A Prefeitura de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, por meio da
FUNVAPI (Fundação Vale do Piauí), organizadora do Teste Seletivo
Simplificado através do Edital Nº 001/2012, de 17 de janeiro de 2012,
para a contratação de servidores que atuarão no quadro provisório,
obedecida a ordem classificatória durante o prazo de validade previsto.
Segundo a comissão, mais de 600 pessoas tiveram suas inscrições
homologadas, cujo teste seletivo simplificado teve por objetivo o
preenchimento de 133 vagas (51 vagas para a zona rural e 82 para a zona
urbana) para os seguintes cargos: Auxiliar de Serviços Diversos, Agente
Fiscal de Urbanismo, Auxiliar Administrativo, Agente Fiscal Fazendário,
Auxiliar de Limpeza, Agente Administrativo, Auxiliar de Saúde Bucal,
Bibliotecário, Dentista, Digitador, Eletricista, Enfermeiro, Médico
Clínico Geral, Médico Comunitário, Monitor do PETI, Motorista “D”,
Nutricionista, Operador de Máquinas e Equipamentos Pesados, Professor de
1º ao 5º Ano, Psicólogo, Técnico em Enfermagem e Vigia.
O Processo Seletivo Simplificado terá validade de 1 (um) ano, contado a
partir da data de homologação do Resultado Final, podendo ser prorrogado
por mais 1 (um) ano, uma única vez, a critério da Administração Pública
Municipal de Santa Filomena.
A Classificação geral com as receptivas notas dos candidatos está à
disposição dos interessados no mural da Prefeitura Municipal de Santa
Filomena e ainda no site oficial da FUNVAPI, acessando: http://funvapi.com.br/clientes/u_49265_e56a756136/imgRoot/RESULTADO%20-%20SANTA%20FILOMENA.pdf.
CONTATOS: (89) 99986-9124 TIM/WhatsApp - Mail: JOSEBBEZERRA1@HOTMAIL.COM - SANTA FILOMENA - PIAUÍ
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Assembleia Legislativa aprova instalação de escola agrícola em Santa Filomena
A Assembleia Legislativa do Piauí (ALEPI) aprovou, no último dia (16),
requerimento do deputado Fernando Monteiro, líder do PTB, solicitando a
instalação de uma Escola Técnica Agrícola no município de Santa
Filomena, no sudoeste do Estado.
Fernando Monteiro explica que apresentou a proposição atendendo a diversos pedidos dos produtores de soja daquele município que reclamam da falta de mão de obra qualificada. “Hoje, Santa Filomena produz 130 mil toneladas de soja e a instalação da escola técnica será de fundamental importância, porque, a expectativa é de que em três anos o município alcance a produção de um milhão de toneladas de grãos por safra”, ressalta o parlamentar.
O parlamentar petebista informou que os produtores estão sendo obrigados a importar mão de obra de outros estados por falta de pessoal qualificado na região. Recentemente, uma das grandes fazendas teve que ir atrás de 140 trabalhadores no Mato Grosso.
“O maquinário utilizado já possui tecnologia de ponta, portanto uma escola técnica com modernos laboratórios e cursos profissionalizantes na área do agronegócio e outros identificados com os arranjos produtivos locais dará aos filhos da população de Santa Filomena e municípios da região a oportunidade de formação e garantia de trabalho e renda”, acrescenta o deputado estadual Fernando Monteiro, que sempre recebeu expressiva votação em Santa Filomena.
Fernando Monteiro explica que apresentou a proposição atendendo a diversos pedidos dos produtores de soja daquele município que reclamam da falta de mão de obra qualificada. “Hoje, Santa Filomena produz 130 mil toneladas de soja e a instalação da escola técnica será de fundamental importância, porque, a expectativa é de que em três anos o município alcance a produção de um milhão de toneladas de grãos por safra”, ressalta o parlamentar.
O parlamentar petebista informou que os produtores estão sendo obrigados a importar mão de obra de outros estados por falta de pessoal qualificado na região. Recentemente, uma das grandes fazendas teve que ir atrás de 140 trabalhadores no Mato Grosso.
“O maquinário utilizado já possui tecnologia de ponta, portanto uma escola técnica com modernos laboratórios e cursos profissionalizantes na área do agronegócio e outros identificados com os arranjos produtivos locais dará aos filhos da população de Santa Filomena e municípios da região a oportunidade de formação e garantia de trabalho e renda”, acrescenta o deputado estadual Fernando Monteiro, que sempre recebeu expressiva votação em Santa Filomena.
Fonte: AgroPiaui
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Agricultores ameaçam ajuizar ação coletiva contra o atraso no "Luz para Todos"
Para os moradores da zona rural de Santa Filomena - quinta maior
economia agrícola do Piauí - a luz elétrica nunca deixou de ser
restritiva, contrariando a Lei nº 10.762, que possibilitou ampliar a
fatia dos que poderiam ter direito à universalização por meio do Programa "Luz
para Todos".
Agricultores e moradores da zona rural estão irredutíveis, defendendo que precisam de energia elétrica. “Por que já vão ligar a energia em quase todo o município de Alto Parnaíba e a nossa aqui em Santa Filomena nunca nem começou? Não aceitamos isso. Vamos ajuizar uma ação civil coletiva, visando o início das obras do Luz para Todos em Santa Filomena”, reclama Heriberto Gehardt, produtor de 1.400 ha de soja na Fazenda Guatupá, localizada na Serra do Riachão, distante 7 km das duas linhas de transmissão Gilbués/Santa Filomena, mas é obrigado a usar energia produzida por grupo gerador a diesel.
Eles alegam que o Maranhão está sendo tratado de forma diferenciada, embora o Piauí seja o fornecedor dessa energia, através da antiga CEPISA, hoje Eletrobras Distribuição Piauí. E a pergunta que fazem é a seguinte: Seria, por acaso, influência do ministro das Minas e Energia, o maranhense Edson Lobão?
Segundo os manifestantes, apenas o município de Alto Parnaíba (MA) está sendo beneficiado pela universalização do serviço de energia elétrica, em detrimento de Santa Filomena, aonde não vem sendo cumprido o cronograma para implantação do PLP (Programa Luz para Todos).
E olha que os agricultores não estão sozinhos na luta, pois contam com o apoio integral do prefeito Esdras Avelino Filho (PTB), que também está indignado com a situação. “É preciso que se iniciem, imediatamente, as redes vicinais no município de Santa Filomena. Já existe inclusive um movimento popular para barrar o funcionamento da subestação, enquanto não houver o começo das obras”, reclama o gestor municipal.
Ainda segundo Esdras Avelino, "enquanto em Alto Parnaíba há várias frentes de serviço, onde aproximadamente 300 quilômetros de rede estão sendo instalados, em Santa Filomena nunca nem começou, embora os assistentes da presidência da Eletrobras, José Salan Melo e Antonio Pereira, em reunião que tivemos dia 21 de dezembro último, tenham dado a entender que pelo menos esses dois pequenos projetos iniciariam antes da inauguração da subestação".
Santa Filomena foi contemplada com Sistema de Subtransmissão, duplicando a capacidade de atendimento, permitindo inclusive futuras ampliações e melhorando a confiabilidade junto aos consumidores de Santa Filomena (PI) e Alto Parnaíba (MA), cujo Programa de Universalização de Energia Elétrica deverá cobrir uma área de 16.523 km2 – equivalente a 75% da extensão territorial do estado de Sergipe – e objetiva beneficiar 3 mil domicílios rurais.
Seria bom se assim estivesse sendo. Ocorre que até o momento, apenas 2 (dois) pequenos projetos estão previstos, objetivando beneficiar 79 famílias nas comunidades Sete Lagoas e Barra do Taquara. E as outras 315 famílias cadastradas (só isso?), distribuídas no médio e altoTaquara, Almécegas, Pau Seco, Brejo das Meninas, Santa Fé, Lagoa, Fortaleza, Serra da Fortaleza, Várzea Grande, Zelândia, Mucuri, Baixão Fechado, Riachão e demais localidades?
O empreendimento, que compreende a construção de subestação em 34,5/13,8kV – 5/6,25MVA e de uma segunda linha de transmissão, paralela à existente desde meados da década de 1970, partindo da cidade de Gilbués, com extensão aproximada a 140 quilômetros, representa investimento de R$ 1.545.017,62 (Um Milhão, Quinhentos e Quarenta e Cinco Mil, Dezessete Reais e Sessenta e Dois Centavos), valor oriundo do Governo Federal, via Eletrobrás Distribuição Piauí/Ministério das Minas e Energia.
O que ninguém consegue entender é o “porquê” de nunca terem sido iniciados os trabalhos do Luz para Todos em Santa Filomena, destinado a propiciar o atendimento em energia elétrica à parcela da população rural que não dispõe desse serviço público.
Com tamanha morosidade, dificilmente se vai quebrar o paradigma de que é possível esse insumo chegar para todos, inclusive aos habitantes da zona rural. Algo precisa ser feito, a fim de que esses cidadãos tenham efetivamente acesso à luz elétrica.
Agricultores e moradores da zona rural estão irredutíveis, defendendo que precisam de energia elétrica. “Por que já vão ligar a energia em quase todo o município de Alto Parnaíba e a nossa aqui em Santa Filomena nunca nem começou? Não aceitamos isso. Vamos ajuizar uma ação civil coletiva, visando o início das obras do Luz para Todos em Santa Filomena”, reclama Heriberto Gehardt, produtor de 1.400 ha de soja na Fazenda Guatupá, localizada na Serra do Riachão, distante 7 km das duas linhas de transmissão Gilbués/Santa Filomena, mas é obrigado a usar energia produzida por grupo gerador a diesel.
Eles alegam que o Maranhão está sendo tratado de forma diferenciada, embora o Piauí seja o fornecedor dessa energia, através da antiga CEPISA, hoje Eletrobras Distribuição Piauí. E a pergunta que fazem é a seguinte: Seria, por acaso, influência do ministro das Minas e Energia, o maranhense Edson Lobão?
Segundo os manifestantes, apenas o município de Alto Parnaíba (MA) está sendo beneficiado pela universalização do serviço de energia elétrica, em detrimento de Santa Filomena, aonde não vem sendo cumprido o cronograma para implantação do PLP (Programa Luz para Todos).
E olha que os agricultores não estão sozinhos na luta, pois contam com o apoio integral do prefeito Esdras Avelino Filho (PTB), que também está indignado com a situação. “É preciso que se iniciem, imediatamente, as redes vicinais no município de Santa Filomena. Já existe inclusive um movimento popular para barrar o funcionamento da subestação, enquanto não houver o começo das obras”, reclama o gestor municipal.
Ainda segundo Esdras Avelino, "enquanto em Alto Parnaíba há várias frentes de serviço, onde aproximadamente 300 quilômetros de rede estão sendo instalados, em Santa Filomena nunca nem começou, embora os assistentes da presidência da Eletrobras, José Salan Melo e Antonio Pereira, em reunião que tivemos dia 21 de dezembro último, tenham dado a entender que pelo menos esses dois pequenos projetos iniciariam antes da inauguração da subestação".
Santa Filomena foi contemplada com Sistema de Subtransmissão, duplicando a capacidade de atendimento, permitindo inclusive futuras ampliações e melhorando a confiabilidade junto aos consumidores de Santa Filomena (PI) e Alto Parnaíba (MA), cujo Programa de Universalização de Energia Elétrica deverá cobrir uma área de 16.523 km2 – equivalente a 75% da extensão territorial do estado de Sergipe – e objetiva beneficiar 3 mil domicílios rurais.
Seria bom se assim estivesse sendo. Ocorre que até o momento, apenas 2 (dois) pequenos projetos estão previstos, objetivando beneficiar 79 famílias nas comunidades Sete Lagoas e Barra do Taquara. E as outras 315 famílias cadastradas (só isso?), distribuídas no médio e altoTaquara, Almécegas, Pau Seco, Brejo das Meninas, Santa Fé, Lagoa, Fortaleza, Serra da Fortaleza, Várzea Grande, Zelândia, Mucuri, Baixão Fechado, Riachão e demais localidades?
O empreendimento, que compreende a construção de subestação em 34,5/13,8kV – 5/6,25MVA e de uma segunda linha de transmissão, paralela à existente desde meados da década de 1970, partindo da cidade de Gilbués, com extensão aproximada a 140 quilômetros, representa investimento de R$ 1.545.017,62 (Um Milhão, Quinhentos e Quarenta e Cinco Mil, Dezessete Reais e Sessenta e Dois Centavos), valor oriundo do Governo Federal, via Eletrobrás Distribuição Piauí/Ministério das Minas e Energia.
O que ninguém consegue entender é o “porquê” de nunca terem sido iniciados os trabalhos do Luz para Todos em Santa Filomena, destinado a propiciar o atendimento em energia elétrica à parcela da população rural que não dispõe desse serviço público.
Com tamanha morosidade, dificilmente se vai quebrar o paradigma de que é possível esse insumo chegar para todos, inclusive aos habitantes da zona rural. Algo precisa ser feito, a fim de que esses cidadãos tenham efetivamente acesso à luz elétrica.
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