149 anos de história.

Embora já seja considerada uma das 23 maiores economias do Piauí, e estar passando por um processo continuado de urbanização, promovendo o afastamento das características rurais, Santa Filomena ainda conserva o ar interiorano, fato que conquista os visitantes.


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Avenida Barão de Santa Filomena, em homenagem ao fundador da cidade, o Tenente Coronel José Lustosa da Cunha

Santa Filomena figura nos anais da História-Pátria por sua participação na sangrenta Guerra do Paraguai, o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul, travado entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, composta por Brasil, Argentina e Uruguai. Iniciada com a invasão da província brasileira de Mato Grosso pelo exército do Paraguai, sob ordens do presidente Francisco Solano López, a guerra estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870.

Imagem: Reprodução2(Imagem:Reprodução)Esta é Santa Filomena vista do alto, por satélite, mostrando a cidade fundada por José Lustosa da Cunha, há 149 anos

A esse respeito, diz Pereira da Costa, em sua Cronologia Histórica do Estado do Piauí:

"1865 - Agosto 10 - embarca em Teresina o 2º Corpo de Voluntários da Pátria", sob o comando do Tenente Coronel José Lustosa da Cunha, com destino a campanha do Paraguai.

O corpo seguiu para Parnaíba, de onde partiu para o Maranhão e embarcando ali no Vapor Tocantins, desembarcou no Rio de Janeiro em 9 de setembro. Nesse Corpo seguiu como 2º Sargento a heroína e distinta Jovita Alves Feitosa, impedida pelo Ministro da Guerra, de seguir para os campos de batalha, frustrando-lhes os seus sonhos.

Em sua rota para o sul tocou o 'Tocantins' no Porto de Recife em 01 de setembro; e noticiando o "Diário de Pernambuco" do dia seguinte a passagem do corpo de voluntários piauienses, disse o seguinte:

"... este Corpo comandado pelo distinto senhor Coronel José Lustosa da Cunha, foi organizado pelo mesmo na Vila de Santa Filomena, que demora cerca de 200 léguas distante do litoral e umas 100 da capital da Província".

"... sem embargo de ser uma Vila de recente fundação, e por conseguinte ainda pouco populosa, contribuiu essa localidade para o desforço da Pátria ultrajada com 234 voluntários, que aí seguem reunidos a outros até a comarca de Parnaguá, em número de 404, que foram o efetivo deste brilhoso corpo composto em seu todo de uma mocidade válida e de porte Marcial".


Imagem: José Bonifácio/GP12(Imagem:José Bonifácio/GP1)Rua Presidente Getúlio Vargas, princiapal via de Santa Filomena, ligando a Avenida Barão de Santa Filomena à BR-235
 
Segundo a tradição local, o nome do município foi dado pelo fundador, Coronel José Lustosa da Cunha, mais tarde agraciado com o título nobiliárquico de Barão de Santa Filomena, que teria adquirido na Bahia uma imagem de Santa Filomena para a ser padroeira do lugar e, em homenagem à Santa, pôs o nome de Filomena (Filomena Lustosa da Cunha) em sua filha.

Já o município foi criado com a denominação atual pela Resolução Provincial nº 586, de 25 de agosto de 1865, assinada pelo então governador da Província do Piauhy, Franklin Américo de Meneses Dória, primeiro e único Barão de Loreto, advogado, político, orador, magistrado e poeta brasileiro, membro fundador da Academia Brasileira de Letras.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
2(Imagem:1)
2(Imagem:1)Após 149 anos de fundação, Santa Filomena passa por processo de urbanização, afastando as características rurais

A ação governamental teria sido uma espécie de prêmio ao embarque em Teresina do 2º Corpo de Voluntários da Pátria, comandado pelo Ten. Cel. José Lustosa da Cunha.

Parabéns, SANTA FILOMENA, por mais um aniversário! O GP1/Blog do José Bonifácio parabeniza todos os filomenenses. Gente que, com seu trabalho diário, constrói a cidade.

Muitos aqui nasceram, outros aqui chegaram, e constituíram família. Por isso, não medem esforços quando se fala em solidariedade, em busca do bem-estar comum. Orgulhosamente nos inserimos no rol daqueles que saúdam a cidade pelos seus 149 anos de fundação.


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Rádio Comunitária Rio Taquara FM celebra seus 16 anos de existência

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Sede própria da Rádio Comunitária Rio Taquara FM, localizada no Residencial Boa Esperança II, no ar desde 22/08/1998

Primeira e única Rádio Comunitária de Santa Filomena, também uma das pioneiras no Serviço de Radiodifusão Comunitária em todo o Estado, a Rio Taquara FM está celebrando 16 anos de vida, na luta por uma comunicação democrática no sudoeste do Piauí.

Exatamente às 15h25min do dia 22 de agosto de 1998, o eletrotécnico José Augusto Alves Pereira falava - após instalar o sistema irradiante - pela primeira vez ao microfone da Rio Taquara FM, entrando para a história como sendo o primeiro locutor da emissora.


2(Imagem:1)Cópias da ata de fundação e da ata da eleição da atual Diretoria Executiva e Conselho Fiscal da Rádio Rio Taquara FM

Inserida e aceita nas comunidades de Santa Filomena (PI) e de Alto Parnaíba (MA), a iniciativa de se criar uma emissora avançou e, graças a Deus, se tornou possível depois da publicação da Lei 9.612/98, que instituiu o Serviço de Radiodifusão Comunitária.

A Rio Taquara FM, com prefixo ZYD 349 e frequência 87,9 Mhz, é permissionária da ACRA - Associação Comunitária de Radiodifusão Associadas FM da cidade de Santa Filomena, no Estado do Piauí, fundada em 22 de novembro1997. O estatuto foi registrado no Cartório do 2° Ofício, pela oficial Francisca Vasconcelos Alcântara Avelino, no dia 02 de dezembro de 1997.


Posteriormente obteve o registro junto ao Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ/MF).

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2(Imagem:1)Cópia da 'solicitação de demonstração de interesse para o Serviço de Radiodifusão Comunitária', datada de 20/08/1998

A primeira diretoria da ACRA teve os seguintes membros: Carlos Sérgio Weber (Presidente), José Ferreira de Carvalho (Vice-Presidente), Excelsa Maria Santos Nogueira (1ª Secretária), Zildamaria Pereira Lima (2ª Secretária), José Bonifácio Bezerra (1º Tesoureiro), Nilton Neres Bezerra (2º Tesoureiro) e Gilberto Lustosa de Matos (Relações Públicas).

A atual diretoria da ACRA, com mandato até 27 de novembro de 2014, é composta por: Kilson Brito Nogueira (Presidente), Eroilson Pires de Alencar (Vice-Presidente), Excelsa Maria Santos Nogueira (1ª Secretária), Marcus Vinícius Carvalho Lira (2º Secretário), Marcelo Soares Nazário (1º Tesoureiro), Reginaldo Negreiros do Nascimento (2º Tesoureiro) e Éder Rodrigues do Couto (Relações Públicas). De acordo com o artigo 15, parágrafo único do Estatuto Social, a missão da diretoria é de quatro anos, sendo permitida mais de uma reeleição consecutiva.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Três dos atuais comunicadores da Rádio Comunitária Rio Taquara FM: Marcelo Soares, Eroilson Pires e Tony Santos

O Conselho Fiscal, eleito junto com a diretoria executiva, presidido pelo senhor Francisco Antonio Vieira de Oliveira (Pastor Oliveira), tem quatro Suplentes (Nilton Neres Bezerra, Antonio Francisco Gomes, Carlos Francisco de Oliveira e Marilda de Sousa), um Secretário (Paulo Henrique Santos Nogueira) e um Relator (Salomão Damasceno Nogueira Neto).

Além disso, e, evidenciando o caráter plural da ACRA, ficou instituído no dia 19 de dezembro de 2011 a instalação do Conselho de Entidades Comunitárias, órgão auxiliar de fundamental importância para o funcionamento da Rádio Comunitária Rio Taquara FM.

A última reunião do Conselho aconteceu em 04 de janeiro de 2014 e contou com a presença dos conselheiros Adão Vieira Ramos, Inácia Luíza Nogueira, José Alves da Silva, Lúcia Maria Nunes Lopes, Moisés Pereira Leite, Paulo Lustosa Nogueira e Rosimaura Alves de Sousa, bem como dos diretores executivos Kilson Brito Nogueira e Reginaldo Negreiros.


2(Imagem:1)Cópia da primeira licença para funcionamento da Rádio Comunitária Rio Taquara FM, emitida pela Anatel, em 21/03/2002

Um longo caminho
– Embora a Associação tenha sido fundada 22 de novembro de 1997, somente no dia 20 de agosto de 1998 é que conseguimos dar entrada na “solicitação de demonstração de interesse para o Serviço de Radiodifusão Comunitária", na Delegacia Regional do Ministério das Comunicações no Estado do Piauí, em Teresina.

A licença para funcionamento da estação saiu mais de 4 anos depois, em 21 de março de 2002, emitida pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), após o Projeto de Decreto Legislativo ser aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado. A validade da outorga era até 03 de dezembro de 2004, com renovação automática.

Ao completar 16 anos de existência, a Rádio Comunitária Rio Taquara FM, de Santa Filomena, uma das 92 emissoras licenciadas no Piauí, de um total de 4.556 em todo o Brasil, solicitou a renovação de nova outorga junto à ANATEL e aguarda a autorização para funcionar por mais 10 anos, quando passará por novo processo de renovação.


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Moradores de Santa Filomena sofrem com a falta de água da Agespisa

Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)RETRATO DO DESCASO! Caixa d'Água da Agespisa em Santa Filomena, construída em 1982, está "largada" há 24 anos

A população de Santa Filomena, distante 905 quilômetros da capital, Teresina, especialmente aquela residente nos bairros Primavera e Novo Horizonte, volta a sofrer com a falta de água. Segundo relatos de consumidores da AGESPISA (Companhia de Águas e Esgotos do Piauí), nesses setores, há quase uma semana não tem água nas torneirasm nem sequer à noite.

O problema tem gerado revolta entre os clientes da Companhia, que são obrigados a pagar a fatura mínima de R$ 22,04 (Tarifa de Água + Manutenção de Hidrômetro), mesmo sem água, sob pena de terem seus nomes negativados nos órgãos de proteção ao crédito.

Isso é motivo suficiente para se começar a questionar a concessão da AGESPISA na cidade de Santa Filomena, diante da má qualidade do serviço que a empresa vem prestando há alguns anos. Inclusive, o assunto começou a ser discutido na Câmara de Vereadores.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)
3(Imagem:2)INACREDITÁVEL!!! O sistema de captação de água da Agespisa em Santa Filomena está a 800 metros do Rio Parnaíba

Segundo o escritório local da AGESPISA, o problema não se refere à escassez de água, haja vista que a vazão do poço existente é suficiente, tanto que consegue – ou conseguia – jogar água para toda a cidade sem a necessidade de bomba nem de caixa d’água.

E mais; que estão sendo aguardados 06 (seis) canos de 100 milímetros, a fim de que possam ser redimensionadas as saídas de água, que atualmente ocorre através de tubulações de 75 milímetros, como se apenas essa intervenção fosse suficiente para sanar a sequidão.

Na verdade, o que falta mesmo é vontade da companhia em resolver essa situação, que se agrava a cada ano, sobretudo no período seco, entre os meses de agosto e novembro.

Para quem ainda não tem conhecimento, o único reservatório pertencente à AGESPISA na cidade de Santa Filomena foi construído em 1982, no Bairro Primavera, quando da instalação do Sistema, mas que se encontra desativado e abandonado faz mais de 24 anos, desde 1990.


Imagem: José Bonifácio/GP11(Imagem:José Bonifácio/GP1)Como consequência desse desleixo da Agespisa, em vez de água, consumidores recebem apenas "ar" nas torneiras
É sabido que a mencionada Caixa d’Água apresenta rachaduras. Entretanto, tais fissuras podem ser recuperadas, de forma emergencial. Feita a manutenção, é só providenciar o bombeamento da água, o que seria uma solução imediata para a falta do precioso líquido.

A propósito, aprovamos requerimento na Câmara Municipal, na sessão ordinária de hoje, quarta-feira (20/08/2014), solicitando da gerência regional da AGESPISA, em Bom Jesus, a imediata regularização do serviço de abastecimento de água na cidade de Santa Filomena.

Caso a AGESPISA não adote as providências necessárias, a única forma encontrada para resolver o problema será ingressar no Ministério Público, com uma ação coletiva, para que sejam tomadas as medidas cabíveis e solucionar o problema; além disso, todas as famílias prejudicadas irão pedir o ressarcimento das despesas que tiveram devido à falta de água.

Cópia do REQUERIMENTO encaminhado à gerência regional da Agespisa, em Bom Jesus:


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