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sábado, 10 de junho de 2017

Prefeitura de Santa Filomena pretende gastar R$ 643 mil com limpeza pública

Nos últimos 7 meses de 2017 a Prefeitura de Santa Filomena pretende gastar R$ 643 mil com limpeza pública





Chefe do Executivo de Santa Filomena há quase seis meses, o prefeito Dr. Carlos Braga (PP) pretende realizar uma mega limpeza na zona urbana.

De acordo com o Diário Oficial dos Municípios, edição do dia 1º de junho de 2017, a Prefeitura de Santa Filomena, município posicionado no extremo oeste do Piauí, celebrou contrato no valor de R$ 643.716,36 (Seiscentos e Quarenta e Três Mil, Setecentos e Dezesseis Reais e Trinta e Seis Centavos) visando a prestação de serviços de limpeza pública, coleta e transporte de resíduos sólidos (lixo domiciliar) e conservação de logradouros públicos.

As despesas para execução dos serviços acima mencionados correrão à conta dos recursos da própria Prefeitura Municipal, tais como: FPM, ICMS, FUNDEB, FUS, FMS, FMAS e ISS, além de outros meios de arrecadação.

O valor contratado se destina aos serviços de limpeza pública, coleta/transporte de lixo e conservação de vias
A empresa R K CONSTRUÇÕES, com razão social JOSUÉ ALVES DA SILVA - ME, portadora do CNPJ 13.006.562/0001-94, sediada na Av. José Honório Granja S/N – Bairro Cidade Nova, na cidade de Morro Cabeça no Tempo (PI), ativa desde 14/dezembro/2010, é quem vai embolsar a cifra.

O Contrato nº 28/2017 não possui prazo de vigência, mas deixa bem claro que se refere ao exercício de 2017, e foi assinado no dia 30 de maio de 2017, pelo prefeito de Santa Filomena, médico Carlos Augusto de Araújo Braga.

Veja abaixo o extrato do CONTRATO Nº 28/2017, de 30 de maio de 2017:


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Santa Filomena receberá R$ 1,4 milhão para construção de Aterro Sanitário

Imagem: Dhiancarlos Pacheco1(Imagem:Dhiancarlos Pacheco)Vista aérea de Santa Filomena, no sudoeste do Piauí, que receberá R$ 1,4 milhão para construção do Aterro Sanitário

Santa Filomena será um dos 17 municípios piauienses que receberão recursos federais para melhorias sanitárias e gestão do lixo urbano. As portarias da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) foram publicadas no Diário Oficial da União, edição da última quarta-feira (18).

“O Governo Federal estará ajudando as prefeituras a desenvolver ações de saneamento que têm efeitos positivos sobre a saúde preventiva”, disse o deputado federal Assis Carvalho (PT). Ele havia solicitado ao presidente da Funasa, Gilson Queiroz, uma atenção especial para os municípios que apresentaram projetos, como é o caso de Santa Filomena.

Santa Filomena receberá R$ 1,4 milhão para construção do seu Aterro Sanitário. Também foram beneficiados os municípios de Angical e Monte Alegre.

O Programa de Resíduos Sólidos da Funasa consiste na implantação de projetos de coleta, transporte, destinação e disposição final adequada do chamado lixo urbano.


Imagem: Divulgação2(Imagem:Divulgação)Assis:   "O Governo Federal estará ajudando as prefeituras a desenvolver ações que tem efeitos na saúde preventiva"

Meio Ambiente – Com a nova regra do Governo Federal, onde ficou definido que a partir de 2014, todos os municípios do Brasil não poderão mais usar os lixões e, por consequência, as prefeituras vão ter que gastar grandes valores na construção de Aterros Sanitários.

Estima-se que o Brasil possui cerca de 1.700 aterros sanitários, em que o solo é preparado para que o lixo não prejudique o meio ambiente, não cause mau cheiro nem poluição visual - geralmente os lixões são os “cartões de visitas” das cidades - ou a proliferação de animais.

Estudos apontaram que somente 27% dos municípios brasileiros contam com aterro sanitário, ou seja, um percentual pequeno, levando em consideração a gravidade e os riscos que os lixões a céu aberto oferecem ao ser humano.

A Nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), sancionada no dia 02 de agosto de 2010, propõe melhorar a gestão do lixo a partir da divisão de responsabilidades entre a sociedade, poder público e iniciativa privada.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Suspeita de surto de Leishmaniose gera preocupação em Alto Parnaíba (MA)

Ruas centrais de Alto Parnaíba ficam alagadas sempre que chove forte
Segundo informações não oficiais, já que a Prefeitura de Alto Parnaíba se silencia sobre tudo o que é verdadeiramente de interesse público, alguns casos de leishmanioze teriam sido diagnosticados na cidade.

Conheço um caso concreto, em que a paciente terá que receber oitenta injeções ou vacinas.

Transmitida por ratos, que, por si só, já significam sujeira, falta de higienização, a leishmanioze é comum em palafitas e em cidades sujas de países subsenvolvidos e mesmo em metrópoles europeias onde o lixo prolifera, como na Itália.

Em Alto Parnaíba, a proliferação de ratos é fato notório, especialmente pela sujeira de suas ruas, o que é visível e independe de comprovação, aliado a esgotos a céu aberto, à obra inacabada e danosa da Codevasf na implantação do sistema de esgotos sanitários, o lixo doméstico acumulado nas ruas pela ineficiência absoluta da Prefeitura em seu recolhimento, os bueiros e galerias sem limpeza, a água da chuva que invade avenidas, ruas e praças levando consigo o mato, a lama, o lixo e, enfim, a imundície.



Eis um ambiente favorável à proliferação dos mosquitos flebotomíneos
Não se pode negar que muitos proprietários de imóveis não cuidam adequadamente da higienização e limpeza de suas propriedades, a começar pelos quintais, muito comuns em cidades do interior brasileiro, assim como ocorre na próspera Alto Parnaíba.

No mais, a preocupação maior pela certeza absoluta que tenho, o que é compartilhado pela maioria da população, de que a atual administração municipal de Alto Parnaíba permanecerá omissa, silenciosa, o que é grave e não mais tolerável, deixando de lado por completo as necessidades públicas da comunidade.

Não se pega Leishmaniose de cães e de outros animais
A DOENÇA - As maiores vítimas são crianças e idosos, podendo matar 10% dos portadores por anemia, insuficiência do baço e do fígado, hemorragia, diarréia e outras complicações.

Popularmente conhecida por calazar, a moléstia é transmitida através da picada de um mosquito. Na realidade, o processo de transmissão inicia com os cães, considerado o principal reservatório urbano da doença, passando o vírus para o inseto ao ser sugado.

Fonte: Blog do Décio Rocha